Dossiês
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A grande subversão feminina da piedade popular
ContrEconomia (10/fim) – E Deus foi salvo pelas mulheres
Nestes textos, o investigador fala sobre a empresa e a sua organização na altura da Reforma e da Contra-Reforma e sobre as interpelações que a situação contemporânea coloca à consciência religiosa e cristãs. Neste último artigo da série, o autor aborda o que considera a grande subversão feminina da piedade popular. As mulheres – diz – rezavam, com lágrimas, beijos e mãos, e orações mudas, mas belíssimas.
O mercado e o templo (19): E, com a dor das mulheres, o mercado tornou-se divino
A Contra Reforma foi um tempo determinante também para a cultura económica e social da Itália e da Europa meridional. Nos conventos, as monjas eram reclusas vítimas de penitências extremas, protagonizando um imenso mercado da dor e do sofrimento. Para a Igreja e a sociedade, aquelas vidas, trancadas mas “produtivas”, tinham valor.
O mercado e o templo (18): Mas nem todos os possíveis “nós” são boa comunhão
A vida social e económica dos mosteiros femininos, entre a Idade Média e a Modernidade tornou-se rica pelo abençoado ora et labora, pecados coletivos e “alegres” desobediências. A clausura foi quer um “fechar dentro” as mulheres, quer um “fechar fora” as ingerências masculinas.
O mercado e o templo (17): O mercado das mulheres-doadas entre herança e preço social
O sistema do dote como exclusão das mulheres da herança foi estabelecido pelos estatutos citadinos italianos já no século XIII e evoluiu com o crescimento da classe mercantil. O estigma negativo sobre o celibato feminino levou, de forma gradual, ao nascimento de novos Montepios e entidades de crédito e de beneficência.
O mercado e o templo (16): Porque a economia de Adão não é a economia de Caim
A propriedade privada é justa se é proteção da paz, garantindo Abel, isto é, defendendo, antes do “meu”, o “teu”, sobretudo no que respeita aos pobres. Um texto onde se fala também sobre o modo como o grande Duns Escoto lê a versão de “regra de ouro” dos Evangelhos como regra da socialidade económica.
Mãos à obra (9) – Casa de Santa Isabel: Uma Comunidade de Vida
A Casa Santa Isabel situa-se em São Romão, no concelho de Seia, no sopé da Serra da Estrela e estende-se por uma área de cerca de 40 hectares. Carlos Páscoa, colaborador residente desde 1983 e membro da direção, apresenta os objetivos desta comunidade terapêutica que ao longo de 40 anos trilhou caminhos de irmandade, cuidado com o outro e respeito pela natureza. Numa segunda parte, apresentamos uma pequena entrevista telefónica com o mesmo responsável.
Mãos à obra (8) – Lápis que escrevem histórias felizes
Fomos novamente à Covilhã, desta vez pela mão de Rosa Carreira. Ita, como é conhecida, conta-nos como pequenos gestos gizados na colaboração e no envolvimento da comunidade podem construir solidariedade e escrever histórias de esperança. Por opção, as campanhas “Lápis Solidários” decorrem apenas nas pequenas mercearias e minimercados como forma de apoiar a economia local.
O Mercado e o Templo (13): O bom negócio é sempre arte das mãos e dos olhos
A nossa economia torna-se civil e civilizada apenas se é relação, se sabe unir os diferentes e viver, de modo criativo, contradições e ambivalências. Os mercadores escritores deixam-nos páginas de vida e histórias económicas com marca de competência, sobriedade, beleza e fé.
O Mercado e o Templo (12): Onde a pobreza não é vergonha e a riqueza é partilha
Franciscanos e dominicanos mudaram o mundo: ser rico entre quem louva a pobreza é muito diferente de o ser entre quem louva, mesmo religiosamente, a riqueza. O humanismo latino e pré-capitalista das cidades e dos mercadores medievais e a crítica do espírito do capitalismo
O mercado e o templo (19): E, com a dor das mulheres, o mercado tornou-se divino
A Contra Reforma foi um tempo determinante também para a cultura económica e social da Itália e da Europa meridional. Nos conventos, as monjas eram reclusas vítimas de penitências extremas, protagonizando um imenso mercado da dor e do sofrimento. Para a Igreja e a sociedade, aquelas vidas, trancadas mas “produtivas”, tinham valor.
O mercado e o templo (18): Mas nem todos os possíveis “nós” são boa comunhão
A vida social e económica dos mosteiros femininos, entre a Idade Média e a Modernidade tornou-se rica pelo abençoado ora et labora, pecados coletivos e “alegres” desobediências. A clausura foi quer um “fechar dentro” as mulheres, quer um “fechar fora” as ingerências masculinas.
O mercado e o templo (17): O mercado das mulheres-doadas entre herança e preço social
O sistema do dote como exclusão das mulheres da herança foi estabelecido pelos estatutos citadinos italianos já no século XIII e evoluiu com o crescimento da classe mercantil. O estigma negativo sobre o celibato feminino levou, de forma gradual, ao nascimento de novos Montepios e entidades de crédito e de beneficência.
O mercado e o templo (16): Porque a economia de Adão não é a economia de Caim
A propriedade privada é justa se é proteção da paz, garantindo Abel, isto é, defendendo, antes do “meu”, o “teu”, sobretudo no que respeita aos pobres. Um texto onde se fala também sobre o modo como o grande Duns Escoto lê a versão de “regra de ouro” dos Evangelhos como regra da socialidade económica.
Mãos à obra (9) – Casa de Santa Isabel: Uma Comunidade de Vida
A Casa Santa Isabel situa-se em São Romão, no concelho de Seia, no sopé da Serra da Estrela e estende-se por uma área de cerca de 40 hectares. Carlos Páscoa, colaborador residente desde 1983 e membro da direção, apresenta os objetivos desta comunidade terapêutica que ao longo de 40 anos trilhou caminhos de irmandade, cuidado com o outro e respeito pela natureza. Numa segunda parte, apresentamos uma pequena entrevista telefónica com o mesmo responsável.
Mãos à obra (8) – Lápis que escrevem histórias felizes
Fomos novamente à Covilhã, desta vez pela mão de Rosa Carreira. Ita, como é conhecida, conta-nos como pequenos gestos gizados na colaboração e no envolvimento da comunidade podem construir solidariedade e escrever histórias de esperança. Por opção, as campanhas “Lápis Solidários” decorrem apenas nas pequenas mercearias e minimercados como forma de apoiar a economia local.
O Mercado e o Templo (13): O bom negócio é sempre arte das mãos e dos olhos
A nossa economia torna-se civil e civilizada apenas se é relação, se sabe unir os diferentes e viver, de modo criativo, contradições e ambivalências. Os mercadores escritores deixam-nos páginas de vida e histórias económicas com marca de competência, sobriedade, beleza e fé.
O Mercado e o Templo (12): Onde a pobreza não é vergonha e a riqueza é partilha
Franciscanos e dominicanos mudaram o mundo: ser rico entre quem louva a pobreza é muito diferente de o ser entre quem louva, mesmo religiosamente, a riqueza. O humanismo latino e pré-capitalista das cidades e dos mercadores medievais e a crítica do espírito do capitalismo
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