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“Deus abraça todo o oceano, abraça todo o planeta”

Arcebispo Peter Chong, das Ilhas Fiji

“Deus abraça todo o oceano, abraça todo o planeta”

“Deus é como o abraço do oceano. Deus abraça todo o oceano, na verdade abraça todo o planeta”, diz o arcebispo Peter Loy Chon, 62 anos, nascido em Namata, nas Ilhas Fiji, e terceiro arcebispo de Suva, no mesmo arquipélago. Bispo desde Junho de 2013, fez o doutoramento na Califórnia (Estados Unidos) e preside neste momento à Federação das Conferências dos Bispos Católicos da Oceânia, que inclui as conferências episcopais da Austrália, Nova Zelândia, Papua-Nova Guiné e Oceânia (Fiji, Samoa e pequenas ilhas). No rescaldo da COP28 sobre o clima, Peter Chong faz, nesta entrevista ao 7MARGENS, um ponto de situação sobre o papel dos cristãos e da Igreja Católica.

“Como sermos continuadores dos valores e da mensagem de Cristo?”, questiona LOC/MTC

Mensagem de Natal

“Como sermos continuadores dos valores e da mensagem de Cristo?”, questiona LOC/MTC

Este ano, na sua tradicional mensagem de Natal, a Liga Operária Católica/Movimento de Trabalhadores Cristãos (LOC/MTC) nacional lança o desafio aos  “cristãos e todos os seres humanos com valores éticos” de “ver mais a fundo, de ver além do papel de embrulho e das luzes”. Porque, defende, este é o momento de “realizar uma profunda reflexão pessoal de como sermos continuadores dos valores e da mensagem de Cristo”.

Produção de eletricidade nos EUA: em 2024 renováveis ultrapassam o carvão

Pela primeira vez

Produção de eletricidade nos EUA: em 2024 renováveis ultrapassam o carvão

Em 2024, a eletricidade produzida a partir de energias renováveis (vento e solar) nos EUA vai pela primeira vez superar a energia elétrica produzida a partir do carvão. Principais fatores desta alteração foram os subsídios do Governo federal, a redução no preço da instalação das renováveis, o aumento da legislação antipoluição e a política energética dos Estados.

“Agora é o momento de traduzir em gestos concretos o que foi acordado na COP 28”

Comissão Justiça e Paz apela

“Agora é o momento de traduzir em gestos concretos o que foi acordado na COP 28”

O acordo alcançado na 28ª Cimeira das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP28) não foi tão longe como a Comissão Nacional Justiça e Paz (CNJP) gostaria, mas “não pode deixar de ser saudado como muito positivo”, afirmam os seus responsáveis em comunicado enviado às redações nesta sexta-feira, 15 de dezembro. E deixam um apelo: “mais do que discutir o que poderia ter sido alcançado e não foi, agora é o momento de começarmos a traduzir em decisões e gestos concretos o que foi acordado”.

Referência ao fim dos combustíveis fósseis salva cimeira do clima

Acordo deixa margem para escapatórias

Referência ao fim dos combustíveis fósseis salva cimeira do clima

O texto final aprovado hoje, dia 13 de dezembro, na 28ª Cimeira das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP28) é claramente insuficiente para garantir os objetivos do Acordo de Paris (2015), mas contém novos e significativos avanços que permitem manter vivo o horizonte de um aquecimento global que não supere em mais de 1,5ºC os valores pré-industriais. A inclusão da referência ao fim dos combustíveis fósseis, que acontece pela primeira vez, foi aplaudida pela generalidade das organizações ambientalistas.

Desacordo na COP28 pode marcar o fim deste tipo de cimeiras

Em causa fim dos combustíveis fósseis

Desacordo na COP28 pode marcar o fim deste tipo de cimeiras

Ao contrário do que tinha prometido Sultan Al Jaber, presidente da Cimeira das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP28), que decorre no Dubai, o encontro não terminou nesta terça, dia 12, e vai prolongar-se por, pelo menos, mais um dia. Culpado? O projeto de acordo final que o próprio Al Jaber apadrinhou, mas que parece só ter convencido os países exportadores de petróleo.

“A Terra está a aquecer. Precisamos de acção agora”

Tita Kara, Forum climático de Tonga, sobre a COP28

“A Terra está a aquecer. Precisamos de acção agora”

Católica e coordenadora de projecto do Fórum da Sociedade Civil (FSC) do arquipélago de Tonga, Tita Kara diz que “o catálogo de abusos, violências e negligências que os humanos têm provocado à Mãe-Terra reflecte a nossa ganância e desconsideração da criação de Deus”. Falando a propósito da COP28, que esta semana termina no Dubai, esta responsável diz que “precisamos de acção agora”. “Muito se tem falado ao longo dos anos. Não podemos dar-nos ao luxo de realizar outra conferência apenas para falar das mesmas questões que já conhecemos há décadas”, acrescenta, pois a Terra “está a aquecer”.

COP28: Objetivo de eliminar os combustíveis fósseis longe de um acordo

Cimeira no Dubai

COP28: Objetivo de eliminar os combustíveis fósseis longe de um acordo

A decisão sobre o futuro dos combustíveis fósseis tornou-se na pedra de toque da COP28 e conforme o que for acordado assim esta se tornará uma oportunidade perdida, ou o princípio do caminho para manter o aquecimento global do planeta abaixo dos 1,5 graus Celsius. A oposição da OPEP, e em parte dos EUA, não permite expectativas positivas.

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