Penso que seria bom que o apelo do Papa Francisco, no âmbito do Jubileu que este ano se celebra, a que fosse dado um sinal de esperança a pessoas que sofrem com a reclusão não deixasse de ter alguma resposta no nosso país, não “caísse em saco roto”. Sugeriu ele que esse sinal de esperança seja dado por formas de amnistia e perdão. [Texto de Pedro Vaz Patto].





