Está prestes a fazer um ano desde que eclodiu a guerra civil no Sudão. Com as atenções do mundo ocidental centradas em Gaza e na Ucrânia, deste conflito quase não se fala, apesar de já ter feito mais de 15 mil mortos e 30 mil feridos. As Nações Unidas estimam que mais de oito milhões de pessoas tenham fugido, mas também há aqueles que permanecem “para ajudar quem é descartado pela guerra”: é o caso dos missionários combonianos, que, no meio do sangrento conflito, acabam de abrir uma clínica de assistência a doentes terminais.












