Alessandro Barbero, historiador
São Francisco: ainda mais revolucionário do que pensamos e uma figura muito estranha
São Francisco de Assis era “um emaranhado de contradições contínuas” de onde surge “uma personagem enorme”. O historiador Alessandro Barbero escreveu “São Francisco” (Quetzal), onde analisa as “biografias” escritas pelos contemporâneos do “Poverello” – e de tudo isso fala nesta entrevista ao 7MARGENS.
Livro
Minán: à procura de um irmãozinho sentado no Mediterrâneo
Sobre um livro singular, construído com a voz de Ibrahima Balde, da Guiné-Conacri, que arriscou a vida para encontrar o irmão mais novo, e as palavras escritas de Amets Antia, militante de um grupo de apoio a migrantes, que acolheu Ibrahima em Irún, no País Basco. (Inclui um excerto da obra)
Esta sexta, no Porto
Encontro de Arquivos Diocesanos quer ajudar a valorizar património documental
O Paço Episcopal do Porto recebe esta sexta-feira, 24 de abril, o II Encontro de Arquivos Diocesanos. A iniciativa, organizada pelo Secretariado Nacional dos Bens Culturais da Igreja (SNBCI), reunirá os responsáveis pelos arquivos de todas as dioceses do país para sensibilizar para importância de gerir e valorizar o património documental da Igreja Católica.
Novo disco de surpresa
A Páscoa cumpriu-se ao som dos U2
A Quaresma começou com um EP de surpresa dos U2, que depois lançaram mais seis canções na Sexta-Feira Santa sem avisar ninguém. À fúria e fogo dos primeiros tema, junta-se este novo EP com canções entre a fé, a esperança e o amor.
[Entre Margens]
Os templos depois do fim
Uma das impressões mais profundas e duradouras ao visitar Maastricht – bela, ordenada, silenciosamente perfeita – é a forma como a cidade, outrora bastião católico da Contra-Reforma, se metamorfoseou num altar estético. [Texto de Dina Matos Ferreira].
Sagrada Família
Gaudí: um santo por acabar
O ruído é o primeiro indício, o som persistente de obra: metal contra pedra, vozes que ecoam, pó no ar. A Sagrada Família não é apenas uma basílica; é um estaleiro que se recusa a fechar, como se a ideia de conclusão lhe fosse alheia. Um corpo, mais do que um edifício. [Texto de Henrique Manuel Pereira].
24 artistas inspiram-se em Hildegarda
Santa Sé convida Brian Eno, Patti Smith, Carminho e Ilda David’ para uma oração sonora na Bienal de Veneza
Brian Eno, Patti Smith, Jim Jarmusch, Meredith Monk e as portuguesas Carminho e Ilda David’ serão alguns dos 24 músicos, compositores, poetas e artistas visuais que irão criar obras para o Pavilhão da Santa Sé na 61.ª Exposição Internacional de Arte – Bienal de Veneza.
Hildegarda de Bingen
A inventora da lavanda é doutora da Igreja e inspira 24 artistas na Bienal de Veneza
Ela foi tudo: escritora e poetisa, compositora e pintora, abadessa e formadora de religiosas, médica e teóloga. Correspondeu-se e discutiu com reis e imperadores, papas e bispos, padres e monges. Impôs a sua vontade e opinião num tempo em que a mulher era considerada um ser inferior.
[Dicionário particular II]
‘i’ de inventário – O Inventário da Solidão, do João Tordo
Inventário da Solidão, do João Tordo, pertence à categoria de livros que parecem perseguir-nos. Transforma o corpo num mapa, num instrumento da narrativa, e arrasta-nos para dentro daquilo que, tantas vezes, preferimos ignorar. Não é apenas uma reflexão sobre a solidão, obriga-nos a senti-la, a percorrê-la, como se cada página fosse o terreno onde vamos pondo os pés. [Texto de Júlia Costa].
Livro
Minán: à procura de um irmãozinho sentado no Mediterrâneo
Sobre um livro singular, construído com a voz de Ibrahima Balde, da Guiné-Conacri, que arriscou a vida para encontrar o irmão mais novo, e as palavras escritas de Amets Antia, militante de um grupo de apoio a migrantes, que acolheu Ibrahima em Irún, no País Basco. (Inclui um excerto da obra)
Esta sexta, no Porto
Encontro de Arquivos Diocesanos quer ajudar a valorizar património documental
O Paço Episcopal do Porto recebe esta sexta-feira, 24 de abril, o II Encontro de Arquivos Diocesanos. A iniciativa, organizada pelo Secretariado Nacional dos Bens Culturais da Igreja (SNBCI), reunirá os responsáveis pelos arquivos de todas as dioceses do país para sensibilizar para importância de gerir e valorizar o património documental da Igreja Católica.
Novo disco de surpresa
A Páscoa cumpriu-se ao som dos U2
A Quaresma começou com um EP de surpresa dos U2, que depois lançaram mais seis canções na Sexta-Feira Santa sem avisar ninguém. À fúria e fogo dos primeiros tema, junta-se este novo EP com canções entre a fé, a esperança e o amor.
[Entre Margens]
Os templos depois do fim
Uma das impressões mais profundas e duradouras ao visitar Maastricht – bela, ordenada, silenciosamente perfeita – é a forma como a cidade, outrora bastião católico da Contra-Reforma, se metamorfoseou num altar estético. [Texto de Dina Matos Ferreira].
Sagrada Família
Gaudí: um santo por acabar
O ruído é o primeiro indício, o som persistente de obra: metal contra pedra, vozes que ecoam, pó no ar. A Sagrada Família não é apenas uma basílica; é um estaleiro que se recusa a fechar, como se a ideia de conclusão lhe fosse alheia. Um corpo, mais do que um edifício. [Texto de Henrique Manuel Pereira].
24 artistas inspiram-se em Hildegarda
Santa Sé convida Brian Eno, Patti Smith, Carminho e Ilda David’ para uma oração sonora na Bienal de Veneza
Brian Eno, Patti Smith, Jim Jarmusch, Meredith Monk e as portuguesas Carminho e Ilda David’ serão alguns dos 24 músicos, compositores, poetas e artistas visuais que irão criar obras para o Pavilhão da Santa Sé na 61.ª Exposição Internacional de Arte – Bienal de Veneza.
Hildegarda de Bingen
A inventora da lavanda é doutora da Igreja e inspira 24 artistas na Bienal de Veneza
Ela foi tudo: escritora e poetisa, compositora e pintora, abadessa e formadora de religiosas, médica e teóloga. Correspondeu-se e discutiu com reis e imperadores, papas e bispos, padres e monges. Impôs a sua vontade e opinião num tempo em que a mulher era considerada um ser inferior.
[Dicionário particular II]
‘i’ de inventário – O Inventário da Solidão, do João Tordo
Inventário da Solidão, do João Tordo, pertence à categoria de livros que parecem perseguir-nos. Transforma o corpo num mapa, num instrumento da narrativa, e arrasta-nos para dentro daquilo que, tantas vezes, preferimos ignorar. Não é apenas uma reflexão sobre a solidão, obriga-nos a senti-la, a percorrê-la, como se cada página fosse o terreno onde vamos pondo os pés. [Texto de Júlia Costa].
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