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O que o escutismo pode ensinar à paróquia

[Entre Margens]

O que o escutismo pode ensinar à paróquia

Sou escuteiro há 45 anos, por isso escrevo isto de dentro: tudo é vivido como jogo – a patrulha, as atividades, os conselhos, o desenvolvimento pessoal, a liderança – mas ninguém confunde jogo com superficialidade. Pelo contrário: é precisamente através do jogo que se aprende a responsabilidade, a escuta, o serviço e a pertença. [Texto de Diogo Assunção].

Qual o papel da mediação?

[Entre Margens]

Qual o papel da mediação?

O que é para ti a mediação?  Segundo alguns alunos: compreensão, responsabilidade, cooperação, ajuda, paciência, conforto, diminuição da tensão, alívio…  Permito-me acrescentar: educação. Deles e nossa. [Texto de Sara Leão].

Há alternativa: é preciso falar de Paz!

[Entre Margens]

Há alternativa: é preciso falar de Paz!

Vivemos um período de profunda deformação dos valores humanistas. Perante um cenário dantesco que se desdobra ao fio da espada, os poderosos deste Mundo decidem violar o direito internacional, subvertendo-lhe o sentido, enquanto sujam as mãos com sangue inocente (…) [Texto de Filipe Moisés].

Ordenação de mulheres: entre a tradição e os sinais dos tempos

[Entre Margens]

Ordenação de mulheres: entre a tradição e os sinais dos tempos

A junção das palavras “mulheres” e “sacerdócio” gera sempre discussões amplas e posicionamentos divergentes. Para alcançarmos novas perspectivas, é imperativo assumir com honestidade todas as linhas argumentativas relativas à teologia sacramental, à dimensão eclesial da Igreja e, por fim, à leitura antropológica da cultura.[Texto de Pedro Fraga].

Eu te amei em Cabeça Gorda (num 1º de Maio)

[Entre Margens]

Eu te amei em Cabeça Gorda (num 1º de Maio)

Dos pobres nos anos 40 e das devoções conexas no catolicismo de «beatério», colho estas impressões em Alçada Baptista: «Gosto de recordar a casa de minha avó e minhas tias, até porque gostavam muito de mim. Aquela casa era realmente o meu universo, um universo triste e violeta, mas era um pequeno mundo de fantasia. [Texto de João Santos].

Violência contra as crianças

[Entre Margens]

Violência contra as crianças

Joana, 10 anos. Olhos tímidos, beirando a tristeza. Corpo franzido. Atitudes servis. Não parece uma criança! Joana aprendeu muito cedo que se deveria responsabilizar, antes mesmo dos adultos. Responsabilizar-se pelo humor da mãe, pela exaustão do pai, pelo choro dos irmãos. [Texto de Maria Angélica Martins].

A Grande Batalha

[Entre Margens]

A Grande Batalha

A vida do cristão é uma vida de luta espiritual entre a sua própria vontade e duas influências opostas que o habitam. Existe o mito de que a grande batalha do crente é contra as forças das trevas. Não é! É contra si mesmo. [Texto de José Brissos-Lino].

O 25 de abril e a igualdade das mulheres

[Entre Margens]

O 25 de abril e a igualdade das mulheres

A Constituição portuguesa, que data de 1976, apesar das revisões que já sofreu, estabelece, no seu artigo 9.º, entre as várias tarefas fundamentais do Estado, a promoção da igualdade entre homens e mulheres. Não diz que é uma tarefa dos partidos de esquerda, de direita, do centro ou dos extremos — diz que é uma responsabilidade do Estado. [Texto de Marta Cerqueira].

Qual o papel da mediação?

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Qual o papel da mediação?

O que é para ti a mediação?  Segundo alguns alunos: compreensão, responsabilidade, cooperação, ajuda, paciência, conforto, diminuição da tensão, alívio…  Permito-me acrescentar: educação. Deles e nossa. [Texto de Sara Leão].

Há alternativa: é preciso falar de Paz!

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Há alternativa: é preciso falar de Paz!

Vivemos um período de profunda deformação dos valores humanistas. Perante um cenário dantesco que se desdobra ao fio da espada, os poderosos deste Mundo decidem violar o direito internacional, subvertendo-lhe o sentido, enquanto sujam as mãos com sangue inocente (…) [Texto de Filipe Moisés].

Ordenação de mulheres: entre a tradição e os sinais dos tempos

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Ordenação de mulheres: entre a tradição e os sinais dos tempos

A junção das palavras “mulheres” e “sacerdócio” gera sempre discussões amplas e posicionamentos divergentes. Para alcançarmos novas perspectivas, é imperativo assumir com honestidade todas as linhas argumentativas relativas à teologia sacramental, à dimensão eclesial da Igreja e, por fim, à leitura antropológica da cultura.[Texto de Pedro Fraga].

Eu te amei em Cabeça Gorda (num 1º de Maio)

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Eu te amei em Cabeça Gorda (num 1º de Maio)

Dos pobres nos anos 40 e das devoções conexas no catolicismo de «beatério», colho estas impressões em Alçada Baptista: «Gosto de recordar a casa de minha avó e minhas tias, até porque gostavam muito de mim. Aquela casa era realmente o meu universo, um universo triste e violeta, mas era um pequeno mundo de fantasia. [Texto de João Santos].

Violência contra as crianças

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Violência contra as crianças

Joana, 10 anos. Olhos tímidos, beirando a tristeza. Corpo franzido. Atitudes servis. Não parece uma criança! Joana aprendeu muito cedo que se deveria responsabilizar, antes mesmo dos adultos. Responsabilizar-se pelo humor da mãe, pela exaustão do pai, pelo choro dos irmãos. [Texto de Maria Angélica Martins].

A Grande Batalha

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A Grande Batalha

A vida do cristão é uma vida de luta espiritual entre a sua própria vontade e duas influências opostas que o habitam. Existe o mito de que a grande batalha do crente é contra as forças das trevas. Não é! É contra si mesmo. [Texto de José Brissos-Lino].

O 25 de abril e a igualdade das mulheres

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O 25 de abril e a igualdade das mulheres

A Constituição portuguesa, que data de 1976, apesar das revisões que já sofreu, estabelece, no seu artigo 9.º, entre as várias tarefas fundamentais do Estado, a promoção da igualdade entre homens e mulheres. Não diz que é uma tarefa dos partidos de esquerda, de direita, do centro ou dos extremos — diz que é uma responsabilidade do Estado. [Texto de Marta Cerqueira].

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