Defrontarmo-nos com “Miñan” é doloroso e desconcertante. Porém, partir do desconforto pode ser profundamente redentor se soubermos ver para lá das trevas, buscarmos a esperança para lá do fracasso e colocarmo-nos em movimento. Este livro, pequeno no tamanho, mas enorme no que nos obriga a pensar, precisa de ser lido e relido, como aconselhava o Papa Francisco. [Texto de Rui Marques]












