Era um dos grandes nomes portugueses a estudar a Antiguidade, as línguas e as culturas antigas. Esteve envolvido em vários projectos de tradução da Bíblia – um deles ainda a decorrer – e era autor de uma vasta obra. Morreu em Lisboa, com 84 anos.
Biblista morreu em Lisboa
José Augusto Ramos (1942-2026): Estudar textos antigos como quem estuda as interrogações de hojeEra um dos grandes nomes portugueses a estudar a Antiguidade, as línguas e as culturas antigas. Esteve envolvido em vários projectos de tradução da Bíblia – um deles ainda a decorrer – e era autor de uma vasta obra. Morreu em Lisboa, com 84 anos.
[Trago comigo -2]
“Born in the USA”, uma senha para as fériasFoi há muitos anos, pela década de noventa. Regressada há algum tempo dos Estados Unidos ainda trazia nos lábios e nos ouvidos a canção Born in the USA do meu ídolo de então (e de hoje), Bruce Springsteen.
[Todo o dia é véspera]
a finalidade intrínsecaUm poema de Luís Soares Barbosa.
[Trago comigo -1]
Grandes burros, muitos pássarosNeste período que para muitos é de férias, convidamos os leitores e colaboradores do 7MARGENS a escrever sobre uma música, um livro, um disco, um filme ou uma obra de arte que tenha marcado, de forma especial, um dos seus verões. Eis o primeiro texto da rubrica “Trago comigo”.
Evocação
Luís Represas: Há nomes que parecem predestinados“Há nomes que parecem predestinados, profecias registadas numa qualquer conservatória do registo civil. Luís Paulo Fontes Represas é um deles, uma biografia que parece ter sido escrita pela mecânica da água.” [Texto de Júlia Costa]
Na morte de Luís Represas (1956-2026)
Foi sem mais nem menosSepes é a primeira verdadeira descoberta dos Trovante, aos 14 anos, provavelmente o meu primeiro concerto no Teatro Aveirense. Lá por casa já tinha ouvido coisas do Baile do Bosque e de 84, mas é com Sepes, ouvido de fio a pavio, que se constrói o gosto definitivo pela música do grupo.
[Entre Margens]
Para ler a Bíblia com informação históricaQuando os crentes forem (e já estão a ser) confrontados com as descobertas da História, podem fechar os olhos e os ouvidos, ou podem querer saber o que se passa. E precisam de dar boa resposta sobre como ler a Bíblia face ao que se vai descobrindo. [Texto de José Alves Jana]
Músicas pela paz (22)
O sabor das azeitonas na Palestina destruídaO 7MARGENS procura chamar a atenção, nestes tempos, para músicos e músicas que traduzam a urgência da paz em relação a guerras e conflitos que persistem no mundo. Mais um capítulo da série Músicas pela paz que, sem qualquer intuito antológico, traz desta vez um grupo palestiniano constituído por três irmãos, Le Trio Jourban.
Biblista morreu em Lisboa
José Augusto Ramos (1942-2026): Estudar textos antigos como quem estuda as interrogações de hojeEra um dos grandes nomes portugueses a estudar a Antiguidade, as línguas e as culturas antigas. Esteve envolvido em vários projectos de tradução da Bíblia – um deles ainda a decorrer – e era autor de uma vasta obra. Morreu em Lisboa, com 84 anos.
[Trago comigo -2]
“Born in the USA”, uma senha para as fériasFoi há muitos anos, pela década de noventa. Regressada há algum tempo dos Estados Unidos ainda trazia nos lábios e nos ouvidos a canção Born in the USA do meu ídolo de então (e de hoje), Bruce Springsteen.
[Todo o dia é véspera]
a finalidade intrínsecaUm poema de Luís Soares Barbosa.
[Trago comigo -1]
Grandes burros, muitos pássarosNeste período que para muitos é de férias, convidamos os leitores e colaboradores do 7MARGENS a escrever sobre uma música, um livro, um disco, um filme ou uma obra de arte que tenha marcado, de forma especial, um dos seus verões. Eis o primeiro texto da rubrica “Trago comigo”.
Evocação
Luís Represas: Há nomes que parecem predestinados“Há nomes que parecem predestinados, profecias registadas numa qualquer conservatória do registo civil. Luís Paulo Fontes Represas é um deles, uma biografia que parece ter sido escrita pela mecânica da água.” [Texto de Júlia Costa]
Na morte de Luís Represas (1956-2026)
Foi sem mais nem menosSepes é a primeira verdadeira descoberta dos Trovante, aos 14 anos, provavelmente o meu primeiro concerto no Teatro Aveirense. Lá por casa já tinha ouvido coisas do Baile do Bosque e de 84, mas é com Sepes, ouvido de fio a pavio, que se constrói o gosto definitivo pela música do grupo.
[Entre Margens]
Para ler a Bíblia com informação históricaQuando os crentes forem (e já estão a ser) confrontados com as descobertas da História, podem fechar os olhos e os ouvidos, ou podem querer saber o que se passa. E precisam de dar boa resposta sobre como ler a Bíblia face ao que se vai descobrindo. [Texto de José Alves Jana]
Músicas pela paz (22)
O sabor das azeitonas na Palestina destruídaO 7MARGENS procura chamar a atenção, nestes tempos, para músicos e músicas que traduzam a urgência da paz em relação a guerras e conflitos que persistem no mundo. Mais um capítulo da série Músicas pela paz que, sem qualquer intuito antológico, traz desta vez um grupo palestiniano constituído por três irmãos, Le Trio Jourban.
[Fora de portas]
Em nome de Gaza… um convite a uma humanização da Humanidade novidadeEm quatro dias, o 7MARGENS confrontou-nos com cinco textos, todos eles a convocarem contra o nosso esquecimento – a “guerra dos petrodólares” impôs-se no quotidiano – para a existência do «povo mártir da Palestina», no dizer habitual de Yasser Arafat. [Texto de Mário Robalo].
[Entre Margens]
Inteligência lógica e emocional novidadeLi uma vez que Paulo Freire (educador e filósofo brasileiro, 1921-1997) fez um tipo de desafio com camponeses chilenos, pois “todos” dizem que lavradores são ignorantes e os “letrados” são “oooh! Incríveis!”, os “sabe-tudo”. O desafio era: 10 coisas que os camponeses saberiam fazer e ele, Paulo Freire, não – e vice-versa. [Texto de Denise Sabino, Porto Alegre |Brasil].
Missa na Praça da Concórdia
“Em que fonte procurámos saciar a nossa sede?”, perguntou o Papa à multidãoFoi uma multidão eufórica que, neste sábado ao princípio da tarde, saudou o Papa Leão XIV, mal o papamóvel desembocou na rotunda do Arco do Triunfo, contornou o monumento e seguiu por uns Campos Elísios repletos de pessoas a agitar bandeirinhas. Demorou mais de meia hora até chegar à Praça da Concórdia, onde decorreu a celebração da Eucaristia.
Primeiro discurso em Paris
Leão XIV pede a França que nunca se resigne à guerra e alerta para os riscos de um “paraíso das máquinas”Num discurso que durou 22 minutos e terminou com os presentes no Palácio do Eliseu, em Paris, a aplaudir de pé, Leão XIV iniciou a sua visita a França pedindo ao país que “nunca” se resigne à perspetiva de uma guerra, e apelando ao diálogo e à diplomacia para construir a paz.
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