Dossiês
Dossiês
Diários de quarentena (44): O mundo pelos meus olhos; e “saudade” de música para dançar
Da minha janela vejo a água que da bica, cai no tanque, provocando um constante e suave expandir de pequenas ondas concêntricas…
Diários de quarentena (25): A luz como companhia – diariamente a iluminARTE!
Vivemos dias únicos e especiais! Únicos porque nunca vividos e especiais porque, através de um simples clique, chegamos a todo o lado. O espaço contrai-se e o tempo relativiza-se.
Diários de quarentena (24): “In manus tuas” – um violino e um cântico
“É uma das muitas músicas de Taizé, que nos acompanha durante aquela que é, para todos os que lá vão, uma das melhores experiências durante o nosso ano e que nos faz entrar em diálogo connosco próprios e com Deus.”
Diários de quarentena (23): Fonte de Vida e A Última Ceia
Trouxe as palavras e colocou-as sobre a mesa./ Trouxe-as dentro das mãos fechadas (alguns disseram/ que apenas escondia as feridas do silêncio).
Diários de quarentena (22): Um cartaz em Sintra e um poema de Drummond
Obrigado como todos nós a ficar em casa, Luís mandou estendeu uma bandeirola na varanda do seu apartamento, em Sintra: “Separados mas juntos!” Quem passa pela pequena praceta onde ele mora, sorri ao abraço. Não sabe é que o autor do bom grito, um jovem técnico de iluminação, 28 anos, desempregado, mandou o seu recado ao mundo quando também perdia a namorada
Diários de quarentena (21): “Modinha”, uma suite ao piano; uma lua sagrada; e uma Semana Santa ressurrecional
Esta é uma das variadas formas que tenho arranjado para tentar ocupar da melhor forma o meu novo dia-a-dia. Acredito que podemos aproveitar este aparentemente interminável tempo para nos dedicarmos àquilo que nos desculpamos de falta de oportunidades para fazer noutras ocasiões.
Diários de quarentena (20): Coronam Vitae e Quando chovia em abril
Quando chovia em abril, o cheiro da terra molhada era tão forte como a cor da mimosa amarela, naqueles dias da Semana Santa, em que eu corria a abrigar-me debaixo do seu tronco, a chorar a Paixão de Cristo e os pecados do mundo.
Diários de quarentena (19): Confinamento, Domingo de Ramos e a beleza do grupo (um poema e duas fotos)
Sim, há medo./ Sim, há isolamento./ Sim, há compras de pânico./ Sim, há a doença./ Sim, há mesmo a morte./ Mas, dizem que em Wuhan depois de tantos anos de barulho,/ Se podem agora ouvir os pássaros.
Diários de quarentena (18): Pessah judaica – agradecer que vivemos
Estamos a poucos dias da celebração da festa judaica de Pessah (“passagem”, Páscoa). Celebração esta em que o foco fundamental é fazermos o relato da história da libertação do Povo de Israel da escravatura no Egipto. E a “passagem” pode ser como alusão ao milagre que D-us* Bem Dito fez ao abrir o Mar Vermelho.
Diários de quarentena (25): A luz como companhia – diariamente a iluminARTE!
Vivemos dias únicos e especiais! Únicos porque nunca vividos e especiais porque, através de um simples clique, chegamos a todo o lado. O espaço contrai-se e o tempo relativiza-se.
Diários de quarentena (24): “In manus tuas” – um violino e um cântico
“É uma das muitas músicas de Taizé, que nos acompanha durante aquela que é, para todos os que lá vão, uma das melhores experiências durante o nosso ano e que nos faz entrar em diálogo connosco próprios e com Deus.”
Diários de quarentena (23): Fonte de Vida e A Última Ceia
Trouxe as palavras e colocou-as sobre a mesa./ Trouxe-as dentro das mãos fechadas (alguns disseram/ que apenas escondia as feridas do silêncio).
Diários de quarentena (22): Um cartaz em Sintra e um poema de Drummond
Obrigado como todos nós a ficar em casa, Luís mandou estendeu uma bandeirola na varanda do seu apartamento, em Sintra: “Separados mas juntos!” Quem passa pela pequena praceta onde ele mora, sorri ao abraço. Não sabe é que o autor do bom grito, um jovem técnico de iluminação, 28 anos, desempregado, mandou o seu recado ao mundo quando também perdia a namorada
Diários de quarentena (21): “Modinha”, uma suite ao piano; uma lua sagrada; e uma Semana Santa ressurrecional
Esta é uma das variadas formas que tenho arranjado para tentar ocupar da melhor forma o meu novo dia-a-dia. Acredito que podemos aproveitar este aparentemente interminável tempo para nos dedicarmos àquilo que nos desculpamos de falta de oportunidades para fazer noutras ocasiões.
Diários de quarentena (20): Coronam Vitae e Quando chovia em abril
Quando chovia em abril, o cheiro da terra molhada era tão forte como a cor da mimosa amarela, naqueles dias da Semana Santa, em que eu corria a abrigar-me debaixo do seu tronco, a chorar a Paixão de Cristo e os pecados do mundo.
Diários de quarentena (19): Confinamento, Domingo de Ramos e a beleza do grupo (um poema e duas fotos)
Sim, há medo./ Sim, há isolamento./ Sim, há compras de pânico./ Sim, há a doença./ Sim, há mesmo a morte./ Mas, dizem que em Wuhan depois de tantos anos de barulho,/ Se podem agora ouvir os pássaros.
Diários de quarentena (18): Pessah judaica – agradecer que vivemos
Estamos a poucos dias da celebração da festa judaica de Pessah (“passagem”, Páscoa). Celebração esta em que o foco fundamental é fazermos o relato da história da libertação do Povo de Israel da escravatura no Egipto. E a “passagem” pode ser como alusão ao milagre que D-us* Bem Dito fez ao abrir o Mar Vermelho.
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