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Os templos depois do fim

[Entre Margens]

Os templos depois do fim

Uma das impressões mais profundas e duradouras ao visitar Maastricht – bela, ordenada, silenciosamente perfeita – é a forma como a cidade, outrora bastião católico da Contra-Reforma, se metamorfoseou num altar estético. [Texto de Dina Matos Ferreira].

Gaudí: um santo por acabar

Sagrada Família

Gaudí: um santo por acabar

O ruído é o primeiro indício, o som persistente de obra: metal contra pedra, vozes que ecoam, pó no ar. A Sagrada Família não é apenas uma basílica; é um estaleiro que se recusa a fechar, como se a ideia de conclusão lhe fosse alheia. Um corpo, mais do que um edifício. [Texto de Henrique Manuel Pereira].

‘i’ de inventário – O Inventário da Solidão, do João Tordo

[Dicionário particular II]

‘i’ de inventário – O Inventário da Solidão, do João Tordo

Inventário da Solidão, do João Tordo, pertence à categoria de livros que parecem perseguir-nos. Transforma o corpo num mapa, num instrumento da narrativa, e arrasta-nos para dentro daquilo que, tantas vezes, preferimos ignorar. Não é apenas uma reflexão sobre a solidão, obriga-nos a senti-la, a percorrê-la, como se cada página fosse o terreno onde vamos pondo os pés. [Texto de Júlia Costa].

Os templos depois do fim

[Entre Margens]

Os templos depois do fim

Uma das impressões mais profundas e duradouras ao visitar Maastricht – bela, ordenada, silenciosamente perfeita – é a forma como a cidade, outrora bastião católico da Contra-Reforma, se metamorfoseou num altar estético. [Texto de Dina Matos Ferreira].

Gaudí: um santo por acabar

Sagrada Família

Gaudí: um santo por acabar

O ruído é o primeiro indício, o som persistente de obra: metal contra pedra, vozes que ecoam, pó no ar. A Sagrada Família não é apenas uma basílica; é um estaleiro que se recusa a fechar, como se a ideia de conclusão lhe fosse alheia. Um corpo, mais do que um edifício. [Texto de Henrique Manuel Pereira].

‘i’ de inventário – O Inventário da Solidão, do João Tordo

[Dicionário particular II]

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Inventário da Solidão, do João Tordo, pertence à categoria de livros que parecem perseguir-nos. Transforma o corpo num mapa, num instrumento da narrativa, e arrasta-nos para dentro daquilo que, tantas vezes, preferimos ignorar. Não é apenas uma reflexão sobre a solidão, obriga-nos a senti-la, a percorrê-la, como se cada página fosse o terreno onde vamos pondo os pés. [Texto de Júlia Costa].

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