A menos de um mês para o início do maior encontro de jovens do mundo a convite do Papa atrevo-me a listar, pelos dedos de uma mão, cinco palavras que fundamentam a razão pela qual este encontro não pode deixar de nos interpelar.
A menos de um mês para o início do maior encontro de jovens do mundo a convite do Papa atrevo-me a listar, pelos dedos de uma mão, cinco palavras que fundamentam a razão pela qual este encontro não pode deixar de nos interpelar.
Passaram-se dois meses desde que um grupo de jovens de Bragança rumou a Taizé (França), para aí viver uma experiência de verdadeira plenitude, concretizada na mais absoluta simplicidade.
A conclusão do percurso académico é, na vida de qualquer jovem, um momento de especial significado e simbolismo. É um olhar para o trajeto percorrido e sentir a nostalgia das etapas que foram particularmente significativas para o momento presente, mas é, sobretudo, olhar para o futuro, lugar de tantos sonhos e de tantas expectativas.
Podemos compreender a linguagem dos símbolos e a linguagem religiosa como uma forma de comunicação que abre o ser humano a uma nova mundividência? Ou será tão estranha e distante que resulta num novo analfabetismo? Imaginemos o cenário seguinte: um casal percorre diariamente a avenida de uma grande cidade, repleta de anúncios e informação muito diversificada.
Olhamos ao nosso redor e nem sempre compreendemos que, embora nos cruzemos com rostos que não vemos e com ecos que não ouvimos, há em cada pessoa uma essência verdadeiramente extraordinária. A máscara como mediação, através da qual um Eu olha para o mistério de outro Eu, faz ressoar a verdadeira essência da vida em sociedade: por detrás de cada máscara, há um rosto a ser cuidado mas, ao mesmo tempo, uma grande batalha a ser vencida.
Dito de outro modo: queremos formar mulheres e homens para serem academicamente brilhantes ou queremos torná-los cidadãos e cidadãs empenhados no Bem Comum? A ética do cuidado pelo outro e a ideia, muito cristã, de uma família humana fundada na fraternidade dever-nos-ia servir de farol para evitarmos outras tragédias, sendo aqui recordada esta mesma preocupação por parte daquelas e daqueles que sobreviveram à barbárie e à perversão de uma ideologia totalitária.
A propósito da recolha, compilação e publicação de alguns contos e lendas do concelho de Bragança, todos eles belíssimos e inspiradores, resolvi escrever sobre um deles (A Máscara de Ouro), por três razões principais: a primeira razão prende-se com o facto de unir a memória e o território, na figura do Abade de Baçal, patrono do meu Agrupamento de Escolas;
No pensamento e no olhar que temos acerca do mundo importa superar alguns monolinguismos. A visão que se produz a partir de uma única ótica pode tornar-se verdadeiramente redutora e empobrecedora do espírito humano, chegando mesmo a limitar o nosso horizonte de conhecimento. Muitos desses monolinguismos tendem a alimentar narrativas conflituais ou mesmo antagónicas – como sejam, a título de exemplo, fé vs. razão; religião vs. ciência; transcendência vs. imanência.
A menos de um mês para o início do maior encontro de jovens do mundo a convite do Papa atrevo-me a listar, pelos dedos de uma mão, cinco palavras que fundamentam a razão pela qual este encontro não pode deixar de nos interpelar.
Passaram-se dois meses desde que um grupo de jovens de Bragança rumou a Taizé (França), para aí viver uma experiência de verdadeira plenitude, concretizada na mais absoluta simplicidade.
A conclusão do percurso académico é, na vida de qualquer jovem, um momento de especial significado e simbolismo. É um olhar para o trajeto percorrido e sentir a nostalgia das etapas que foram particularmente significativas para o momento presente, mas é, sobretudo, olhar para o futuro, lugar de tantos sonhos e de tantas expectativas.
Podemos compreender a linguagem dos símbolos e a linguagem religiosa como uma forma de comunicação que abre o ser humano a uma nova mundividência? Ou será tão estranha e distante que resulta num novo analfabetismo? Imaginemos o cenário seguinte: um casal percorre diariamente a avenida de uma grande cidade, repleta de anúncios e informação muito diversificada.
Olhamos ao nosso redor e nem sempre compreendemos que, embora nos cruzemos com rostos que não vemos e com ecos que não ouvimos, há em cada pessoa uma essência verdadeiramente extraordinária. A máscara como mediação, através da qual um Eu olha para o mistério de outro Eu, faz ressoar a verdadeira essência da vida em sociedade: por detrás de cada máscara, há um rosto a ser cuidado mas, ao mesmo tempo, uma grande batalha a ser vencida.
Dito de outro modo: queremos formar mulheres e homens para serem academicamente brilhantes ou queremos torná-los cidadãos e cidadãs empenhados no Bem Comum? A ética do cuidado pelo outro e a ideia, muito cristã, de uma família humana fundada na fraternidade dever-nos-ia servir de farol para evitarmos outras tragédias, sendo aqui recordada esta mesma preocupação por parte daquelas e daqueles que sobreviveram à barbárie e à perversão de uma ideologia totalitária.
A propósito da recolha, compilação e publicação de alguns contos e lendas do concelho de Bragança, todos eles belíssimos e inspiradores, resolvi escrever sobre um deles (A Máscara de Ouro), por três razões principais: a primeira razão prende-se com o facto de unir a memória e o território, na figura do Abade de Baçal, patrono do meu Agrupamento de Escolas;
No pensamento e no olhar que temos acerca do mundo importa superar alguns monolinguismos. A visão que se produz a partir de uma única ótica pode tornar-se verdadeiramente redutora e empobrecedora do espírito humano, chegando mesmo a limitar o nosso horizonte de conhecimento. Muitos desses monolinguismos tendem a alimentar narrativas conflituais ou mesmo antagónicas – como sejam, a título de exemplo, fé vs. razão; religião vs. ciência; transcendência vs. imanência.
7Partidas
Vinte e cinco anos depois novidadeEm 2001, vivíamos em San Francisco. Naquela segunda-feira, dia 11 de Setembro, fomos acordados pelo meu sogro, que nos ligava da Alemanha para avisar que os EUA estavam a ser atacados. Em San Francisco era ainda madrugada; em Nova Iorque passava das nove da manhã, e as duas torres já estavam a arder. [Texto de Helena Araújo].
A missão nasce de um coração capaz de olhar para os outros com esperança e responsabilidade, conforme considerava José Allamano, fundador dos Missionários e Missionárias da Consolata. Foi com o mesmo espírito que nasceu a Fundação Allamano, instrumento ao serviço, de modo particular, das pessoas em situação de maior vulnerabilidade.
Relatório divulgado hoje
Rússia acusada de enviar à força cidadãos estrangeiros para combater na UcrâniaA Rússia tem recorrido a “práticas enganosas, coercivas e exploradoras para recrutar cidadãos estrangeiros para as suas forças armadas e enviá-los para combater na Ucrânia”, afirmou a Amnistia Internacional num relatório publicado hoje, dia 10 de setembro. No comunicado enviado à redação do 7MARGENS a organização adianta que tais práticas constituem, em muitos casos, “uma violação dos direitos humanos e um crime de tráfico de seres humanos”.
Por unanimidade
Parlamento e Câmara de Lisboa aprovam votos de pesar por Eugénio FonsecaA Assembleia da República aprovou esta quarta-feira, 9 de setembro, por unanimidade, um voto de pesar pela morte de Eugénio Fonseca, antigo presidente da Cáritas Portuguesa e presidente da Confederação Portuguesa de Voluntariado. Um dia antes, também a Assembleia Municipal de Lisboa tinha aprovado um voto de pesar pelo seu desaparecimento.
7MARGENS é um jornal digital
de Religiões, Espiritualidades e Culturas
Propriedade de Associação Porta 18 [ACSFL]
R. da Páscoa, 12 – R/C Dtº – 1250-179 Lisboa | NIPC: 514 876 905
Redação Lisboa: Largo da Luz, 11, 1600-764 LISBOA
IBAN: PT50 0035 0675 0004 6941 7308 1 (CGD)
O 7MARGENS aceita e incentiva a colaboração escrita, em vídeo ou audio dos seus leitores.
Reserva-se o direito de os difundir ou não e aconselha que os textos não excedam os 4.000 caracteres.