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Artigos de Mário Rui de Oliveira
A Estrela e o Espelho: compreender hoje os pecados capitais

[Pré-publicação]

A Estrela e o Espelho: compreender hoje os pecados capitais

“A tradição cristã, contudo, consciente de que somos criaturas feridas, sempre insistiu em que há uma longa batalha a travar contra as tentações que nos assediam, isolando algumas como especialmente poderosas.” A sugestão é do livro do padre Mário Rui de Oliveira, a apresentar em Lisboa (dia 5) e Braga (30). Com imagens de Giancarlo Pavanello. [Pré-publicação]

A Via-Sacra do Logos: O percurso verbo-visual de Giancarlo Pavanello (1944)

Exposição em Braga

A Via-Sacra do Logos: O percurso verbo-visual de Giancarlo Pavanello (1944)

A partir desta sexta-feira, 21, e até ao Domingo de Páscoa, estará na Zet Gallery (rua do Raio, 175), em Braga, uma exposição do artista italiano Giancarlo Pavanello dedicada ao tema da Via-Sacra do Logos. Uma das versões está atualmente na exposição do Dicastério para celebrar o Jubileu dos artista e cultura. A outra é a que será exposta em Braga durante este tempo, incluída num conjunto de mais de 300 obras do artista, expostas em três lugares: Zet Gallery, Museu Pio XII e Biblioteca Municipal Lúcio Craveiro da Silva.

“Mas o maior de todos é o Agostinho Barbosa” – o grande canonista esquecido do século XVII

Um português esquecido

“Mas o maior de todos é o Agostinho Barbosa” – o grande canonista esquecido do século XVII

O texto do Pe Mário Rui de Oliveira corresponde à intervenção de apresentação do livro Agostinho Barbosa. L’attività Spirituale del Giurista e Sacerdote Portoghese Nella Villa e Corte di Madrid, de Massimo Bergonzini, que decorreu em Roma na última quinta-feira, 7. O livro está integrado na coleção Atti e Documenti do Pontifício Comité de Ciências Históricas da Santa Sé, que tem como presidente o bispo português Carlos Azevedo.

Frei Bernardo de Vasconcelos e o I Congresso Eucarístico Nacional (1924)

Frei Bernardo de Vasconcelos e o I Congresso Eucarístico Nacional (1924)

No rescaldo dos dias de graça, intensos e maravilhosos, do V Congresso Eucarístico Nacional (31 de Maio a 2 de Junho 2024), organizado pela  Arquidiocese de Braga, cidade que organizou e recebeu também o I Congresso Eucarístico Nacional  em 1924, contando com a presença de tantos ilustres Servos de Deus, gostaríamos de dar a conhecer algumas notas da participação do Venerável monge poeta Bernardo Vaz Lobo Teixeira de Vasconcelos. [Texto de Mário Rui de Oliveira]

Frei Bernardo de Vasconcelos e o I Congresso Eucarístico Nacional (1924)

O “caso” frei Bernardo de Vasconcelos: 100 anos da sua vocação monacal e uma carta

Vem isto a propósito de uma efeméride que concerne o jovem Frei Bernardo de Vasconcelos (1902-1932), monge poeta a quem os colegas de Coimbra amavam chamar “o Bernardo do Marvão”, nome pelo qual era conhecido nas vestes de bardo, natural de São Romão do Corgo, em Celorico de Basto, Arquidiocese de Braga, que a Igreja declarou Venerável e que, se Deus quiser (e quando quiser), será beatificado e canonizado. (Pe Mário Rui de Oliveira)

Frei Bernardo de Vasconcelos e o I Congresso Eucarístico Nacional (1924)

“Bread and roses”

Frei Bernardo nasceu em 7 de julho de 1902 e morreu a 4 de julho de 1932, prestes a cumprir 30 anos. No dia em que morreu, domingo, estava prestes a chegar o seu livro de poemas místicos Cântico de Amor. Toda a sua vida foi marcada pela dor e doença. Em Lovaina, Belgica, já monge beneditino, foi-lhe diagnosticado o Mal de Pott, uma espécie de tuberculose óssea, que o massacrou e moeu como trigo para pão.

Recordar o centenário do nascimento, quando Eugénio foi senha da revolução de Tiananmen

“Como se amanhecesse”

Recordar o centenário do nascimento, quando Eugénio foi senha da revolução de Tiananmen

Provavelmente são muito poucos, ou quase ninguém, os que sabem desta história. Nunca a vi escrita, nem mencionada nas inúmeras notícias ou biografias do Eugénio, nem muito menos nas crónicas sobre o que aconteceu em Tiananmen, há muitos anos. Tão pouco dá conta disso o seu tradutor em chinês, Yao Jingming, que conheceu o poeta em 1988. É disso que pretendo dar testemunho, ad perpetuam rei memoriam, no dia em que o Eugénio de Andrade celebraria cem anos de vida.

A Estrela e o Espelho: compreender hoje os pecados capitais

[Pré-publicação]

A Estrela e o Espelho: compreender hoje os pecados capitais

“A tradição cristã, contudo, consciente de que somos criaturas feridas, sempre insistiu em que há uma longa batalha a travar contra as tentações que nos assediam, isolando algumas como especialmente poderosas.” A sugestão é do livro do padre Mário Rui de Oliveira, a apresentar em Lisboa (dia 5) e Braga (30). Com imagens de Giancarlo Pavanello. [Pré-publicação]

A Via-Sacra do Logos: O percurso verbo-visual de Giancarlo Pavanello (1944)

Exposição em Braga

A Via-Sacra do Logos: O percurso verbo-visual de Giancarlo Pavanello (1944)

A partir desta sexta-feira, 21, e até ao Domingo de Páscoa, estará na Zet Gallery (rua do Raio, 175), em Braga, uma exposição do artista italiano Giancarlo Pavanello dedicada ao tema da Via-Sacra do Logos. Uma das versões está atualmente na exposição do Dicastério para celebrar o Jubileu dos artista e cultura. A outra é a que será exposta em Braga durante este tempo, incluída num conjunto de mais de 300 obras do artista, expostas em três lugares: Zet Gallery, Museu Pio XII e Biblioteca Municipal Lúcio Craveiro da Silva.

“Mas o maior de todos é o Agostinho Barbosa” – o grande canonista esquecido do século XVII

Um português esquecido

“Mas o maior de todos é o Agostinho Barbosa” – o grande canonista esquecido do século XVII

O texto do Pe Mário Rui de Oliveira corresponde à intervenção de apresentação do livro Agostinho Barbosa. L’attività Spirituale del Giurista e Sacerdote Portoghese Nella Villa e Corte di Madrid, de Massimo Bergonzini, que decorreu em Roma na última quinta-feira, 7. O livro está integrado na coleção Atti e Documenti do Pontifício Comité de Ciências Históricas da Santa Sé, que tem como presidente o bispo português Carlos Azevedo.

Frei Bernardo de Vasconcelos e o I Congresso Eucarístico Nacional (1924)

Frei Bernardo de Vasconcelos e o I Congresso Eucarístico Nacional (1924)

No rescaldo dos dias de graça, intensos e maravilhosos, do V Congresso Eucarístico Nacional (31 de Maio a 2 de Junho 2024), organizado pela  Arquidiocese de Braga, cidade que organizou e recebeu também o I Congresso Eucarístico Nacional  em 1924, contando com a presença de tantos ilustres Servos de Deus, gostaríamos de dar a conhecer algumas notas da participação do Venerável monge poeta Bernardo Vaz Lobo Teixeira de Vasconcelos. [Texto de Mário Rui de Oliveira]

Frei Bernardo de Vasconcelos e o I Congresso Eucarístico Nacional (1924)

O “caso” frei Bernardo de Vasconcelos: 100 anos da sua vocação monacal e uma carta

Vem isto a propósito de uma efeméride que concerne o jovem Frei Bernardo de Vasconcelos (1902-1932), monge poeta a quem os colegas de Coimbra amavam chamar “o Bernardo do Marvão”, nome pelo qual era conhecido nas vestes de bardo, natural de São Romão do Corgo, em Celorico de Basto, Arquidiocese de Braga, que a Igreja declarou Venerável e que, se Deus quiser (e quando quiser), será beatificado e canonizado. (Pe Mário Rui de Oliveira)

Frei Bernardo de Vasconcelos e o I Congresso Eucarístico Nacional (1924)

“Bread and roses”

Frei Bernardo nasceu em 7 de julho de 1902 e morreu a 4 de julho de 1932, prestes a cumprir 30 anos. No dia em que morreu, domingo, estava prestes a chegar o seu livro de poemas místicos Cântico de Amor. Toda a sua vida foi marcada pela dor e doença. Em Lovaina, Belgica, já monge beneditino, foi-lhe diagnosticado o Mal de Pott, uma espécie de tuberculose óssea, que o massacrou e moeu como trigo para pão.

Recordar o centenário do nascimento, quando Eugénio foi senha da revolução de Tiananmen

“Como se amanhecesse”

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Provavelmente são muito poucos, ou quase ninguém, os que sabem desta história. Nunca a vi escrita, nem mencionada nas inúmeras notícias ou biografias do Eugénio, nem muito menos nas crónicas sobre o que aconteceu em Tiananmen, há muitos anos. Tão pouco dá conta disso o seu tradutor em chinês, Yao Jingming, que conheceu o poeta em 1988. É disso que pretendo dar testemunho, ad perpetuam rei memoriam, no dia em que o Eugénio de Andrade celebraria cem anos de vida.

Últimas Notícias

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João da Cruz, o domínio do verso

Ano Jubilar de São João da Cruz (8)

João da Cruz, o domínio do verso novidade

Até Dezembro decorre o ano jubilar de São João da Cruz, celebrando o terceiro centenário da canonização e os 100 anos da sua proclamação como Doutor da Igreja Católica. O jubileu tem como lema “A esperança alcança tanto quanto espera” e propõe itinerários de renovação espiritual e mística. A propósito do ano jubilar, o 7MARGENS propõe mensalmente, aos dias 13/14 (assinalando o dia da sua morte, a 14 de Dezembro de 1591), um conjunto de textos do padre carmelita e teólogo Armindo Vaz. 

Um livro também nos pode revelar memórias

Trago comigo (16)

Um livro também nos pode revelar memórias novidade

Neste décimo sexto texto, e último dessa rubrica que intitulamos “Trago comigo”, remetendo para a ideia de alguma coisa pessoalmente significativa que cada qual guarda na sua memória, José Centeio, usando como pretexto o livro de Irene Vallejo “Manifesto pela Leitura”, revela-nos as suas memórias na descoberta da leitura e a sua paixão pelos livros.

Vinte e cinco anos depois

7Partidas

Vinte e cinco anos depois

Em 2001, vivíamos em San Francisco. Naquela segunda-feira, dia 11 de Setembro, fomos acordados pelo meu sogro, que nos ligava da Alemanha para avisar que os EUA estavam a ser atacados. Em San Francisco era ainda madrugada; em Nova Iorque passava das nove da manhã, e as duas torres já estavam a arder. [Texto de Helena Araújo].

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