O Padre Américo nunca acreditou em ideias desligadas da realidade. Para ele, a verdade reconhecia-se pelas obras e a fé ganhava rosto na caridade. Casas do Gaiato, Património dos Pobres e Calvário nasceram, antes de mais, de um encontro: uma criança abandonada, uma família sem abrigo, um doente sem lugar no mundo. A realidade precedeu a ideia. A obra nasceu da vida.












