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Artigos de Luísa Ribeiro Ferreira
“Uma beleza que nos salva”

[Nas margens da filosofia (LXXVI)]

“Uma beleza que nos salva”

Nos valores que a filosofia platónica nos legou, a bondade e a beleza identificam-se e ocupam um lugar de destaque, o que nem sempre acontece nos pensadores que se lhes seguiram. De facto, a ética e a estética constituíram-se enquanto domínios próprios, elegendo os seus valores que por vezes se cruzam, mas que são autónomos na apresentação que deles têm feito os diferentes filósofos. [Texto de Luísa Ribeiro Ferreira].

Donald – um provinciano perigoso

[Nas margens da filosofia (LXXV)]

Donald – um provinciano perigoso

 Muitos houve que se habituaram a considerar os Estados Unidos da América como um país precursor da defesa dos direitos das liberdades individuais. Hoje é altura de estarmos atentos a outras vozes e de admitir como justa a censura daqueles que aprenderam – muitas vezes com o exemplo americano – a amar a liberdade. [Texto de Luísa Ribeiro Ferreira].

Tempos de espera – o relato de um caso

[Nas margens da filosofia (LXXIII)]

Tempos de espera – o relato de um caso

Este meu texto não tem como objectivo elogiar as fugas dos serviços de urgência, mas apenas alertar os mesmos para a necessidade de se ir informando os doentes quando a espera é muito longa, o que facilmente poderá ser feito no quadro electrónico onde se registam as chamadas. [Texto de Luísa Ribeiro Ferreira]

A importância de um sorriso

[Nas margens da filosofia (LXXI)]

A importância de um sorriso

Dirigi-me à loja do costume e verifiquei que a mesma tinha sido sujeita a obras. A grande diferença estava na ausência de colorido, pois praticamente tudo era em tons de preto, branco ou cinzento, cores pardas que pouco me seduzem. Também constatei que havia muito menos empregadas do que era habitual. [Crónica de Luísa Ribeiro Ferreira]

A propósito da arrogância de alguns cronistas

[Nas margens da filosofia (LXX)]

A propósito da arrogância de alguns cronistas

Sou leitora atenta de jornais (semanais e diários) que geralmente leio de uma ponta a outra, dando um particular relevo às crónicas pois de um modo geral são uma escrita variada, interessante, informativa e mais solta do que os habituais artigos e notícias. Como por vezes aparece uma foto a identificar os seus autores ou autoras é possível reconhecê-los se por caso nos cruzamos na rua com eles (ou com elas). [Texto de Luísa Ribeiro Ferreira].

Mais uma vez pelo mês de Janeiro

[Nas margens da filosofia (LXIX)]

Mais uma vez pelo mês de Janeiro

Como tem sido habitual, todos os anos pelo mês de Janeiro inicia-se um curso na Capela do Rato genericamente designado como Filosofia, Literatura e Espiritualidade. Em 2025 o tema escolhido foi A Amizade, à serão dedicadas doze sessões, orientadas por diferentes conferencistas a partir de uma obra por eles escolhida. O curso terá início em 2o de janeiro.

Filosofar é aprender a viver

[Nas margens da filosofia (LXVIII)]

Filosofar é aprender a viver

Na sequência do meu último texto no 7 margens, no qual recorri à tese de  Karl Jaspers, para quem filosofar é estar a caminho, lembro uma posição aparentemente contrária, defendida por Montaigne, um filósofo francês do século XVII, para quem “Filosofar é aprender a morrer.” [Texto de Luísa Ribeiro Ferreira].

“Uma beleza que nos salva”

[Nas margens da filosofia (LXXVI)]

“Uma beleza que nos salva”

Nos valores que a filosofia platónica nos legou, a bondade e a beleza identificam-se e ocupam um lugar de destaque, o que nem sempre acontece nos pensadores que se lhes seguiram. De facto, a ética e a estética constituíram-se enquanto domínios próprios, elegendo os seus valores que por vezes se cruzam, mas que são autónomos na apresentação que deles têm feito os diferentes filósofos. [Texto de Luísa Ribeiro Ferreira].

Donald – um provinciano perigoso

[Nas margens da filosofia (LXXV)]

Donald – um provinciano perigoso

 Muitos houve que se habituaram a considerar os Estados Unidos da América como um país precursor da defesa dos direitos das liberdades individuais. Hoje é altura de estarmos atentos a outras vozes e de admitir como justa a censura daqueles que aprenderam – muitas vezes com o exemplo americano – a amar a liberdade. [Texto de Luísa Ribeiro Ferreira].

Tempos de espera – o relato de um caso

[Nas margens da filosofia (LXXIII)]

Tempos de espera – o relato de um caso

Este meu texto não tem como objectivo elogiar as fugas dos serviços de urgência, mas apenas alertar os mesmos para a necessidade de se ir informando os doentes quando a espera é muito longa, o que facilmente poderá ser feito no quadro electrónico onde se registam as chamadas. [Texto de Luísa Ribeiro Ferreira]

A importância de um sorriso

[Nas margens da filosofia (LXXI)]

A importância de um sorriso

Dirigi-me à loja do costume e verifiquei que a mesma tinha sido sujeita a obras. A grande diferença estava na ausência de colorido, pois praticamente tudo era em tons de preto, branco ou cinzento, cores pardas que pouco me seduzem. Também constatei que havia muito menos empregadas do que era habitual. [Crónica de Luísa Ribeiro Ferreira]

A propósito da arrogância de alguns cronistas

[Nas margens da filosofia (LXX)]

A propósito da arrogância de alguns cronistas

Sou leitora atenta de jornais (semanais e diários) que geralmente leio de uma ponta a outra, dando um particular relevo às crónicas pois de um modo geral são uma escrita variada, interessante, informativa e mais solta do que os habituais artigos e notícias. Como por vezes aparece uma foto a identificar os seus autores ou autoras é possível reconhecê-los se por caso nos cruzamos na rua com eles (ou com elas). [Texto de Luísa Ribeiro Ferreira].

Mais uma vez pelo mês de Janeiro

[Nas margens da filosofia (LXIX)]

Mais uma vez pelo mês de Janeiro

Como tem sido habitual, todos os anos pelo mês de Janeiro inicia-se um curso na Capela do Rato genericamente designado como Filosofia, Literatura e Espiritualidade. Em 2025 o tema escolhido foi A Amizade, à serão dedicadas doze sessões, orientadas por diferentes conferencistas a partir de uma obra por eles escolhida. O curso terá início em 2o de janeiro.

Filosofar é aprender a viver

[Nas margens da filosofia (LXVIII)]

Filosofar é aprender a viver

Na sequência do meu último texto no 7 margens, no qual recorri à tese de  Karl Jaspers, para quem filosofar é estar a caminho, lembro uma posição aparentemente contrária, defendida por Montaigne, um filósofo francês do século XVII, para quem “Filosofar é aprender a morrer.” [Texto de Luísa Ribeiro Ferreira].

Últimas Notícias

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O meu tio Fred

[Arquipélago Jerusalém]

O meu tio Fred novidade

Contra a vaga da direita radical e de antisemitismo que assalta a França e a Alemanha e que tem expressão em vitórias eleitorais, gostaria de evocar o legado do meu tio-bisavô Fréderic Kohn-Abrest (1850-1893). Foi um ilustre jornalista, dramaturgo e ensaísta que viveu entre Paris e Viena e lutou nesses tempos longínquos para criar pontes entre os europeus. [Texto de Mendo Castro Henriques].

Disponibilizada tradução provisória do Livro de Baruc e Carta de Jeremias

Bíblia da CEP

Disponibilizada tradução provisória do Livro de Baruc e Carta de Jeremias novidade

A Comissão Coordenadora da Tradução da Bíblia da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) disponibilizou a tradução provisória do Livro de Baruc e da Carta de Jeremias, dando continuidade ao processo de revisão e tradução dos textos bíblicos. Como nas restantes publicações, a comissão convida os leitores a enviar sugestões e comentários para contribuir para a revisão do texto.

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