AGENDA

SOBRE NÓS

ASSINAR

APOIAR

Artigos de Clara Raimundo
“As pessoas são violadas e assassinadas, enquanto os negócios que provocam morte continuam a prosperar”

Papa escutou testemunhos

“As pessoas são violadas e assassinadas, enquanto os negócios que provocam morte continuam a prosperar”

“Bunia, Beni-Butembo, Goma, Masisi, Rutshuru, Bukavu, Uvira… são lugares que os meios de comunicação internacionais quase nunca mencionam”, mas que Francisco fez questão de nomear na tarde desta quarta-feira, 1 de fevereiro. Fê-lo durante um encontro com vítimas de violência oriundas precisamente de alguns desses locais, que ficam no leste da República Democrática do Congo, região que tem sido alvo de atrocidades por parte de grupos armados. Depois de escutar os seus testemunhos dramáticos, confessou que não é fácil encontrar palavras.

“Romper a espiral da violência” é uma opção, garante o Papa

Segundo dia na RD Congo

“Romper a espiral da violência” é uma opção, garante o Papa

“Esengo – alegria!” Assim iniciou Francisco a sua homilia na missa da manhã desta quarta-feira, 1 de fevereiro, que decorreu no aeroporto Ndolo, em Kinshasa, capital da República Democrática do Congo (RDC). E a mesma palavra descreve na perfeição o ambiente que se viveu do início ao fim da celebração. Um ambiente pleno de cor, música e dança, em que ressoou a mensagem do Papa: sim, a paz é possível, se escolhermos “romper a espiral da violência”.

Papa Francisco no Congo: A ousadia de mostrar ao mundo o que o mundo não quer ver

40ª viagem apostólica

Papa Francisco no Congo: A ousadia de mostrar ao mundo o que o mundo não quer ver

O Papa acaba de embarcar naquela que tem sido descrita como uma das viagens mais ousadas do seu pontificado, mas cujos riscos associados não foram motivo suficiente para que abdicasse de a fazer. Apesar dos problemas de saúde que o obrigaram a adiá-la, Francisco insistiu sempre que queria ir à República Democrática do Congo e ao Sudão do Sul. Mais do que uma viagem, esta é uma missão de paz. E no Congo, em particular, onde os conflitos já custaram a vida de mais de seis milhões de pessoas e cuja região leste tem sido atingida por uma violência sem precedentes, a presença do Papa será determinante para mostrar a toda a comunidade internacional aquilo que ela parece não querer ver.

Vaticano pede aos bispos que não instrumentalizem as assembleias continentais do Sínodo

Carta assinada por Grech e Hollerich

Vaticano pede aos bispos que não instrumentalizem as assembleias continentais do Sínodo

Os cardeais Mario Grech e Jean Claude Hollerich, secretário-geral e relator-geral do Sínodo, escreveram uma carta aos bispos do mundo inteiro partilhando algumas considerações que estes deverão ter em conta nas assembleias continentais que se aproximam. Na missiva, divulgada esta segunda-feira, 30 de janeiro, no site do Sínodo, pedem em particular que não instrumentalizem esta nova fase, nem descurem aquela que foi “a consulta do Povo de Deus” realizada na primeira etapa.

E se os Simpsons fossem uma família judia deportada para Auschwitz?

Murais recordam vítimas do Holocausto

E se os Simpsons fossem uma família judia deportada para Auschwitz?

Homer, Marge, Bart, Lisa e Maggie: se a família criada por Matt Groening tivesse vivido em Itália nos anos 40 e fosse judia, teria certamente sido forçada a partir da Plataforma 21, na Estação Central de Milão, com destino aos campos de concentração de Auschwitz. Sobreviveriam? O ativista e artista pop contemporâneo aleXsandro Palombo quer acreditar que sim, mas nunca mais seriam os mesmos. Assim, para assinalar o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto (27 de janeiro), retratou-os junto a essa mesma estação, num “antes e depois” que não deixa ninguém que ali passe indiferente.

Câmara de Lisboa investe 35 milhões naquilo que “é o pedido” da Igreja para a JMJ

Vice-presidente esclareceu em conferência

Câmara de Lisboa investe 35 milhões naquilo que “é o pedido” da Igreja para a JMJ

A construção das infraestruturas nos quatro espaços da cidade de Lisboa conde irão decorrer os principais momentos da Jornada Mundial da Juventude irá custar à autarquia da capital 35 milhões de euros. O vice-presidente da Câmara, Filipe Anacoreta Correia, apresentou os detalhes desse investimento numa conferência de imprensa que decorreu esta quarta-feira, 25 de janeiro, no Parque Tejo, um dia depois de o Observador ter divulgado que a construção do “altar-palco”, onde decorrerão a vigília e missa de encerramento da jornada, foi adjudicada por 4,2 milhões. O autarca, que tem o pelouro da JMJ na vereação lisboeta, garante que este palco “corresponde àquilo que é o pedido pelo promotor” da Jornada e que, face aos requisitos exigidos pela Fundação JMJ e pela Santa Sé, foi escolhida a proposta com o melhor preço.

“As pessoas são violadas e assassinadas, enquanto os negócios que provocam morte continuam a prosperar”

Papa escutou testemunhos

“As pessoas são violadas e assassinadas, enquanto os negócios que provocam morte continuam a prosperar”

“Bunia, Beni-Butembo, Goma, Masisi, Rutshuru, Bukavu, Uvira… são lugares que os meios de comunicação internacionais quase nunca mencionam”, mas que Francisco fez questão de nomear na tarde desta quarta-feira, 1 de fevereiro. Fê-lo durante um encontro com vítimas de violência oriundas precisamente de alguns desses locais, que ficam no leste da República Democrática do Congo, região que tem sido alvo de atrocidades por parte de grupos armados. Depois de escutar os seus testemunhos dramáticos, confessou que não é fácil encontrar palavras.

“Romper a espiral da violência” é uma opção, garante o Papa

Segundo dia na RD Congo

“Romper a espiral da violência” é uma opção, garante o Papa

“Esengo – alegria!” Assim iniciou Francisco a sua homilia na missa da manhã desta quarta-feira, 1 de fevereiro, que decorreu no aeroporto Ndolo, em Kinshasa, capital da República Democrática do Congo (RDC). E a mesma palavra descreve na perfeição o ambiente que se viveu do início ao fim da celebração. Um ambiente pleno de cor, música e dança, em que ressoou a mensagem do Papa: sim, a paz é possível, se escolhermos “romper a espiral da violência”.

Papa Francisco no Congo: A ousadia de mostrar ao mundo o que o mundo não quer ver

40ª viagem apostólica

Papa Francisco no Congo: A ousadia de mostrar ao mundo o que o mundo não quer ver

O Papa acaba de embarcar naquela que tem sido descrita como uma das viagens mais ousadas do seu pontificado, mas cujos riscos associados não foram motivo suficiente para que abdicasse de a fazer. Apesar dos problemas de saúde que o obrigaram a adiá-la, Francisco insistiu sempre que queria ir à República Democrática do Congo e ao Sudão do Sul. Mais do que uma viagem, esta é uma missão de paz. E no Congo, em particular, onde os conflitos já custaram a vida de mais de seis milhões de pessoas e cuja região leste tem sido atingida por uma violência sem precedentes, a presença do Papa será determinante para mostrar a toda a comunidade internacional aquilo que ela parece não querer ver.

Vaticano pede aos bispos que não instrumentalizem as assembleias continentais do Sínodo

Carta assinada por Grech e Hollerich

Vaticano pede aos bispos que não instrumentalizem as assembleias continentais do Sínodo

Os cardeais Mario Grech e Jean Claude Hollerich, secretário-geral e relator-geral do Sínodo, escreveram uma carta aos bispos do mundo inteiro partilhando algumas considerações que estes deverão ter em conta nas assembleias continentais que se aproximam. Na missiva, divulgada esta segunda-feira, 30 de janeiro, no site do Sínodo, pedem em particular que não instrumentalizem esta nova fase, nem descurem aquela que foi “a consulta do Povo de Deus” realizada na primeira etapa.

E se os Simpsons fossem uma família judia deportada para Auschwitz?

Murais recordam vítimas do Holocausto

E se os Simpsons fossem uma família judia deportada para Auschwitz?

Homer, Marge, Bart, Lisa e Maggie: se a família criada por Matt Groening tivesse vivido em Itália nos anos 40 e fosse judia, teria certamente sido forçada a partir da Plataforma 21, na Estação Central de Milão, com destino aos campos de concentração de Auschwitz. Sobreviveriam? O ativista e artista pop contemporâneo aleXsandro Palombo quer acreditar que sim, mas nunca mais seriam os mesmos. Assim, para assinalar o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto (27 de janeiro), retratou-os junto a essa mesma estação, num “antes e depois” que não deixa ninguém que ali passe indiferente.

Câmara de Lisboa investe 35 milhões naquilo que “é o pedido” da Igreja para a JMJ

Vice-presidente esclareceu em conferência

Câmara de Lisboa investe 35 milhões naquilo que “é o pedido” da Igreja para a JMJ

A construção das infraestruturas nos quatro espaços da cidade de Lisboa conde irão decorrer os principais momentos da Jornada Mundial da Juventude irá custar à autarquia da capital 35 milhões de euros. O vice-presidente da Câmara, Filipe Anacoreta Correia, apresentou os detalhes desse investimento numa conferência de imprensa que decorreu esta quarta-feira, 25 de janeiro, no Parque Tejo, um dia depois de o Observador ter divulgado que a construção do “altar-palco”, onde decorrerão a vigília e missa de encerramento da jornada, foi adjudicada por 4,2 milhões. O autarca, que tem o pelouro da JMJ na vereação lisboeta, garante que este palco “corresponde àquilo que é o pedido pelo promotor” da Jornada e que, face aos requisitos exigidos pela Fundação JMJ e pela Santa Sé, foi escolhida a proposta com o melhor preço.

Últimas Notícias

Últimas Notícias

Clausewitz no Donbass

[Arquipélago Jerusalém]

Clausewitz no Donbass

Carl von Clausewitz morreu em 1831, sem ter conhecido a Ucrânia independente desde 24 de Agosto de 1991 –  drones, mísseis hipersónicos nem as trincheiras do Donbass. Mas conheceu o tirano Napoleão, e combateu-o; conheceu a Rússia, onde serviu em 1812; e percebeu melhor do que muitos estrategas que a guerra nunca é apenas uma questão de forças armadas (…). [Texto de Mendo Castro Henriques].

Quem sou eu? A identidade de quem já não pertence a este mundo

[Entre Margens]

Quem sou eu? A identidade de quem já não pertence a este mundo

Quem sou eu? Talvez esta seja uma das perguntas mais difíceis que podemos fazer. Passamos grande parte da vida a construir uma resposta: somos filhos, pais, amigos, profissionais, cidadãos, membros de uma determinada comunidade. Somos também feitos das nossas histórias, das nossas escolhas, das nossas perdas e das nossas esperanças. Tudo isso contribui para aquilo a que chamamos identidade. Mas o que acontece quando essa identidade é atravessada pela fé? [Texto de Dália Fernandes].

“Transformar a dor em ação e o silêncio em libertação”

Associação “Dar Voz ao Silêncio”

“Transformar a dor em ação e o silêncio em libertação”

A criação no passado dia 18 de agosto da associação “Dar Voz ao Silêncio” obrigou os membros da ex-Comissão Independente para o Estudo dos Abusos Sexuais de Crianças na Igreja Católica Portuguesa (CI) a expressar em comunicado enviado à imprensa serem “alheios à escolha do seu anterior slogan “DAR VOZ AO SILÊNCIO” enquanto designação de uma nova “Associação de Sobreviventes” destes crimes (…)

7MARGENS é um jornal digital
de Religiões, Espiritualidades e Culturas

Propriedade de Associação Porta 18 [ACSFL]
R. da Páscoa, 12 – R/C Dtº – 1250-179 Lisboa | NIPC: 514 876 905
Redação Lisboa: Largo da Luz, 11, 1600-764 LISBOA
IBAN: PT50 0035 0675 0004 6941 7308 1 (CGD)

O 7MARGENS aceita e incentiva a colaboração escrita, em vídeo ou audio dos seus leitores.
Reserva-se o direito de os difundir ou não e aconselha que os textos não excedam os 4.000 caracteres.

Pin It on Pinterest