Para o leitor de hoje, talvez seja uma surpresa descobrir que, até ao século IV, em diversas regiões de expansão do cristianismo, os cristãos se tratavam mutuamente por “irmãos” – expressão que não era, como hoje, um quase “exclusivo” da tradição monástica. Nas primeiras gerações de cristãos, a linguagem do serviço e da hospitalidade tomou o lugar do léxico sacral que desnivela o mundo, instituindo o alto e o baixo, o fora e o dentro. [Alfredo Teixeira].












