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Não nos deixemos distrair

[Sete Partidas]

Não nos deixemos distrair

“Milhões de crianças neste mundo são simplesmente sujeitas à desgraça, à nascença. Repitamos: não têm escolha. Nem vez. Nem voz. Apenas a fatalidade de ter nascido no lugar errado, no momento errado da história. Porque os há. Não nos deixemos iludir.” [Texto de Luís Castanheira Pinto]

“Síganse manteniendo en las olas del amor, en las olas de la caridad”

“Síganse manteniendo en las olas del amor, en las olas de la caridad”

O meu sonho de ser voluntária na Jornada Mundial da Juventude (JMJ) começou em 2019, quando o Papa Francisco, no Panamá, anunciou que a edição seguinte seria em Portugal. Depois de ter participado como peregrina em duas JMJ – Madrid em 2011 e Cracóvia em 2016 – senti que tinha chegado o momento de contribuir de alguma forma para um evento que tanto me marcou.

A propósito da JMJ

A propósito da JMJ

A realização da JMJ e a presença do Papa em Lisboa são uma oportunidade para refletir sobre o lugar e a importância da religião na sociedade.
Continuamos a pensar a religião sobretudo a partir da pergunta “Deus existe?” e do conflito entre a religião e a ciência como fontes de conhecimento do mundo. A primeira, já o sabemos, é uma pergunta sem resposta de conhecimento e a segunda é uma questão sem sentido.

Terminou a Jornada Mundial da Juventude. E agora?

Terminou a Jornada Mundial da Juventude. E agora?

Depois destes banhos de multidão, de excelentes palavras proferidas, ao país, aos políticos, à igreja e aos jovens e de tantos gestos, o que fazer? Que caminhos a percorrer? Que coisas a mudar? Que atitudes e comportamentos a ter? Das duas uma: ou cai tudo em saco roto e continuamos a colocar vinho novo em odres velhos, ou então, arregaçamos as mangas, tomamos consciência do que nos foi exortado e vamos ser agentes de mudança de um país, de uma sociedade e de uma igreja renovada e com compromissos de mudança para um mundo melhor.

A JMJ e as reformas de Francisco

A JMJ e as reformas de Francisco

Mais de um milhão de jovens do mundo inteiro responderam ao apelo do papa para participar nas Jornadas Mundiais da Juventude em Lisboa. Um evento realmente memorável. Este papa é, de facto, um grande mestre da palavra e da ação. Na linguagem simples de um pregador notável, vai traduzindo o evangelho para os tempos que correm. E fá-lo não apenas com palavras, mas também com gestos de impressionante humanidade.

“Síganse manteniendo en las olas del amor, en las olas de la caridad”

“Síganse manteniendo en las olas del amor, en las olas de la caridad”

O meu sonho de ser voluntária na Jornada Mundial da Juventude (JMJ) começou em 2019, quando o Papa Francisco, no Panamá, anunciou que a edição seguinte seria em Portugal. Depois de ter participado como peregrina em duas JMJ – Madrid em 2011 e Cracóvia em 2016 – senti que tinha chegado o momento de contribuir de alguma forma para um evento que tanto me marcou.

A propósito da JMJ

A propósito da JMJ

A realização da JMJ e a presença do Papa em Lisboa são uma oportunidade para refletir sobre o lugar e a importância da religião na sociedade.
Continuamos a pensar a religião sobretudo a partir da pergunta “Deus existe?” e do conflito entre a religião e a ciência como fontes de conhecimento do mundo. A primeira, já o sabemos, é uma pergunta sem resposta de conhecimento e a segunda é uma questão sem sentido.

Terminou a Jornada Mundial da Juventude. E agora?

Terminou a Jornada Mundial da Juventude. E agora?

Depois destes banhos de multidão, de excelentes palavras proferidas, ao país, aos políticos, à igreja e aos jovens e de tantos gestos, o que fazer? Que caminhos a percorrer? Que coisas a mudar? Que atitudes e comportamentos a ter? Das duas uma: ou cai tudo em saco roto e continuamos a colocar vinho novo em odres velhos, ou então, arregaçamos as mangas, tomamos consciência do que nos foi exortado e vamos ser agentes de mudança de um país, de uma sociedade e de uma igreja renovada e com compromissos de mudança para um mundo melhor.

A JMJ e as reformas de Francisco

A JMJ e as reformas de Francisco

Mais de um milhão de jovens do mundo inteiro responderam ao apelo do papa para participar nas Jornadas Mundiais da Juventude em Lisboa. Um evento realmente memorável. Este papa é, de facto, um grande mestre da palavra e da ação. Na linguagem simples de um pregador notável, vai traduzindo o evangelho para os tempos que correm. E fá-lo não apenas com palavras, mas também com gestos de impressionante humanidade.

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