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Iémen: Huthis condenam homens a flagelações e crucificação

Human Rights Watch denuncia

Iémen: Huthis condenam homens a flagelações e crucificação

Um tribunal Huthi, no Iémen, condenou 32 homens, nove deles à morte por crucificação ou apedrejamento, num “julgamento em massa injusto baseado em acusações duvidosas de ‘sodomia'”, denunciou esta quarta-feira, 27 de março, a Human Rights Watch (HRW). A organização de defesa dos direitos humanos apela ao fim do uso da pena de morte e de “outras formas de punição cruel e degradante” por parte do grupo armado rebelde, que controla uma parte significativa do país.

“O limiar que indica a prática do genocídio por Israel foi atingido”

Relatora especial das Nações Unidas conclui

“O limiar que indica a prática do genocídio por Israel foi atingido”

O dia 25 de março fica marcado por dois acontecimentos que acrescentam novas perspetivas na tragédia que atinge a Faixa de Gaza desde que, em 7 de outubro, o Hamas atacou Israel e este respondeu com bombardeamentos massivos sobre os palestinianos: a aprovação de uma resolução que exige às autoridades israelitas um cessar-fogo imediato e a divulgação do relatório “Anatomia de um Genocídio”.

Nove anos de conflito no Iémen deixam milhões em sofrimento

ONG alertam

Nove anos de conflito no Iémen deixam milhões em sofrimento

Por ocasião dos nove anos do conflito armado no Iémen, que eclodiu em março de 2015, a organização Amnistia Internacional (AI) lembra que “milhões de iemenitas continuam a sofrer”, e salienta que este Estado africano “continua a viver uma das piores crises humanitárias do mundo. De acordo com dados do Alto-comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), há hoje cerca de 4,56 milhões de pessoas deslocadas devido ao conflito e mais de 70 mil refugiados e requerentes de asilo”.

Não leu a mensagem do Papa para a Quaresma? Veja as ilustrações (E, se leu, veja na mesma)

Vaticano fez parceria com artista de rua

Não leu a mensagem do Papa para a Quaresma? Veja as ilustrações (E, se leu, veja na mesma)

Quantos terão lido a Mensagem do Papa para a Quaresma de 2024? Muito menos do que Francisco gostaria, mesmo (ou principalmente!) entre os católicos. Então, como fazer chegar a mensagem a muitos mais? A equipa do Dicastério para o Desenvolvimento Humano Integral, no Vaticano, teve uma ideia: estabelecer uma parceria com o artista de rua MauPal (que há dez anos ficou conhecido por ter representado o Papa como super-herói num mural em Roma), para que este a ilustrasse. O resultado está à vista: sete imagens que valem por muitas palavras.

Mil estudantes portugueses recordaram vítimas da Inquisição

No Museu Judaico do Porto

Mil estudantes portugueses recordaram vítimas da Inquisição

O Museu Judaico do Porto recebeu esta quinta-feira, 21 de março, um milhar de alunos de escolas de todo o país, que com esta visita de estudo assinalaram o Dia Nacional da Memória das Vítimas da Inquisição. A iniciativa antecipou a data oficial da efeméride, 31 de março, que este ano coincide com o domingo de Páscoa católica.

Começa o Ano Novo para os bahá’is, mas muitos estão impedidos de celebrar

Dia de Naw-Ruz

Começa o Ano Novo para os bahá’is, mas muitos estão impedidos de celebrar

“Feliz Ano Novo!” foi uma das frases mais proferidas nesta quarta-feira, 20 de março, no nosso planeta. Não, não é engano, nem brincadeira: é que este é o dia de Naw-Ruz (ou Nowruz), expressão persa que significa “novo dia”. Começou a ser celebrado há mais de três mil anos pelo Zoroastrismo – uma religião monoteísta com origem na antiga Pérsia (atual Irão) – e ainda hoje é assinalado por mais de 300 milhões de pessoas no Médio Oriente, Ásia Central, e não só. Para a comunidade Bahá’i em todo o mundo, trata-se do dia sagrado que assinala o início de cada novo ano. É a festividade mais importante de todas, apesar de muitos não poderem celebrá-la como gostariam.

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O estranho “suicídio” do pastor Zedequias Manganhela

Livro sobre a PIDE

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O livro será apresentado nesta quarta-feira, 16, a partir das 18h30, no auditório do Liceu Camões, em Lisboa, com intervenções da historiadora Maria Inácia Rezola, responsável da Comissão Comemorativa 50 anos do 25 de Abril, e por Fernando Marques Mendes, antigo padre do Macúti, um dos que denunciou os massacres cometidos pelo Exército português na então colónia de Moçambique.

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