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O diálogo entre cristianismo e marxismo antes do 25 de Abril

José Pedro Castanheira

O diálogo entre cristianismo e marxismo antes do 25 de Abril

Era um jovem militante da Juventude Universitária Católica e esteve presente no debate entre o filósofo Mário Sottomayor Cardia e o padre João Resina, meses antes do 25 de abril de 1974 e sem ainda sonhar que o seu futuro passaria pelo jornalismo. A 24 de abril frequentou a última cadeira do curso de Economia, na véspera da sociedade portuguesa mudar e, com ela, a vida de José Pedro Castanheira.

É o 25 de Abril e isso nos basta!

É o 25 de Abril e isso nos basta!

O 25 de Abril anda escondido por detrás dos balanços que dele fazemos. Daquilo que depois dele conseguimos concretizar e do que não fomos capazes de realizar. Incluindo o que ainda hoje continua por resolver na nossa sociedade ou nela emerge para nossa desgraça.

As minorias religiosas que o Estado Novo perseguiu e matou

7MARGENS/Antena 1

As minorias religiosas que o Estado Novo perseguiu e matou

A PIDE, polícia política do regime ditatorial do Estado Novo, matou um bahá’í na Guiné e um protestante em Moçambique. Antes do 25 de Abril, as minorias religiosas eram discriminadas e perseguidas pela ditadura. Depois da Revolução ajudaram a que se chegasse a uma nova Lei da Liberdade Religiosa.

Uma experiência na construção da democracia:  O Serviço Médico na Periferia (1975-1982)

Uma experiência na construção da democracia: O Serviço Médico na Periferia (1975-1982)

Este ano, celebram-se os 50 anos do 25 de abril de 1974, data que assinala o fim da ditadura em Portugal.  Ao som da melodia da música “Liberdade”, de Sérgio Godinho, o país testemunhou uma série de conquistas democráticas que moldaram sua história. Nessa época, uma das prementes necessidades básicas da população portuguesa, a que era essencial responder, foi o direito de aceder a cuidados de saúde. Em linha com esta necessidade foi criado, em 1975, o Serviço Médico na Periferia (SMP). [Texto de Marta Cerqueira]

Ilustrar Abril e desfilar com os cartazes

Iniciativa da Amnistia

Ilustrar Abril e desfilar com os cartazes

Cinco ilustradores foram desafiados pela Amnistia Internacional para realizarem uma oficina de cartazes relativos ao 25 de Abril, e que podem depois ser usados no desfile na Avenida da Liberdade, em Lisboa. Bina Tangerina, Catarina Sobral, João Fazenda, Marcos Martos e Susana Carvalhinhos dão o mote ao tema “Protege a Liberdade”.

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Este ano, celebram-se os 50 anos do 25 de abril de 1974, data que assinala o fim da ditadura em Portugal.  Ao som da melodia da música “Liberdade”, de Sérgio Godinho, o país testemunhou uma série de conquistas democráticas que moldaram sua história. Nessa época, uma das prementes necessidades básicas da população portuguesa, a que era essencial responder, foi o direito de aceder a cuidados de saúde. Em linha com esta necessidade foi criado, em 1975, o Serviço Médico na Periferia (SMP). [Texto de Marta Cerqueira]

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A revolta da beautiful Lisbon perante a crise da habitação

[Entre Margens]

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Conhecer um português emigrado é, para muitos, sinónimo de convite a quebrar o gelo com um elogio às praias e à comida, à vida noturna, às tascas e paisagens do Douro. Obrigada Megan, mas não, nunca fui ao resort de luxo do casamento da tua prima. Que giro, Joe, foste ao castelo? Ah não sabes, os nomes das coisas eram compridos, bom, pelo menos aprendeste que aqui é tudo a subir e a descer. [Texto de Maria do Carmo Osório].

Manuela Silva: um colóquio e uma exposição para evocar uma mulher de muitas causas

Na UCP, em Lisboa

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O percurso e as causas da vida de Manuela Silva, “uma mulher cuja história constitui um importante ponto de partida para a reflexão sobre o catolicismo português na sociedade contemporânea”, mas que teve também grande impacto no ensino da economia e no estudo da pobreza em Portugal, vão ser evocados através de um colóquio e de uma mostra documental abertos ao público.

“Há sempre alguém pior do que tu”

[Lugar (in)comum]

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“Se alguém perde o emprego, há quem tenha perdido a casa. Se alguém passa por um divórcio doloroso, há quem tenha perdido um filho. Se uma pessoa sofre de ansiedade, há quem enfrente uma doença terminal. A comparação nunca termina porque haverá sempre alguém pior.” Mas será o sofrimento uma competição? [Texto de Júlia Costa]

Humor sem limites

[Entre Margens]

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