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Artigos de José Brissos-Lino
O espanto de Simão Cireneu

O espanto de Simão Cireneu

Os evangelhos descrevem com muita brevidade um episódio curioso que integra o relato da Paixão de Cristo. É a cena da Via Dolorosa, quando um tal Simão Cireneu ajuda Jesus a carregar o madeiro até ao Monte do Gólgota, à ordem do centurião que receava que o nazareno condenado à sua guarda desfalecesse antes de ser executado, tendo em conta a tortura a que já tinha sido submetido e o estado de clara vulnerabilidade física em que se encontrava.

O espanto de Simão Cireneu

O princípio de Betânia

Numa sexta-feira, seis dias antes da Páscoa, no regresso de Jericó para Jerusalém, Jesus faz uma pausa em Betânia, uma pequena aldeia a três quilómetros de Jerusalém que visitava regularmente, sendo amigo da família de Lázaro, Marta e Maria. É que no sábado a lei judaica não permitia viajar. Entretanto, um tal Simão denominado “o leproso” (talvez um dos que Jesus tinha curado) convida-o para um jantar no sábado à noite na sua casa, também em Betânia. [Texto de José Brissos-Lino]

O espanto de Simão Cireneu

Amar a Deus, seguir Jesus, viver a vida

No início dum novo ano não adianta gastar tempo a falar das habituais determinações de Ano Novo, que só duram duas ou três semanas… O facto é que passou mais um ano e estamos mais velhos. Fala-se muito no legado que deixamos aos que ficam quando partimos, seja na vida profissional, académica, familiar, artística, política, social ou espiritual. Afinal, qual é o foco da nossa vida? Em que é que estamos a fazer a diferença? [Texto de José Brissos-Lino]

O espanto de Simão Cireneu

A força do Verbo

O texto joanino diz-nos: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez. Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens” (Evangelho de João 1:1-4). (José Brissos-Lino)

O espanto de Simão Cireneu

Deus e a sociedade perfeita

Neste texto do Novo Testamento S. Paulo cita o salmista para dizer que as pessoas vivem na impiedade, por palavras e actos. Não há pessoas perfeitas. Logo, não há famílias perfeitas. Não há comunidades cristãs perfeitas, nem escolas, nem empresas, nem fábricas, nem cidades, nem vizinhanças, nem lideranças políticas, nem governos, nem sociedades perfeitas. (José Brissos Lino)

O espanto de Simão Cireneu

Mentalidade cristã

O Novo Testamento apresenta-nos um texto do apóstolo Paulo, dirigido à comunidade cristã de Roma, que trata da necessidade de renovação da mente, ou seja, de adquirir uma mentalidade cristã. Esta capacidade constituirá talvez a consequência mais directa da conversão a Jesus Cristo.

O espanto de Simão Cireneu

Apenas servos

Servir Deus não tem que ver com a ideia de mera submissão ou o exercício duma tarefa árdua e difícil, mas sim com uma atitude de amor. Aliás, não há outra forma de prestar serviço a Deus a não ser servindo as pessoas.

O espanto de Simão Cireneu

Cartas Vivas

Durante séculos a fio, antes de a escrita ter sido inventada, os homens comunicavam essencialmente de forma oral. Depois os sumérios, os egípcios, os hebreus e os gregos, entre outros, criaram ou desenvolveram formas de registo escrito. Nos tempos do Novo Testamento as cartas eram a forma mais expedita de enviar uma mensagem um pouco mais longa.

O espanto de Simão Cireneu

O espanto de Simão Cireneu

Os evangelhos descrevem com muita brevidade um episódio curioso que integra o relato da Paixão de Cristo. É a cena da Via Dolorosa, quando um tal Simão Cireneu ajuda Jesus a carregar o madeiro até ao Monte do Gólgota, à ordem do centurião que receava que o nazareno condenado à sua guarda desfalecesse antes de ser executado, tendo em conta a tortura a que já tinha sido submetido e o estado de clara vulnerabilidade física em que se encontrava.

O espanto de Simão Cireneu

O princípio de Betânia

Numa sexta-feira, seis dias antes da Páscoa, no regresso de Jericó para Jerusalém, Jesus faz uma pausa em Betânia, uma pequena aldeia a três quilómetros de Jerusalém que visitava regularmente, sendo amigo da família de Lázaro, Marta e Maria. É que no sábado a lei judaica não permitia viajar. Entretanto, um tal Simão denominado “o leproso” (talvez um dos que Jesus tinha curado) convida-o para um jantar no sábado à noite na sua casa, também em Betânia. [Texto de José Brissos-Lino]

O espanto de Simão Cireneu

Amar a Deus, seguir Jesus, viver a vida

No início dum novo ano não adianta gastar tempo a falar das habituais determinações de Ano Novo, que só duram duas ou três semanas… O facto é que passou mais um ano e estamos mais velhos. Fala-se muito no legado que deixamos aos que ficam quando partimos, seja na vida profissional, académica, familiar, artística, política, social ou espiritual. Afinal, qual é o foco da nossa vida? Em que é que estamos a fazer a diferença? [Texto de José Brissos-Lino]

O espanto de Simão Cireneu

A força do Verbo

O texto joanino diz-nos: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez. Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens” (Evangelho de João 1:1-4). (José Brissos-Lino)

O espanto de Simão Cireneu

Deus e a sociedade perfeita

Neste texto do Novo Testamento S. Paulo cita o salmista para dizer que as pessoas vivem na impiedade, por palavras e actos. Não há pessoas perfeitas. Logo, não há famílias perfeitas. Não há comunidades cristãs perfeitas, nem escolas, nem empresas, nem fábricas, nem cidades, nem vizinhanças, nem lideranças políticas, nem governos, nem sociedades perfeitas. (José Brissos Lino)

O espanto de Simão Cireneu

Mentalidade cristã

O Novo Testamento apresenta-nos um texto do apóstolo Paulo, dirigido à comunidade cristã de Roma, que trata da necessidade de renovação da mente, ou seja, de adquirir uma mentalidade cristã. Esta capacidade constituirá talvez a consequência mais directa da conversão a Jesus Cristo.

O espanto de Simão Cireneu

Apenas servos

Servir Deus não tem que ver com a ideia de mera submissão ou o exercício duma tarefa árdua e difícil, mas sim com uma atitude de amor. Aliás, não há outra forma de prestar serviço a Deus a não ser servindo as pessoas.

O espanto de Simão Cireneu

Cartas Vivas

Durante séculos a fio, antes de a escrita ter sido inventada, os homens comunicavam essencialmente de forma oral. Depois os sumérios, os egípcios, os hebreus e os gregos, entre outros, criaram ou desenvolveram formas de registo escrito. Nos tempos do Novo Testamento as cartas eram a forma mais expedita de enviar uma mensagem um pouco mais longa.

Últimas Notícias

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Inteligência lógica e emocional

[Entre Margens]

Inteligência lógica e emocional novidade

Li uma vez que Paulo Freire (educador e filósofo brasileiro, 1921-1997) fez um tipo de desafio com camponeses chilenos, pois “todos” dizem que lavradores são ignorantes e os “letrados” são “oooh! Incríveis!”, os “sabe-tudo”. O desafio era: 10 coisas que os camponeses saberiam fazer e ele, Paulo Freire, não – e vice-versa. [Texto de Denise Sabino, Porto Alegre |Brasil].

“Em que fonte procurámos saciar a nossa sede?”, perguntou o Papa à multidão

Missa na Praça da Concórdia

“Em que fonte procurámos saciar a nossa sede?”, perguntou o Papa à multidão novidade

Foi uma multidão eufórica que, neste sábado ao princípio da tarde, saudou o Papa Leão XIV, mal o papamóvel desembocou na rotunda do Arco do Triunfo, contornou o monumento e seguiu por uns Campos Elísios repletos de pessoas a agitar bandeirinhas. Demorou mais de meia hora até chegar à Praça da Concórdia, onde decorreu a celebração da Eucaristia.

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