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Quem sou eu? A identidade de quem já não pertence a este mundo

[Entre Margens]

Quem sou eu? A identidade de quem já não pertence a este mundo

Quem sou eu? Talvez esta seja uma das perguntas mais difíceis que podemos fazer. Passamos grande parte da vida a construir uma resposta: somos filhos, pais, amigos, profissionais, cidadãos, membros de uma determinada comunidade. Somos também feitos das nossas histórias, das nossas escolhas, das nossas perdas e das nossas esperanças. Tudo isso contribui para aquilo a que chamamos identidade. Mas o que acontece quando essa identidade é atravessada pela fé? [Texto de Dália Fernandes].

Políticos armados em pregadores

[Entre Margens]

Políticos armados em pregadores

“A religião deve ser como o sal na comida; nem muito nem pouco: só o preciso.” A frase é atribuída a D. António Alves Martins, que foi bispo de Viseu de 1862 a 1882, mas antes disso, na juventude, participou na luta entre liberais e absolutistas, na primeira metade do século XIX. Tomou partido pelo lado liberal e chegou a ser condenado à morte no local onde mais tarde foi implantada a sua estátua, que tem inscrita aquela frase. [Texto de Silas de Oliveira].

O sangue que salva e o sangue que mata: Judaísmo, Jesus e as Testemunhas de Jeová

[Entre Margens]

O sangue que salva e o sangue que mata: Judaísmo, Jesus e as Testemunhas de Jeová

Uma organização que se reclama herdeira fiel do monoteísmo hebraico acabou por construir uma política que contradiz frontalmente o espírito do judaísmo rabínico e o comportamento histórico do próprio Jesus de Nazaré. A mudança feita pelos líderes das Testemunhas de Jeová, a 20 de março de 2026, tornou essa contradição impossível de ignorar. (Texto de António Madaleno].

“Encantado jardim da minha infância”

[Entre Margens]

“Encantado jardim da minha infância”

No Pinhal d’ El-Rei pedalávamos de madrugada à procura da melhor caruma, contemplando também outras plantas, tais como os medronheiros de frutos vermelhos, camarinheiras de frutos branquinhos, urzes de cor entre o rosa e o roxo, ao som do chilrear dos pássaros garridos. [Texto de Maria Aldina Brás].

A defesa da vida não é uma causa perdida

[Entre Margens]

A defesa da vida não é uma causa perdida

Participei em mais uma “Caminhada pela Vida” (ou “Marcha pela Vida”, como agora se designa), uma iniciativa que, desde há vários anos se vem repetindo anualmente em várias cidades do nosso país (este ano foram doze). Impressionou-me a presença de uma grande maioria de jovens, que vai crescendo de ano para ano. Jovens nascidos já depois das polémicas que conduziram ao quadro legal que nos rege. [Texto Pedro Vaz Patto].

Mãe de Miguel Salazar contesta acusações

Direito de resposta

Mãe de Miguel Salazar contesta acusações

A propósito do texto de opinião de Filipe Moisés, publicado no 7MARGENS comentando as acusações de Miguel Salazar à sua mãe, recebemos desta, Maria Helena Costa, com pedido de publicação, o texto que a seguir reproduzimos, que foi também enviado aos meios de comunicação que abordaram a história.

Quando rezar o Pai Nosso é uma blasfémia

[Entre Margens]

Quando rezar o Pai Nosso é uma blasfémia

A revista Publik-Forum dá notícia de um videoclip no qual Pete Hegseth instrumentaliza a oração do Pai Nosso nas redes sociais oficiais do seu “Departamento da Guerra”. Nesse vídeo, Hegseth aparece com um microfone perante soldados e tanques de guerra. [Texto de Teresa Toldy]

Páscoa depois da Páscoa

[Entre Margens]

Páscoa depois da Páscoa

Há uma pergunta que raramente formulamos, mas que permanece, discreta, no fundo da experiência crente: o que acontece à Páscoa depois da Páscoa? Quando os cânticos cessam, quando a liturgia regressa ao seu ritmo habitual, quando a vida retoma a sua cadência tantas vezes fragmentada, o que fica realmente da ressurreição de Cristo? [Texto de Pedro Mangana9.

Políticos armados em pregadores

[Entre Margens]

Políticos armados em pregadores

“A religião deve ser como o sal na comida; nem muito nem pouco: só o preciso.” A frase é atribuída a D. António Alves Martins, que foi bispo de Viseu de 1862 a 1882, mas antes disso, na juventude, participou na luta entre liberais e absolutistas, na primeira metade do século XIX. Tomou partido pelo lado liberal e chegou a ser condenado à morte no local onde mais tarde foi implantada a sua estátua, que tem inscrita aquela frase. [Texto de Silas de Oliveira].

O sangue que salva e o sangue que mata: Judaísmo, Jesus e as Testemunhas de Jeová

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O sangue que salva e o sangue que mata: Judaísmo, Jesus e as Testemunhas de Jeová

Uma organização que se reclama herdeira fiel do monoteísmo hebraico acabou por construir uma política que contradiz frontalmente o espírito do judaísmo rabínico e o comportamento histórico do próprio Jesus de Nazaré. A mudança feita pelos líderes das Testemunhas de Jeová, a 20 de março de 2026, tornou essa contradição impossível de ignorar. (Texto de António Madaleno].

“Encantado jardim da minha infância”

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No Pinhal d’ El-Rei pedalávamos de madrugada à procura da melhor caruma, contemplando também outras plantas, tais como os medronheiros de frutos vermelhos, camarinheiras de frutos branquinhos, urzes de cor entre o rosa e o roxo, ao som do chilrear dos pássaros garridos. [Texto de Maria Aldina Brás].

A defesa da vida não é uma causa perdida

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A defesa da vida não é uma causa perdida

Participei em mais uma “Caminhada pela Vida” (ou “Marcha pela Vida”, como agora se designa), uma iniciativa que, desde há vários anos se vem repetindo anualmente em várias cidades do nosso país (este ano foram doze). Impressionou-me a presença de uma grande maioria de jovens, que vai crescendo de ano para ano. Jovens nascidos já depois das polémicas que conduziram ao quadro legal que nos rege. [Texto Pedro Vaz Patto].

Mãe de Miguel Salazar contesta acusações

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Mãe de Miguel Salazar contesta acusações

A propósito do texto de opinião de Filipe Moisés, publicado no 7MARGENS comentando as acusações de Miguel Salazar à sua mãe, recebemos desta, Maria Helena Costa, com pedido de publicação, o texto que a seguir reproduzimos, que foi também enviado aos meios de comunicação que abordaram a história.

Quando rezar o Pai Nosso é uma blasfémia

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Quando rezar o Pai Nosso é uma blasfémia

A revista Publik-Forum dá notícia de um videoclip no qual Pete Hegseth instrumentaliza a oração do Pai Nosso nas redes sociais oficiais do seu “Departamento da Guerra”. Nesse vídeo, Hegseth aparece com um microfone perante soldados e tanques de guerra. [Texto de Teresa Toldy]

Páscoa depois da Páscoa

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Páscoa depois da Páscoa

Há uma pergunta que raramente formulamos, mas que permanece, discreta, no fundo da experiência crente: o que acontece à Páscoa depois da Páscoa? Quando os cânticos cessam, quando a liturgia regressa ao seu ritmo habitual, quando a vida retoma a sua cadência tantas vezes fragmentada, o que fica realmente da ressurreição de Cristo? [Texto de Pedro Mangana9.

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Redação Lisboa: Largo da Luz, 11, 1600-764 LISBOA
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