A ideia (“Sempre que nos abrimos, prosperamos; sempre que nos fechamos, regredimos”) vem responder a outra, que se vem propagando: a de que poderá ser aceitável o acolhimento de imigrantes que nos são culturalmente próximos (como os lusófonos), mas já não os que nos são culturalmente distantes, como os oriundos do Industão ou de religião muçulmana. [Texto de Pedro Vaz Patto].





