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Subsídio auto bio gráfico (3)

[Entre Margens]

Subsídio auto bio gráfico (3)

A benevolência é, de facto, a única virtude que hoje pode salvar a humanidade. Contamos já demasiados milénios da violência mais infame. A crueldade, a cobiça e a hipocrisia armadilharam meticulosamente a menor réstia de confiança. [Texto Pedro Bacelar de Vasconcelos].

“Não te vou abandonar, como eles fizeram contigo”

[Entre Margens]

“Não te vou abandonar, como eles fizeram contigo”

A história de vida do Miguel Salazar é um murro no estômago para todos aqueles que ainda têm mínimos de empatia em relação ao próximo. Maltratado pela própria mãe por ter assumido a sua orientação sexual, o Miguel ouviu gritos, levou tareias, puxões de cabelo, ameaças de expulsão de casa e de ainda mais agressões caso insistisse em defender o direito à sua dignidade. [Texto de Filipe Moisés].

Religião e Ecologia

[Entre Margens]

Religião e Ecologia

Este foi o tema do colóquio que teve lugar no dia 20 de janeiro, na livraria da Universidade Católica Portuguesa, a propósito do lançamento do calendário inter-religioso para 2026. O calendário é publicado há 24 anos, graças à extraordinária iniciativa da editora Paulinas, pela mão extremosa e incansável da Irmã Eliete Duarte e ainda do seu Diretor Científico, José Eduardo Franco. [Texto de Margarida Rocha e Melo].

O nome da Paz é justiça e cultura

[Entre Margens]

O nome da Paz é justiça e cultura

Caminhando pelas vielas da Paz, encontramos pequenos gestos de solidariedade que iluminam o caminho e nos inspiram a acreditar num futuro mais justo. Cada passo revela histórias de superação e respeito, onde a diversidade é celebrada e o diálogo floresce envolvendo culturas distintas. [Texto Joaquim Armindo]

Vencer a tentação de desesperar da humanidade

[Entre Margens]

Vencer a tentação de desesperar da humanidade

A Páscoa sempre ocorre na primavera, quando a natureza revivesce, diante dos nossos olhos deslumbrados. O hálito criador que transfigura a nudez das árvores em vida renascida também se percebe na energia com que muitos apostam na possibilidade de se rasgarem caminhos de luz nas espessas nuvens dos invernos deste mundo. [Texto de Manuel António Ribeiro]

Todos diferentes e iguais em quê? Em Quem?

[Entre Margens]

Todos diferentes e iguais em quê? Em Quem?

Este tempo de guerras, mortes e da Paixão e morte de Jesus Cristo, convida a buscar sentido de vida. As diferenças das pessoas dominam mais que a igualdade: uma escreve uma linha; outra, uma página. Esta, nada. Aquela diz uma palavra, esta explica em longa conversa o que outra diria em dez segundos e outra fala até cansar quem a ouve. [Texto de Aires Gameiro].

A sementeira

[Entre Margens]

A sementeira

O evangelista Mateus fala-nos da parábola do semeador. As diferentes situações da semente, decorrentes do ato da sementeira, falam-nos simbolicamente dos diversos tipos de cristãos que existem. Vejamos alguns e que tipo de semente queremos ser. [Texto de José Brissos-Lino].

O inferno não é como o pintam

[Entre Margens]

O inferno não é como o pintam

Em tempo de Quaresma vem-me sempre à memória um pensamento repetido, de como na infância e adolescência fui assaltado pela doutrina da tristeza e do medo. Nesta época fui sujeito às cores lúgubres das igrejas, aos olhares envinagrados e deprimidos dos crentes. [Texto de Alberto Teixeira].

“Não te vou abandonar, como eles fizeram contigo”

[Entre Margens]

“Não te vou abandonar, como eles fizeram contigo”

A história de vida do Miguel Salazar é um murro no estômago para todos aqueles que ainda têm mínimos de empatia em relação ao próximo. Maltratado pela própria mãe por ter assumido a sua orientação sexual, o Miguel ouviu gritos, levou tareias, puxões de cabelo, ameaças de expulsão de casa e de ainda mais agressões caso insistisse em defender o direito à sua dignidade. [Texto de Filipe Moisés].

Religião e Ecologia

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Religião e Ecologia

Este foi o tema do colóquio que teve lugar no dia 20 de janeiro, na livraria da Universidade Católica Portuguesa, a propósito do lançamento do calendário inter-religioso para 2026. O calendário é publicado há 24 anos, graças à extraordinária iniciativa da editora Paulinas, pela mão extremosa e incansável da Irmã Eliete Duarte e ainda do seu Diretor Científico, José Eduardo Franco. [Texto de Margarida Rocha e Melo].

O nome da Paz é justiça e cultura

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O nome da Paz é justiça e cultura

Caminhando pelas vielas da Paz, encontramos pequenos gestos de solidariedade que iluminam o caminho e nos inspiram a acreditar num futuro mais justo. Cada passo revela histórias de superação e respeito, onde a diversidade é celebrada e o diálogo floresce envolvendo culturas distintas. [Texto Joaquim Armindo]

Vencer a tentação de desesperar da humanidade

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Vencer a tentação de desesperar da humanidade

A Páscoa sempre ocorre na primavera, quando a natureza revivesce, diante dos nossos olhos deslumbrados. O hálito criador que transfigura a nudez das árvores em vida renascida também se percebe na energia com que muitos apostam na possibilidade de se rasgarem caminhos de luz nas espessas nuvens dos invernos deste mundo. [Texto de Manuel António Ribeiro]

Todos diferentes e iguais em quê? Em Quem?

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Todos diferentes e iguais em quê? Em Quem?

Este tempo de guerras, mortes e da Paixão e morte de Jesus Cristo, convida a buscar sentido de vida. As diferenças das pessoas dominam mais que a igualdade: uma escreve uma linha; outra, uma página. Esta, nada. Aquela diz uma palavra, esta explica em longa conversa o que outra diria em dez segundos e outra fala até cansar quem a ouve. [Texto de Aires Gameiro].

A sementeira

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O evangelista Mateus fala-nos da parábola do semeador. As diferentes situações da semente, decorrentes do ato da sementeira, falam-nos simbolicamente dos diversos tipos de cristãos que existem. Vejamos alguns e que tipo de semente queremos ser. [Texto de José Brissos-Lino].

O inferno não é como o pintam

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O inferno não é como o pintam

Em tempo de Quaresma vem-me sempre à memória um pensamento repetido, de como na infância e adolescência fui assaltado pela doutrina da tristeza e do medo. Nesta época fui sujeito às cores lúgubres das igrejas, aos olhares envinagrados e deprimidos dos crentes. [Texto de Alberto Teixeira].

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Redação Lisboa: Largo da Luz, 11, 1600-764 LISBOA
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