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Os católicos que “salvaram” a Igreja

Redes, episódios e rostos

Os católicos que “salvaram” a Igreja

O empenhamento corajoso de muitos católicos favoreceu a Igreja no pós-25 de Abril, que deve a esses grupos e redes o facto de se ter diluído a conivência ou o silêncio cúmplice de parte da hierarquia com o regime do Estado Novo. Na altura da revolução, era uma Igreja em tensão e erosão aquela que se descobre.

Comissão Nacional Justiça e Paz alerta para extremismos

Na Mensagem sobre o 25 de abril

Comissão Nacional Justiça e Paz alerta para extremismos

A Comissão Nacional Justiça e Paz (CNJP) alertou, em nota enviada às redações, para a persistência de “fenómenos de ausência de liberdade”, nos 50 anos da democracia em Portugal, alertando para o aumento da intolerância. “Das redes sociais ao espaço público, os silos ideológicos em que nos encerramos contribuem para o fechamento ao outro, para o aumento de discursos racistas, xenófobos ou de intolerância, e para o aumento de vozes pedindo políticas de muros”, refere o organismo católico, numa nota intitulada ‘Juntos, construímos os próximos 50 anos de Democracia e Liberdade’.

Fernando Giesteira, o transmontano vítima da PIDE/DGS no dia 25 de Abril de 74

“Para que a memória não se apague”

Fernando Giesteira, o transmontano vítima da PIDE/DGS no dia 25 de Abril de 74

A “Revolução dos Cravos”, apesar de pacífica, ceifou a vida a quatro jovens que, no dia 25 de abril de 1974, foram mortos pela PIDE/DGS, à porta da sede da polícia política do Estado Novo, em Lisboa, depois de cercada pela multidão. 50 anos passados, recordamos a mais jovem vítima da “revolução sem sangue”, de apenas 18 anos, que era natural de Trás-os-Montes.

O que faz falta é ler poesia, malta!

[O papel das estórias]

O que faz falta é ler poesia, malta!

“Quem disse que Abril é um mês?” A pergunta fá-la Nuno Higino no título de um dos 25 poemas que preenchem o seu mais recente livro, abril. E a resposta que apetece dar, ao lê-los, corre o risco de soar a cliché, mas cá vai: Abril é muito mais do que um mês – Abril é poesia.

A “afinidade” entre a música de intervenção e a mensagem de libertação cristã

Alfredo Teixeira em conferência dia 16

A “afinidade” entre a música de intervenção e a mensagem de libertação cristã

Podem algumas canções de intervenção ligadas à Revolução de 25 de Abril de 1974 relacionar-se com o catolicismo? O compositor e antropólogo Alfredo Teixeira vai procurar mostrar que há uma “afinidade” que une linguagem bíblica e cristã à música de Zeca, José Mário Branco, Lopes-Graça, Adriano Correia de Oliveira, Sérgio Godinho e outros.

Qual foi o crime do “padre vermelho”?

7Margens/Antena 1

Qual foi o crime do “padre vermelho”?

Deputado “vermelho” e autarca, o padre José Martins Júnior foi suspenso durante 44 anos das suas funções na Igreja. Mas insiste em que o seu “crime” foi, depois do 25 de Abril, ajudar as populações. Readmitido em Julho de 2019, Martins Júnior conta, nesta entrevista, como foi suspenso e diz como olha para a política e a Igreja neste momento.

José Carlos Cantante: “A libertação era o tema que me mobilizava na música”

7MARGENS/Antena 1

José Carlos Cantante: “A libertação era o tema que me mobilizava na música”

“O tema que me marcou mais desde o início foi o da libertação: tinha a ver com o problema da falta de liberdade que havia na altura até 1974 e que eu percebi que era um tema fundamental, que me mobilizava.” A afirmação é de José Carlos Cantante, arquitecto de formação, compositor por vocação, autor de algumas dezenas de músicas para a liturgia católica, que aliam a sua experiência de vida e os temas que encontra na realidade à experiência crente e à reflexão sobre a Bíblia.

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Manuela Silva: um colóquio e uma exposição para evocar uma mulher de muitas causas

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“Há sempre alguém pior do que tu”

[Lugar (in)comum]

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“Se alguém perde o emprego, há quem tenha perdido a casa. Se alguém passa por um divórcio doloroso, há quem tenha perdido um filho. Se uma pessoa sofre de ansiedade, há quem enfrente uma doença terminal. A comparação nunca termina porque haverá sempre alguém pior.” Mas será o sofrimento uma competição? [Texto de Júlia Costa]

Humor sem limites

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