O primeiro-ministro António Costa afirmou que “é fácil” converter-se “à palavra do Papa” Francisco, no que diz respeito a temas como as migrações, as alterações climáticas ou a necessidade de se encontrar a paz e combater as desigualdades.
Encontro no Vaticano
“É fácil” António Costa converter-se à palavra do Papa sobre paz, migrações, clima e desigualdadesO primeiro-ministro António Costa afirmou que “é fácil” converter-se “à palavra do Papa” Francisco, no que diz respeito a temas como as migrações, as alterações climáticas ou a necessidade de se encontrar a paz e combater as desigualdades.
[Leituras de um pontificado – 6]
Um intelectual na cadeira do pescadorBento XVI deixou marcas enquanto prefeito da Congregação da Doutrina da Fé e, apesar da sua idade avançada, parecia talhado para um pontificado forte, que apostaria em devolver prestígio ao cristianismo, sobretudo numa Europa em crise de identidade e de valores. Mas arrisca-se, afinal, a que a história o venha a olhar como um Papa de transição e que o escândalo dos abusos sexuais domine a imagem que o futuro fará do seu mandato.
[Leituras de um pontificado – 3]
Quando os escândalos de uma Cúria sem controlo prenunciavam já o fim de um PapaA Cúria Romana tornou-se um monstro ingovernável que o próprio Papa, de perfil sobretudo intelectual e académico, já não consegue controlar. No Vaticano, nas vésperas do sétimo aniversário da eleição de Bento XVI, parece viver-se já um ambiente de final de pontificado, semelhante ao que caracterizou a última década de João Paulo II.
Refugiados, islão e cultura são marcas do Papa no consistório de hoje no Vaticano, com o qual Francisco indica claramente várias direcções que pretende para a reforma do catolicismo: o acolhimento dos migrantes e refugiados, o diálogo com o islão e a diversidade cultural, a abertura da Igreja à ideia da diversidade. O colégio de cardeais está cada vez mais internacional e esse é outro carimbo do Papa argentino.
Encontro no Vaticano
“É fácil” António Costa converter-se à palavra do Papa sobre paz, migrações, clima e desigualdadesO primeiro-ministro António Costa afirmou que “é fácil” converter-se “à palavra do Papa” Francisco, no que diz respeito a temas como as migrações, as alterações climáticas ou a necessidade de se encontrar a paz e combater as desigualdades.
[Leituras de um pontificado – 6]
Um intelectual na cadeira do pescadorBento XVI deixou marcas enquanto prefeito da Congregação da Doutrina da Fé e, apesar da sua idade avançada, parecia talhado para um pontificado forte, que apostaria em devolver prestígio ao cristianismo, sobretudo numa Europa em crise de identidade e de valores. Mas arrisca-se, afinal, a que a história o venha a olhar como um Papa de transição e que o escândalo dos abusos sexuais domine a imagem que o futuro fará do seu mandato.
[Leituras de um pontificado – 3]
Quando os escândalos de uma Cúria sem controlo prenunciavam já o fim de um PapaA Cúria Romana tornou-se um monstro ingovernável que o próprio Papa, de perfil sobretudo intelectual e académico, já não consegue controlar. No Vaticano, nas vésperas do sétimo aniversário da eleição de Bento XVI, parece viver-se já um ambiente de final de pontificado, semelhante ao que caracterizou a última década de João Paulo II.
Refugiados, islão e cultura são marcas do Papa no consistório de hoje no Vaticano, com o qual Francisco indica claramente várias direcções que pretende para a reforma do catolicismo: o acolhimento dos migrantes e refugiados, o diálogo com o islão e a diversidade cultural, a abertura da Igreja à ideia da diversidade. O colégio de cardeais está cada vez mais internacional e esse é outro carimbo do Papa argentino.
Trago comigo (15)
As pretas: o caminho é meu, o caminho é delas! novidadePublicamos, da autoria de Sara Jona Laisse, o décimo quinto texto dessa rubrica, que intitulamos “Trago comigo”, remetendo para a ideia de alguma coisa pessoalmente significativa que cada qual guarda na sua memória. Sara Laisse fala-nos de duas mulheres negras brasileiras: Ivone Lara e Nise da Silveira.
[Entre Margens]
Deus morreu em Auschwitz? novidadeMuitos filósofos e teólogos questionaram-se sobre a possibilidade de continuar a falar de Deus após a catástrofe do holocausto. A tragédia humana de tal genocídio foi tão avassaladora que se tornava intolerável pensar em Deus dentro dos parâmetros que as tradições religiosas e filosóficas nos legaram. O silêncio de Deus fora demasiado impressionante (e comprometedor) para passar despercebido sem beliscar a imagem que dele temos. [Texto de Jorge Paulo].
Grupos de estudo pós-Sínodo
Relatórios propõem leigos nas visitas ad limina e cuidado na aprovação de novos movimentos eclesiaisO bispo diocesano deve convocar o seu povo para que este participe na redação do relatório sobre a situação da diocese a enviar à Santa Sé antes da visita ad limina, na qual se deve fazer acompanhar por alguns leigos, e a clarificação dos critérios de aprovação das formas emergentes de associações de leigos ou de vida consagrada são algumas das recomendações dos relatórios dos Grupos de Estudo 6 e 7.
[Lugar (in)comum]
“Não voltes ao lugar onde já foste feliz”O primeiro texto de Lugar (in)comum, a nova rubrica assinada por Júlia Costa. Porque as palavras que repetimos moldam a forma como pensamos. E levar os clichés demasiado a sério não é sabedoria — é uma preguiça mental que nos afasta do essencial.
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