A Igreja Católica em Portugal continua a ser marcada por “assimetrias de poder, perceções distorcidas sobre a figura sacerdotal e resistências culturais que dificultam a denúncia e a proteção efetiva de crianças, adultos vulneráveis e sobreviventes” de situações de abuso sexual no seu seio, pelo que a continuidade do Grupo Vita “revela‑se essencial”. Esta é uma das principais conclusões do IV Relatório de Atividades daquele organismo.












