Tenho sido adepto de que a dimensão religiosa está demasiado ausente na Igreja. Não é verdade que os actos de culto se reduziram muito a costumes sociais ou aos deveres de quem se diz bem-educado? Que temos de fingir dar importância a um credo sob vários aspectos mirabolante (o de Niceia-Constantinopla), com a pretensão de descrever Deus e sem nos fazer sentir a dignidade, responsabilidade e prazer de ser cristão?












