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Artigos de Pedro Vaz Patto
Não violência ativa e legítima defesa

[Entre Margens]

Não violência ativa e legítima defesa

Num tempo em que os ventos sopram no sentido da preparação para a guerra como uma inevitabilidade e do reforço do armamento como fundamento da paz, a nota da Conferência Episcopal Italiana “Educare a una pace disarmata e disarmante”, pela rejeição da legitimidade da guerra merece reflexão. [Texto de Pedro Vaz Patto]

Não violência ativa e legítima defesa

[Entre Margens]

Viver como cristãos num mundo não cristão

Conhecer a atitude dos primeiros cristãos num mundo hostil e que se guiava por critérios existenciais, morais e culturais bem distantes dos seus, é o objeto do livro do historiador italiano Leonardo Lugaresi Vivere da cristiani in un mondo non cristiano – L´ esempio dei primi secoli (Lindau, Turim, 2020). [Texto de Pedro Vaz Patto].

Não violência ativa e legítima defesa

[Entre Margens]

Migrações e culturas

A ideia (“Sempre que nos abrimos, prosperamos; sempre que nos fechamos, regredimos”) vem responder a outra, que se vem propagando: a de que poderá ser aceitável o acolhimento de imigrantes que nos são culturalmente próximos (como os lusófonos), mas já não os que nos são culturalmente distantes, como os oriundos do Industão ou de religião muçulmana. [Texto de Pedro Vaz Patto].

Não violência ativa e legítima defesa

Entre Margens

Um novo muro de Berlim?

Fiquei particularmente impressionado com uma declaração recente do primeiro-ministro polaco que considera nunca termos estado, desde o fim da Segunda Guerra Mundial, tão próximos como hoje da situação que se vivia antes do eclodir dessa guerra. [Texto de Pedro Vaz Patto].

Não violência ativa e legítima defesa

Entre Margens

Da mão de obra à pessoa

Tem sido criticada a deliberação do Tribunal Constitucional que declarou a inconstitucionalidade de normas que limitavam o direito ao reagrupamento familiar de imigrantes com a alegação de que tal declaração se basearia num juízo político, mais do que jurídico, e implicaria, por isso, uma invasão das atribuições do legislador com ofensa da separação de poderes. [Texto de Pedro Vaz Patto].

Não violência ativa e legítima defesa

Entre Margens

A regra de ouro

Quando há dias li a notícia da oposição de muitas pessoas à construção (já autorizada pelas autoridades competentes) de uma igreja cristã numa localidade da Indonésia, não pude deixar de associar essa notícias às que entre nós relatam a oposição à construção de mesquitas, como a que está projetada para Samora Correia. [Texto de Pedro Vaz Patto].

Não violência ativa e legítima defesa

O valor do domingo para todos

Pouca atenção foi dada à recente discussão parlamentar de uma petição de proibição de trabalho aos domingos e feriados em grandes superfícies comerciais. Razões económicas são invocadas para rejeitar liminarmente esse pedido. [Texto de Pedro Vaz Patto].

Não violência ativa e legítima defesa

Repor a verdade

Em representação da coordenação das comissões diocesanas de proteção de menores e adultos vulneráveis, tenho participado nas chamadas “comissões de instrução” dos processos de atribuição de compensações financeiras a vítimas de abusos sexuais praticados no âmbito da Igreja Católica. Ao ler uma boa parte das notícias relativas à forma como tem decorrido este processo, vejo-me na necessidade de repor a verdade a esse respeito. [Texto de Pedro Vaz Patto].

Não violência ativa e legítima defesa

[Entre Margens]

Não violência ativa e legítima defesa

Num tempo em que os ventos sopram no sentido da preparação para a guerra como uma inevitabilidade e do reforço do armamento como fundamento da paz, a nota da Conferência Episcopal Italiana “Educare a una pace disarmata e disarmante”, pela rejeição da legitimidade da guerra merece reflexão. [Texto de Pedro Vaz Patto]

Não violência ativa e legítima defesa

[Entre Margens]

Viver como cristãos num mundo não cristão

Conhecer a atitude dos primeiros cristãos num mundo hostil e que se guiava por critérios existenciais, morais e culturais bem distantes dos seus, é o objeto do livro do historiador italiano Leonardo Lugaresi Vivere da cristiani in un mondo non cristiano – L´ esempio dei primi secoli (Lindau, Turim, 2020). [Texto de Pedro Vaz Patto].

Não violência ativa e legítima defesa

[Entre Margens]

Migrações e culturas

A ideia (“Sempre que nos abrimos, prosperamos; sempre que nos fechamos, regredimos”) vem responder a outra, que se vem propagando: a de que poderá ser aceitável o acolhimento de imigrantes que nos são culturalmente próximos (como os lusófonos), mas já não os que nos são culturalmente distantes, como os oriundos do Industão ou de religião muçulmana. [Texto de Pedro Vaz Patto].

Não violência ativa e legítima defesa

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Um novo muro de Berlim?

Fiquei particularmente impressionado com uma declaração recente do primeiro-ministro polaco que considera nunca termos estado, desde o fim da Segunda Guerra Mundial, tão próximos como hoje da situação que se vivia antes do eclodir dessa guerra. [Texto de Pedro Vaz Patto].

Não violência ativa e legítima defesa

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Da mão de obra à pessoa

Tem sido criticada a deliberação do Tribunal Constitucional que declarou a inconstitucionalidade de normas que limitavam o direito ao reagrupamento familiar de imigrantes com a alegação de que tal declaração se basearia num juízo político, mais do que jurídico, e implicaria, por isso, uma invasão das atribuições do legislador com ofensa da separação de poderes. [Texto de Pedro Vaz Patto].

Não violência ativa e legítima defesa

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A regra de ouro

Quando há dias li a notícia da oposição de muitas pessoas à construção (já autorizada pelas autoridades competentes) de uma igreja cristã numa localidade da Indonésia, não pude deixar de associar essa notícias às que entre nós relatam a oposição à construção de mesquitas, como a que está projetada para Samora Correia. [Texto de Pedro Vaz Patto].

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Pouca atenção foi dada à recente discussão parlamentar de uma petição de proibição de trabalho aos domingos e feriados em grandes superfícies comerciais. Razões económicas são invocadas para rejeitar liminarmente esse pedido. [Texto de Pedro Vaz Patto].

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Repor a verdade

Em representação da coordenação das comissões diocesanas de proteção de menores e adultos vulneráveis, tenho participado nas chamadas “comissões de instrução” dos processos de atribuição de compensações financeiras a vítimas de abusos sexuais praticados no âmbito da Igreja Católica. Ao ler uma boa parte das notícias relativas à forma como tem decorrido este processo, vejo-me na necessidade de repor a verdade a esse respeito. [Texto de Pedro Vaz Patto].

Últimas Notícias

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José Salvador (1941-2026): ecumenismo e dignidade humana

Evocação

José Salvador (1941-2026): ecumenismo e dignidade humana novidade

O pastor José da Silveira Salvador morreu em 24 de outubro de 2026, aos 85 anos. Ao longo de quase seis décadas de ministério, marcou profundamente a vida da Igreja Evangélica Presbiteriana de Portugal, que presidiu durante vários anos. Figura ativa do movimento ecuménico nacional e internacional, fez da solidariedade social, da defesa dos direitos humanos e do compromisso com os mais vulneráveis dimensões fundamentais da sua ação pastoral. [Texto de Joel Lourenço Pinto].

A revolta da beautiful Lisbon perante a crise da habitação

[Entre Margens]

A revolta da beautiful Lisbon perante a crise da habitação novidade

Conhecer um português emigrado é, para muitos, sinónimo de convite a quebrar o gelo com um elogio às praias e à comida, à vida noturna, às tascas e paisagens do Douro. Obrigada Megan, mas não, nunca fui ao resort de luxo do casamento da tua prima. Que giro, Joe, foste ao castelo? Ah não sabes, os nomes das coisas eram compridos, bom, pelo menos aprendeste que aqui é tudo a subir e a descer. [Texto de Maria do Carmo Osório].

Manuela Silva: um colóquio e uma exposição para evocar uma mulher de muitas causas

Na UCP, em Lisboa

Manuela Silva: um colóquio e uma exposição para evocar uma mulher de muitas causas

O percurso e as causas da vida de Manuela Silva, “uma mulher cuja história constitui um importante ponto de partida para a reflexão sobre o catolicismo português na sociedade contemporânea”, mas que teve também grande impacto no ensino da economia e no estudo da pobreza em Portugal, vão ser evocados através de um colóquio e de uma mostra documental abertos ao público.

“Há sempre alguém pior do que tu”

[Lugar (in)comum]

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“Se alguém perde o emprego, há quem tenha perdido a casa. Se alguém passa por um divórcio doloroso, há quem tenha perdido um filho. Se uma pessoa sofre de ansiedade, há quem enfrente uma doença terminal. A comparação nunca termina porque haverá sempre alguém pior.” Mas será o sofrimento uma competição? [Texto de Júlia Costa]

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