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Dói muito passar o Natal longe das minhas filhas

Esperar liberdade – O Natal de 5 reclusos (4)

Dói muito passar o Natal longe das minhas filhas

E como se vive o Natal para lá das grades de uma prisão? Sendo um dos universos que a sociedade portuguesa teima em estigmatizar e em não querer ver e conhecer, o 7MARGENS convidou alguns reclusos a testemunhar como é viver o Natal na condição de reclusão. Natan, detido em Bragança, diz que se preocupa com a fome no mundo, mas prefere concentrar-se nas coisas boas.

Uma outra luz faz-se anunciar

Esperar liberdade – O Natal de 5 reclusos (3)

Uma outra luz faz-se anunciar

E como se vive o Natal para lá das grades de uma prisão? “O Natal no cárcere é deveras duro e difícil, física, mental e espiritualmente, mas vou procurar vivê-lo, junto desta ‘família provisória’ de onze homens, na minha camarata, tentando fazer com que o espírito do Natal, do amor incondicional de Jesus, possa manifestar-se entre esta ‘família’.”

Entre muros e grades

Esperar liberdade – O Natal de 5 reclusos (1)

Entre muros e grades

E como se vive o Natal para lá das grades de uma prisão? Sendo um dos universos que a sociedade portuguesa teima em estigmatizar e em não querer ver e conhecer, o 7MARGENS convidou cinco reclusos a testemunhar como é viver o Natal na condição de reclusão. J.V. escreve o primeiro.

Ser subversivo, hoje, é buscar ativamente a paz

À Margem

Ser subversivo, hoje, é buscar ativamente a paz

“Nestes dias em que se celebra a Luz que brilhou e, de muitos modos, continua a brilhar no meio das trevas, é oportuno revisitar acontecimentos e testemunhos do ano que agora termina, que foram marcos e sinais da busca incessante da luz. Não tenhamos dúvidas: nos tempos que se aproximam, vai ser subversivo defender a paz.”

Dói muito passar o Natal longe das minhas filhas

Esperar liberdade – O Natal de 5 reclusos (4)

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E como se vive o Natal para lá das grades de uma prisão? Sendo um dos universos que a sociedade portuguesa teima em estigmatizar e em não querer ver e conhecer, o 7MARGENS convidou alguns reclusos a testemunhar como é viver o Natal na condição de reclusão. Natan, detido em Bragança, diz que se preocupa com a fome no mundo, mas prefere concentrar-se nas coisas boas.

Uma outra luz faz-se anunciar

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E como se vive o Natal para lá das grades de uma prisão? “O Natal no cárcere é deveras duro e difícil, física, mental e espiritualmente, mas vou procurar vivê-lo, junto desta ‘família provisória’ de onze homens, na minha camarata, tentando fazer com que o espírito do Natal, do amor incondicional de Jesus, possa manifestar-se entre esta ‘família’.”

Entre muros e grades

Esperar liberdade – O Natal de 5 reclusos (1)

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O estranho “suicídio” do pastor Zedequias Manganhela

Livro sobre a PIDE

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O livro será apresentado nesta quarta-feira, 16, a partir das 18h30, no auditório do Liceu Camões, em Lisboa, com intervenções da historiadora Maria Inácia Rezola, responsável da Comissão Comemorativa 50 anos do 25 de Abril, e por Fernando Marques Mendes, antigo padre do Macúti, um dos que denunciou os massacres cometidos pelo Exército português na então colónia de Moçambique.

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