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Artigos de Clara Raimundo
Da Nazaré a Fátima a pé, ou a minha maneira preferida de rezar

Testemunho

Da Nazaré a Fátima a pé, ou a minha maneira preferida de rezar

A previsão era de céu limpo para os dois dias em que nos propusemos, eu e o meu marido, calcorrear os 54 quilómetros que separam o Sítio da Nazaré do Santuário de Fátima. Previ o calor, o cansaço, as dores nas pernas e nos pés, uma ou outra bolha… Antevi até a vontade de desistir. Mas fui. Fomos.

Num mundo em guerra, não basta dizer que “todas as religiões são religiões de paz”

Diálogo inter-religioso debatido em Mafra

Num mundo em guerra, não basta dizer que “todas as religiões são religiões de paz”

É inegável: há uma “sombra palpável de medo” e uma “ansiedade generalizada” em Israel e na Palestina, que geram cada vez mais violência. O que fazer? “Mais do que lutar contra o medo, é preciso lidar com esse medo, trabalhar com esse medo, de ambos os lados”, defende Sarah Bernstein, mediadora de conflitos e especialista em diálogo inter-religioso. Natural do Reino Unido e a viver em Jerusalém há mais de dez anos, Sarah não duvida de que as religiões, podem, e devem, ter um papel fundamental nesse trabalho. Mas “têm de ir além de dizer que são todas religiões de paz”, alerta. “Há muito trabalho a fazer e é preciso aprender a fazê-lo em conjunto”.

“Se as paróquias não forem sinodais e missionárias, a Igreja também não o será”

Papa aos párocos

“Se as paróquias não forem sinodais e missionárias, a Igreja também não o será”

O Papa escreveu uma carta “a todos os párocos do mundo”, exortando-os a serem “construtores duma Igreja sinodal missionária” e a empenharem-se “com entusiasmo neste caminho”, pois “se as paróquias não forem sinodais e missionárias, também a Igreja não o será”, defendeu. No texto, divulgado esta quinta-feira, 2 de maio, e entregue aos participantes no encontro internacional de párocos – que reuniu nos últimos dias mais de 200 presbíteros em Roma -, Francisco deixa “três sugestões que poderão inspirar o estilo de vida e de ação dos pastores”, tendo em vista paróquias mais sinodais.

Vicentinos procuram “novos métodos para caminhar na caridade”

Primeira Assembleia Missionária

Vicentinos procuram “novos métodos para caminhar na caridade”

O carisma da Família Vicentina não vai mudar – a sua missão passará sempre por fazer da caridade “uma ação diária”, seguindo o exemplo de São Vicente de Paulo -, “mas é preciso percebermos o que é que o Espírito Santo nos está a pedir concretamente hoje… porque a caridade é a mesma, mas as pobrezas não”, diz o padre Pedro Guimarães, provincial dos Padres Vicentinos em Portugal. E é para procurar compreender isso mesmo que terá lugar no próximo sábado, 27 de abril, em Fátima, a Primeira Assembleia Missionária dos Vicentinos em Portugal.

Uma exposição que é “um grito de alerta e de revolta” contra a perseguição religiosa

No Museu Diocesano de Santarém

Uma exposição que é “um grito de alerta e de revolta” contra a perseguição religiosa

Poderá haver quem fique chocado com algumas das peças e instalações que integram a exposição “LIBERDADE GARANTIDA” (escrito assim mesmo, em letras garrafais), que é inaugurada este sábado, 20 de abril, no Museu Diocesano de Santarém. Mas talvez isso até seja positivo, diz o autor, Miguel Cardoso. Porque esta exposição “é uma chamada de atenção, um grito de alerta e de revolta que gostaria que se tornasse num agitar de consciências para a duríssima realidade da perseguição religiosa”, explica. Aqueles que se sentirem preparados, ou simplesmente curiosos, podem visitá-la até ao final do ano.

Da Nazaré a Fátima a pé, ou a minha maneira preferida de rezar

Testemunho

Da Nazaré a Fátima a pé, ou a minha maneira preferida de rezar

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Num mundo em guerra, não basta dizer que “todas as religiões são religiões de paz”

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É inegável: há uma “sombra palpável de medo” e uma “ansiedade generalizada” em Israel e na Palestina, que geram cada vez mais violência. O que fazer? “Mais do que lutar contra o medo, é preciso lidar com esse medo, trabalhar com esse medo, de ambos os lados”, defende Sarah Bernstein, mediadora de conflitos e especialista em diálogo inter-religioso. Natural do Reino Unido e a viver em Jerusalém há mais de dez anos, Sarah não duvida de que as religiões, podem, e devem, ter um papel fundamental nesse trabalho. Mas “têm de ir além de dizer que são todas religiões de paz”, alerta. “Há muito trabalho a fazer e é preciso aprender a fazê-lo em conjunto”.

“Se as paróquias não forem sinodais e missionárias, a Igreja também não o será”

Papa aos párocos

“Se as paróquias não forem sinodais e missionárias, a Igreja também não o será”

O Papa escreveu uma carta “a todos os párocos do mundo”, exortando-os a serem “construtores duma Igreja sinodal missionária” e a empenharem-se “com entusiasmo neste caminho”, pois “se as paróquias não forem sinodais e missionárias, também a Igreja não o será”, defendeu. No texto, divulgado esta quinta-feira, 2 de maio, e entregue aos participantes no encontro internacional de párocos – que reuniu nos últimos dias mais de 200 presbíteros em Roma -, Francisco deixa “três sugestões que poderão inspirar o estilo de vida e de ação dos pastores”, tendo em vista paróquias mais sinodais.

Vicentinos procuram “novos métodos para caminhar na caridade”

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A distância e a escrita

[Entre Margens]

A distância e a escrita

Vi há algum tempo a peça de Tiago Rodrigues, La Distance, e pensei sobre as cartas que troco com a minha mãe. Na peça, uma filha parte para outro planeta, num futuro apocalíptico em que a vida na terra se tornou insustentável. O público vive a dor dilacerante do pai que fica, que troca mensagens de voz com a filha, e a quem às tantas ela diz que estão mais próximos, agora. [Texto de Joana Rigato].

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