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Yasaman Aryani libertada com a sua mãe

No Irão

Yasaman Aryani libertada com a sua mãe

Yasaman Aryani, ativista iraniana, e a sua mãe foram libertadas no Irão, após quatro anos de prisão injusta apenas por promoverem os direitos das mulheres de forma pacífica.

“R.M.N.”: Uma inquietante parábola da Europa

Um filme de Cristian Mungiu

“R.M.N.”: Uma inquietante parábola da Europa

Esta “ressonância magnética nuclear” (R.M.N.) que o realizador faz à aldeia é uma metáfora de toda a Europa: uma terra multiétnica, feita também de migrantes e de vários povos, onde convivem diferentes línguas, culturas e religiões, mas que é atacada pela xenofobia, nacionalismo, ódio, justificados com os falsos argumentos que ouvimos e lemos por aí.

Yasaman Aryani libertada com a sua mãe

No Irão

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Yasaman Aryani, ativista iraniana, e a sua mãe foram libertadas no Irão, após quatro anos de prisão injusta apenas por promoverem os direitos das mulheres de forma pacífica.

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Esta “ressonância magnética nuclear” (R.M.N.) que o realizador faz à aldeia é uma metáfora de toda a Europa: uma terra multiétnica, feita também de migrantes e de vários povos, onde convivem diferentes línguas, culturas e religiões, mas que é atacada pela xenofobia, nacionalismo, ódio, justificados com os falsos argumentos que ouvimos e lemos por aí.

Últimas Notícias

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Tudo é para sempre

[Entre Margens]

Tudo é para sempre

Friedrich Nietzsche, na sua famosa teoria do eterno retorno, propôs que a existência de cada indivíduo se repete infinitamente até à eternidade. De facto, se concebermos o universo como infinito no tempo, é inevitável que concluamos que, o que quer que tenha alguma probabilidade de acontecer, mesmo a mais ínfima, não só já aconteceu infinitas vezes no passado como ocorrerá infinitas vezes no futuro. [Texto de Rúben Azevedo].

Os trajes de Viana

Trago comigo (14)

Os trajes de Viana

Publicamos hoje o décimo quarto texto, da autoria de Celina Valente, da rubrica que intitulamos “Trago comigo”, remetendo para a ideia de alguma coisa pessoalmente significativa que cada qual guarda na sua memória. Celina Valente regressa às suas memórias sobre os trajes de Viana do Castelo feitos de sorrisos e algumas vezes de silêncio.

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