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Artigos de Florentino Beirão
O maior mistério da vida

O maior mistério da vida

A correria dos familiares para os cemitérios no Dia dos Fiéis Defuntos é um ritual que se vai repetindo ano após ano, transformando estes espaços públicos em jardins, salpicados de flores, onde a saudade e os silêncios se entrelaçam. Na verdade, a morte sempre foi, ao longo da história, um mistério e celebração para todas as civilizações, desde as mais primitivas às desenvolvidas.

Compostela: uma peregrinação de fé e aventura

Compostela: uma peregrinação de fé e aventura

Já com a pandemia parcialmente derrotada, pelas eficazes vacinas que nos vão proporcionando uma maior descontração, iniciamos agora uma nova etapa nas nossas vidas, embora mantendo algumas precauções recomendadas. Já basta de limitações, vivendo nas margens do medo, que nos foi atrofiando muitos momentos da nossa liberdade. Agora, tudo leva a crer, já será o tempo de voltarmos a sonhar com novas aventuras.

Compostela: uma peregrinação de fé e aventura

A longa e iníqua Inquisição

Até ao séc. XV, vigorou no nosso país um clima de convivência pacífica entre cristãos, judeus e muçulmanos, respeitando-se mutuamente. Uma liberdade religiosa apadrinhada pelos primeiros monarcas e pela Igreja. Pelo que se sabe, só nas Cortes de 1361 as minorias judaicas foram episodicamente sujeitas a perseguição por parte dos comerciantes que competiam nos negócios com os judeus.

Compostela: uma peregrinação de fé e aventura

A sociedade e os idosos

Ao longo do último ano, tempo em que já dura a dolorosa pandemia que nos tem retido confinados, embora pelos piores motivos muito se tem falado dos que vivem em residências para idosos. Antes da covid-19, pelo que nos é dado agora saber, uma boa parte dos cidadãos e dos políticos parece que pouco ou nada sabiam do que se passava nestas instituições, quer nas clandestinas quer nas comparticipadas pelo Estado.

Compostela: uma peregrinação de fé e aventura

Pobreza, vergonha de todos nós

O que hoje é novo na nossa situação de pobreza é a falta de autonomia económica e o elevado número de novos casos no país. Quem não ouviu já referir na comunicação social que mesmo pessoas da classe média e, por vezes alta, se encontram a receber apoios do Banco Alimentar, à procura do pão nosso de cada dia para quem, de um momento para o outro, tudo faltou, pelas mais diversas razões das suas vidas?

Compostela: uma peregrinação de fé e aventura

Lares de idosos no fio da navalha

Por más razões, os lares saltaram para as primeiras páginas da comunicação social. Ao longo das últimas semanas, os mortos nestas instituições, legais e ilegais, motivados pela pandemia do covid-19, atingiram cerca de 40% do número total das vítimas mortais (e cerca de 50% em toda a Europa). Trata-se de um elevado número de cidadãos que permaneceram muito esquecidos dos poderes públicos, na fase mais aguda desta devastadora pandemia: a população mais idosa, a mais vulnerável à contaminação pelo vírus.

Compostela: uma peregrinação de fé e aventura

Combate pela dignidade humana: olhar de frente a violência doméstica

Os números não nos enganam. Segundo os dados que vão sendo publicados, a violência doméstica tem aumentado muito, nos últimos anos, no nosso país. Agora, com esta situação de confinamento a que todos estamos forçados, devido à pandemia de covid-19, sem sabermos ao certo quando terá o seu termo, os psiquiatras e psicólogos não se cansam de nos alertar para os múltiplos casos de violência entre casais, fruto da constante proximidade das pessoas, ao longo de tantos dias.

Compostela: uma peregrinação de fé e aventura

Auschwitz, 75 anos: uma visão do inferno

O campo da morte de Auschwitz foi libertado há 75 anos. Alguns sobreviventes do Holocausto ainda nos puderam narrar o que lá sofreram, antes de serem libertados pelos militares soviéticos, em 27 de janeiro de 1945. Tratou-se de um indescritível inferno, um lugar onde toda a esperança morria ao nele se entrar. Onde cada uma das vítimas foi reduzida a um número, tatuado no braço. Dizia-se então, quando se entrava através de um portão com a frase “o trabalho liberta”, que de lá só se podia sair através do fumo de uma chaminé.

O maior mistério da vida

O maior mistério da vida

A correria dos familiares para os cemitérios no Dia dos Fiéis Defuntos é um ritual que se vai repetindo ano após ano, transformando estes espaços públicos em jardins, salpicados de flores, onde a saudade e os silêncios se entrelaçam. Na verdade, a morte sempre foi, ao longo da história, um mistério e celebração para todas as civilizações, desde as mais primitivas às desenvolvidas.

Compostela: uma peregrinação de fé e aventura

Compostela: uma peregrinação de fé e aventura

Já com a pandemia parcialmente derrotada, pelas eficazes vacinas que nos vão proporcionando uma maior descontração, iniciamos agora uma nova etapa nas nossas vidas, embora mantendo algumas precauções recomendadas. Já basta de limitações, vivendo nas margens do medo, que nos foi atrofiando muitos momentos da nossa liberdade. Agora, tudo leva a crer, já será o tempo de voltarmos a sonhar com novas aventuras.

Compostela: uma peregrinação de fé e aventura

A longa e iníqua Inquisição

Até ao séc. XV, vigorou no nosso país um clima de convivência pacífica entre cristãos, judeus e muçulmanos, respeitando-se mutuamente. Uma liberdade religiosa apadrinhada pelos primeiros monarcas e pela Igreja. Pelo que se sabe, só nas Cortes de 1361 as minorias judaicas foram episodicamente sujeitas a perseguição por parte dos comerciantes que competiam nos negócios com os judeus.

Compostela: uma peregrinação de fé e aventura

A sociedade e os idosos

Ao longo do último ano, tempo em que já dura a dolorosa pandemia que nos tem retido confinados, embora pelos piores motivos muito se tem falado dos que vivem em residências para idosos. Antes da covid-19, pelo que nos é dado agora saber, uma boa parte dos cidadãos e dos políticos parece que pouco ou nada sabiam do que se passava nestas instituições, quer nas clandestinas quer nas comparticipadas pelo Estado.

Compostela: uma peregrinação de fé e aventura

Pobreza, vergonha de todos nós

O que hoje é novo na nossa situação de pobreza é a falta de autonomia económica e o elevado número de novos casos no país. Quem não ouviu já referir na comunicação social que mesmo pessoas da classe média e, por vezes alta, se encontram a receber apoios do Banco Alimentar, à procura do pão nosso de cada dia para quem, de um momento para o outro, tudo faltou, pelas mais diversas razões das suas vidas?

Compostela: uma peregrinação de fé e aventura

Lares de idosos no fio da navalha

Por más razões, os lares saltaram para as primeiras páginas da comunicação social. Ao longo das últimas semanas, os mortos nestas instituições, legais e ilegais, motivados pela pandemia do covid-19, atingiram cerca de 40% do número total das vítimas mortais (e cerca de 50% em toda a Europa). Trata-se de um elevado número de cidadãos que permaneceram muito esquecidos dos poderes públicos, na fase mais aguda desta devastadora pandemia: a população mais idosa, a mais vulnerável à contaminação pelo vírus.

Compostela: uma peregrinação de fé e aventura

Combate pela dignidade humana: olhar de frente a violência doméstica

Os números não nos enganam. Segundo os dados que vão sendo publicados, a violência doméstica tem aumentado muito, nos últimos anos, no nosso país. Agora, com esta situação de confinamento a que todos estamos forçados, devido à pandemia de covid-19, sem sabermos ao certo quando terá o seu termo, os psiquiatras e psicólogos não se cansam de nos alertar para os múltiplos casos de violência entre casais, fruto da constante proximidade das pessoas, ao longo de tantos dias.

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Auschwitz, 75 anos: uma visão do inferno

O campo da morte de Auschwitz foi libertado há 75 anos. Alguns sobreviventes do Holocausto ainda nos puderam narrar o que lá sofreram, antes de serem libertados pelos militares soviéticos, em 27 de janeiro de 1945. Tratou-se de um indescritível inferno, um lugar onde toda a esperança morria ao nele se entrar. Onde cada uma das vítimas foi reduzida a um número, tatuado no braço. Dizia-se então, quando se entrava através de um portão com a frase “o trabalho liberta”, que de lá só se podia sair através do fumo de uma chaminé.

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