Este texto corresponde à homilia de dia 1 de janeiro [Santa Maria, Mãe de Deus, Solenidade // Dia Mundial da Paz ― c ― 2025], proferida pelo Pe Joaquim Félix, vice-reitor do Seminário Conciliar de Braga, na Igreja de S. Paulo do Seminário.
[Metáforas vivas]
E paz na terraEste texto corresponde à homilia de dia 1 de janeiro [Santa Maria, Mãe de Deus, Solenidade // Dia Mundial da Paz ― c ― 2025], proferida pelo Pe Joaquim Félix, vice-reitor do Seminário Conciliar de Braga, na Igreja de S. Paulo do Seminário.
[Metáforas vivas]
À voz da tua saudação quem não exultará?Joaquim Félix é padre católico, vice-reitor do Seminário Conciliar de Braga e professor da Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa. Este texto corresponde à homilia do domingo iv do advento, proferida na Igreja de S. Paulo, do Seminário Conciliar de Braga.
[Moçambique, margem Sul]
Não haverá Natal, “há pranto e ranger de dentes”: somos vivos-mortos aguardando pela nossa sorteEm 2022, sob o título “Natais de outrora, pobres – mas felizes (?); os de hoje, nem por isso”, escrevi que não haveria Natal em Moçambique, dado que, a gestão “da coisa social” ia de mal a pior. Este ano degradou-se completamente, após os conflitos político-sociais que resultam da insatisfação popular, devido ao que se tem estado a designar reposição da “verdade eleitoral”, depois do processo de votação, nas últimas eleições gerais de Outubro, considerado fraudulento.
[Moçambique, margem Sul]
N’fukwa eleitoral: “a sorte está lançada”Mulheres moçambicanas, na sua maioria que perderam ou têm seus filhos internados em hospitais ou em casa, de baixa, como resultados dos tumultos havidos durante as manifestações pós-eleitorais, das últimas semanas, marcharam e ajoelharam-se em frente ao Conselho Constitucional, presidido pela juíza Lúcia Ribeiro. Elas representavam várias outras mulheres de diferentes estratos sociais.
[Metáforas vivas]
Que olhar! Ah, aqueles olhos!Este texto corresponde à homilia do Domingo XXXIV e último domingo do tempo comum // Nosso Senhor Jesus Cristo Rei do Universo // XXXIX Jornada Mundial da Juventude, proferida no domingo na Igreja de S. Paulo, do Seminário Conciliar de Braga, pelo Pe Joaquim Félix.
[Nas margens da filosofia (LXVIII)]
Filosofar é aprender a viverNa sequência do meu último texto no 7 margens, no qual recorri à tese de Karl Jaspers, para quem filosofar é estar a caminho, lembro uma posição aparentemente contrária, defendida por Montaigne, um filósofo francês do século XVII, para quem “Filosofar é aprender a morrer.” [Texto de Luísa Ribeiro Ferreira].
[Moçambique, margem Sul]
Não deitemos “fogo pelas ventas”: dialoguemos, irmanemo-nos construindo justiça e pazNesta crónica, não costumo falar em política, mas o que tem estado a acontecer em Moçambique deixa-me siderada. Nos últimos dias vivemos sob fogo cruzado em Moçambique. “Pequenos” e “grandes poderes” se digladiaram, mediram forças, dado o questionável resultado das eleições gerais de 2024. [Texto de Sara Jona Laísse]
[Metáforas vivas]
Avô, só homens!? Padres, para quê?Este texto corresponde à homilia do Domingo XXXI do Tempo Comum, 1º dia da semana dos seminários, proferida pelo Pe. Joaquim Félix no sábado na paróquia de Abade de Neiva (mas com duas outras comunidades presentes, Vila Boa e Silva), e no domingo na paróquia de Viatodos; todas comunidades paroquiais do arciprestado de Barcelos.
[Metáforas vivas]
E paz na terraEste texto corresponde à homilia de dia 1 de janeiro [Santa Maria, Mãe de Deus, Solenidade // Dia Mundial da Paz ― c ― 2025], proferida pelo Pe Joaquim Félix, vice-reitor do Seminário Conciliar de Braga, na Igreja de S. Paulo do Seminário.
[Metáforas vivas]
À voz da tua saudação quem não exultará?Joaquim Félix é padre católico, vice-reitor do Seminário Conciliar de Braga e professor da Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa. Este texto corresponde à homilia do domingo iv do advento, proferida na Igreja de S. Paulo, do Seminário Conciliar de Braga.
[Moçambique, margem Sul]
Não haverá Natal, “há pranto e ranger de dentes”: somos vivos-mortos aguardando pela nossa sorteEm 2022, sob o título “Natais de outrora, pobres – mas felizes (?); os de hoje, nem por isso”, escrevi que não haveria Natal em Moçambique, dado que, a gestão “da coisa social” ia de mal a pior. Este ano degradou-se completamente, após os conflitos político-sociais que resultam da insatisfação popular, devido ao que se tem estado a designar reposição da “verdade eleitoral”, depois do processo de votação, nas últimas eleições gerais de Outubro, considerado fraudulento.
[Moçambique, margem Sul]
N’fukwa eleitoral: “a sorte está lançada”Mulheres moçambicanas, na sua maioria que perderam ou têm seus filhos internados em hospitais ou em casa, de baixa, como resultados dos tumultos havidos durante as manifestações pós-eleitorais, das últimas semanas, marcharam e ajoelharam-se em frente ao Conselho Constitucional, presidido pela juíza Lúcia Ribeiro. Elas representavam várias outras mulheres de diferentes estratos sociais.
[Metáforas vivas]
Que olhar! Ah, aqueles olhos!Este texto corresponde à homilia do Domingo XXXIV e último domingo do tempo comum // Nosso Senhor Jesus Cristo Rei do Universo // XXXIX Jornada Mundial da Juventude, proferida no domingo na Igreja de S. Paulo, do Seminário Conciliar de Braga, pelo Pe Joaquim Félix.
[Nas margens da filosofia (LXVIII)]
Filosofar é aprender a viverNa sequência do meu último texto no 7 margens, no qual recorri à tese de Karl Jaspers, para quem filosofar é estar a caminho, lembro uma posição aparentemente contrária, defendida por Montaigne, um filósofo francês do século XVII, para quem “Filosofar é aprender a morrer.” [Texto de Luísa Ribeiro Ferreira].
[Moçambique, margem Sul]
Não deitemos “fogo pelas ventas”: dialoguemos, irmanemo-nos construindo justiça e pazNesta crónica, não costumo falar em política, mas o que tem estado a acontecer em Moçambique deixa-me siderada. Nos últimos dias vivemos sob fogo cruzado em Moçambique. “Pequenos” e “grandes poderes” se digladiaram, mediram forças, dado o questionável resultado das eleições gerais de 2024. [Texto de Sara Jona Laísse]
[Metáforas vivas]
Avô, só homens!? Padres, para quê?Este texto corresponde à homilia do Domingo XXXI do Tempo Comum, 1º dia da semana dos seminários, proferida pelo Pe. Joaquim Félix no sábado na paróquia de Abade de Neiva (mas com duas outras comunidades presentes, Vila Boa e Silva), e no domingo na paróquia de Viatodos; todas comunidades paroquiais do arciprestado de Barcelos.
Testemunho
Perseu declara-se vítimaEscrevo como sobrevivente de abuso sexual na Igreja. Estive calado trinta e seis anos. Sou acompanhado há mais de oito. Não escrevo para defender a instituição, e nada lhe devo. Defendo duas coisas apenas: os sobreviventes e a Graça. [Testemunho de um sobrevivente de abuso sexual na Igreja Católica].
Anunciado esta sexta-feira
Nobel da Paz distingue Navi Pillay, jurista que liderou investigação da ONU sobre genocídio em GazaA jurista sul-africana Navi Pillay, antiga alta-comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos, foi distinguida esta sexta-feira, 9 de outubro, com o Prémio Nobel da Paz de 2026, pelo seu trabalho em defesa da paz e do direito internacional, anunciou o Comité Nobel norueguês.
Padre da Obra da Rua morreu
Telmo Ferraz (1925-2026), cem anos a espalhar profeciaO padre Telmo Ferraz, da Obra da Rua, celebra cem anos de vida e missão. Membro do clero da Diocese de Bragança-Miranda, nasceu no Mogadouro a 25 de novembro de 1925 e começou cedo o seu sacerdócio de rebeldia e compromisso social. Denunciava a tragédia humanitária provocada pelas condições péssimas em que viviam quantos davam a vida na construção de barragens naquele Trás-os-Montes longínquo e abandonado dos anos 1950. [Texto de Tony Neves]
Em Nova Iorque
Contra a corrida ao armamento e o ódio online, Santa Sé coloca dignidade humana no centro assembleia da ONUA saúde, a educação e a segurança alimentar não devem ser sacrificadas em favor do aumento dos gastos militares. O apelo foi deixado pelo arcebispo Christophe Zakhia El-Kassis, observador permanente da Santa Sé junto das Nações Unidas, durante a 81.ª sessão da Assembleia Geral da ONU.
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