Passou 30 dias numa prisão militar israelita por ter recusado juntar-se ao exército e combater contra os palestinianos, foi libertado na quinta-feira passada, e esta terça, 23, voltou a ser preso… por manter a sua recusa. Para Tal Mitnick, o mês na prisão só veio reforçar aquilo que já antes pensava: “acredito que não há solução militar para este conflito. Eu sou um pacifista”, diz.












