Antigo padre morreu em Palmela
António Correia (1938-2026): uma vida com as pessoas
António Correia morreu há dias, com 88 anos. Aqui se evoca o percurso do antigo padre, que contestava a Guerra Colonial e deu dormida a Zeca Afonso, fugido da PIDE, acabando a guardar malas que pensava que tinham armas. Publicamos ainda um vídeo com uma entrevista do próprio António Correia e testemunhos dos filhos e do próprio, escrito na Páscoa.
Leão XIV em Madrid
O feitiço de Deus: o malaguenho Banderas a falar com o Papa
Ouvi com algum fascínio, confesso, o discurso de Antonio Banderas ao Papa em representação dos artistas de Espanha no passado dia 7 de junho. [Texto de Teresa Vasconcelos].
Cinema
“Arco”: imaginar o amanhã ainda é possível
Há dias em que um homem olha para o céu e vê apenas previsão de chuva. E há dias em que olha e vê um arco-íris. A diferença entre as duas coisas, suspeito eu, não está propriamente na meteorologia, mas na disposição de espírito. [Texto de Vanderlei Tenório].
Franco-iraniana tinha 56 anos
Marjane Satrapi morreu. “É melhor para ti estares longe e feliz do que perto e tão triste”
Marjane Satrapi morreu triste, aos 56 anos. Ilustradora, realizadora e ativista pela liberdade no Irão, a artista destacou-se com a obra “Persépolis”, uma novela gráfica que, a partir da sua vida, é um exercício de espanto – e o seu traço só aparentemente é ingénuo – na narrativa que nos desvela o horror da ditadura no Irão.
[Entre Margens]
Como quem dança no meio de nós
Diz o Google que “Tarab (طرب) é um termo árabe que descreve um estado de êxtase, arrebatamento emocional ou enlevo provocado intensamente pela música e poesia. Não é apenas ouvir, mas sentir profundamente a música, criando uma conexão mística entre artista e público, muitas vezes levando a um estado de transe ou graça.” [Texto de Sara Leão].
Livro
Uma “pausa de luz” na Pediatria do IPO de Lisboa
Como criar uma história com a leveza de um abraço? Foi a pergunta que o padre Custódio Langane se fez quando pensou em escrever um livro sobre aquela que tem sido a sua experiência como capelão no IPO de Lisboa. Eis uma das histórias que o compõem.
[Ensaio]
Mistagogia: por uma teologia poética na iniciação cristã (II)
Da autoria do padre Joaquim Félix, o 7MARGENS publica hoje a segunda parte do Prefácio em jeito de ensaio ao livro “Mistagogia em tempos de secularização. A experiência mistagógica do século IV e o caminho de fé para a evangelização na contemporaneidade”, do diácono António Raimundo do Patriarcado de Lisboa. O livro, do Secretariado Nacional da Liturgia, acabou de sair e será apresentado na Feira do Livro de Lisboa.
José Allamano e a Consolata
Exposição fotográfica revela 100 anos de história das missões
Por ocasião dos 100 anos da morte de São José Allamano, assinalados este ano, o Consolata Museu, em Fátima, tem patente ao público uma exposição dedicada a este fundador dos dois institutos missionários. [Texto de Juliana Batista].
[Ensaio]
Mistagogia: por uma teologia poética na iniciação cristã (I)
Da autoria do padre Joaquim Félix, o 7MARGENS publica, em duas partes, o Prefácio em jeito de ensaio ao livro “Mistagogia em tempos de secularização. A experiência mistagógica do século IV e o caminho de fé para a evangelização na contemporaneidade”, do diácono António Raimundo do Patriarcado de Lisboa. O livro, do Secretariado Nacional da Liturgia, acabou de sair e será apresentado na Feira do Livro de Lisboa.
Leão XIV em Madrid
O feitiço de Deus: o malaguenho Banderas a falar com o Papa
Ouvi com algum fascínio, confesso, o discurso de Antonio Banderas ao Papa em representação dos artistas de Espanha no passado dia 7 de junho. [Texto de Teresa Vasconcelos].
Cinema
“Arco”: imaginar o amanhã ainda é possível
Há dias em que um homem olha para o céu e vê apenas previsão de chuva. E há dias em que olha e vê um arco-íris. A diferença entre as duas coisas, suspeito eu, não está propriamente na meteorologia, mas na disposição de espírito. [Texto de Vanderlei Tenório].
Franco-iraniana tinha 56 anos
Marjane Satrapi morreu. “É melhor para ti estares longe e feliz do que perto e tão triste”
Marjane Satrapi morreu triste, aos 56 anos. Ilustradora, realizadora e ativista pela liberdade no Irão, a artista destacou-se com a obra “Persépolis”, uma novela gráfica que, a partir da sua vida, é um exercício de espanto – e o seu traço só aparentemente é ingénuo – na narrativa que nos desvela o horror da ditadura no Irão.
[Entre Margens]
Como quem dança no meio de nós
Diz o Google que “Tarab (طرب) é um termo árabe que descreve um estado de êxtase, arrebatamento emocional ou enlevo provocado intensamente pela música e poesia. Não é apenas ouvir, mas sentir profundamente a música, criando uma conexão mística entre artista e público, muitas vezes levando a um estado de transe ou graça.” [Texto de Sara Leão].
Livro
Uma “pausa de luz” na Pediatria do IPO de Lisboa
Como criar uma história com a leveza de um abraço? Foi a pergunta que o padre Custódio Langane se fez quando pensou em escrever um livro sobre aquela que tem sido a sua experiência como capelão no IPO de Lisboa. Eis uma das histórias que o compõem.
[Ensaio]
Mistagogia: por uma teologia poética na iniciação cristã (II)
Da autoria do padre Joaquim Félix, o 7MARGENS publica hoje a segunda parte do Prefácio em jeito de ensaio ao livro “Mistagogia em tempos de secularização. A experiência mistagógica do século IV e o caminho de fé para a evangelização na contemporaneidade”, do diácono António Raimundo do Patriarcado de Lisboa. O livro, do Secretariado Nacional da Liturgia, acabou de sair e será apresentado na Feira do Livro de Lisboa.
José Allamano e a Consolata
Exposição fotográfica revela 100 anos de história das missões
Por ocasião dos 100 anos da morte de São José Allamano, assinalados este ano, o Consolata Museu, em Fátima, tem patente ao público uma exposição dedicada a este fundador dos dois institutos missionários. [Texto de Juliana Batista].
[Ensaio]
Mistagogia: por uma teologia poética na iniciação cristã (I)
Da autoria do padre Joaquim Félix, o 7MARGENS publica, em duas partes, o Prefácio em jeito de ensaio ao livro “Mistagogia em tempos de secularização. A experiência mistagógica do século IV e o caminho de fé para a evangelização na contemporaneidade”, do diácono António Raimundo do Patriarcado de Lisboa. O livro, do Secretariado Nacional da Liturgia, acabou de sair e será apresentado na Feira do Livro de Lisboa.
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