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O Cristo da Semana Santa de Sevilha deste ano é jovem, belo… e gay?

Cartaz gera polémica

O Cristo da Semana Santa de Sevilha deste ano é jovem, belo… e gay?

Goste-se ou não, é difícil ficar indiferente ao cartaz promocional da Semana Santa de Sevilha 2024. Divulgada no passado sábado pela organização, a obra está a suscitar polémica em Espanha, e até em Portugal, com comentários a favor (e sobretudo contra) a multiplicarem-se nas redes sociais e uma petição a exigir a sua retirada imediata. O artista plástico Salustiano Garcia, autor da imagem, diz que só quis mostrar “o lado radiante da Semana Santa”, mas muitos consideram que o seu Cristo jovem e atraente, sem feridas ou sinais de sofrimento, tem uma estética “sexualizada”.

“A catequese é muito mais do que o ensino de regras ou fórmulas”, mostra nova formação para catequistas

200 participantes na Terceira

“A catequese é muito mais do que o ensino de regras ou fórmulas”, mostra nova formação para catequistas

Cerca de duas centenas de catequistas realizaram, durante a semana que passou, no seminário de Angra (ilha Terceira), a formação “Ser Catequista”, que corresponde à primeira etapa do novo plano de formação para a catequese em Portugal. A ação visou mostrar que “a catequese é muito mais do que o ensino de regras ou fórmulas”, mas sobretudo “fazer caminho com as crianças” e também com as famílias.

Aprender a ser nada

Aprender a ser nada

Numa história que escreveu, a escritora Lydia Davis conta que, depois de ouvir o seu amigo Bob desejar emagrecer e beber menos, sentiu a necessidade de reflectir sobre o que poderia ser o seu propósito do Ano Novo. Por alguma razão, qualquer coisa que escolhesse parecia pouco. Lydia escolhe — «aprender a ver-se a si própria como nada.» Parece um contrassenso alguém definir um propósito assim, mas talvez não esteja tão longe da sabedoria como poderíamos pensar. [Texto de Miguel Panão]

Antes de mais é preciso sermos nós próprios

Um texto de José Mattoso para o Natal

Antes de mais é preciso sermos nós próprios

A mensagem que agora publicamos foi partilhada pela família de José Mattoso com os amigos neste Natal de 2023. Por pensarmos ser uma mensagem plena de sentido nestes dias de escuridão e por ser reveladora da forma de estar e de pensar do próprio José Mattoso, decidimos partilhá-la com todos os leitores e leitoras. A pintura (a montanha) que representava a frente do postal da mensagem é da autoria de Madalena Mattoso, filha do autor.

Bispos argentinos tiveram um vencimento do Estado entre 1979 e 2023

Concedido pelo ditador Videla

Bispos argentinos tiveram um vencimento do Estado entre 1979 e 2023

Terminou no último fim de semana na Argentina uma situação que tem mais de 40 anos, mediante a qual o Estado pagava um vencimento mensal aos bispos do país, num montante indexado ao salário dos juízes. Não, não foi por iniciativa do novo presidente, Javier Milei, que, no entanto se congratulou com o fim do apoio, mas sim por iniciativa dos próprios bispos, tomada em 2018.

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Padre da Obra da Rua morreu

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O padre Telmo Ferraz, da Obra da Rua, celebra cem anos de vida e missão. Membro do clero da Diocese de Bragança-Miranda, nasceu no Mogadouro a 25 de novembro de 1925 e começou cedo o seu sacerdócio de rebeldia e compromisso social. Denunciava a tragédia humanitária provocada pelas condições péssimas em que viviam quantos davam a vida na construção de barragens naquele Trás-os-Montes longínquo e abandonado dos anos 1950. [Texto de Tony Neves]

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No próximo Domingo, 11 de Outubro, Joana Lopes, que nos deixou a 5 de Fevereiro deste ano, completaria 88 anos. A Joana teve um papel importante na resistência católica contra a ditadura, tendo levado a cabo lutas muito importantes em que denunciava a guerra colonial. Tinha também uma atividade cívica intensa, assumindo a defesa de lutas políticas essenciais que não são menos importantes no nosso tempo. [Texto de Filipe Moisés].

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Acordamos e consultamos as notícias e fica a impressão que o mundo está muito desarrumado e que somos impotentes para o modificar; que pouco podemos fazer contra a ideologia  trumpista, putinista e xijinpinguista – que mistura consumismo e força bruta: preciso de poder comprar o que quero e, se não puder comprar, posso tomá-lo à força. A propaganda alcança o seu fim quando já dispensamos o propagandista e passamos nós próprios a repeti-la. [Texto de Mendo Castro Henriques].

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