Opinião
Opinião
[Entre Margens]
Joana Lopes: 88 cravos à sua memória
No próximo Domingo, 11 de Outubro, Joana Lopes, que nos deixou a 5 de Fevereiro deste ano, completaria 88 anos. A Joana teve um papel importante na resistência católica contra a ditadura, tendo levado a cabo lutas muito importantes em que denunciava a guerra colonial. Tinha também uma atividade cívica intensa, assumindo a defesa de lutas políticas essenciais que não são menos importantes no nosso tempo. [Texto de Filipe Moisés].
[Metáforas vivas]
Das perguntas primitivas à consolação
Este texto corresponde à homilia de domingo, 20 de setembro, [domingo xxv do tempo comum ― a ― 2026], proferida pelo padre Joaquim Félix no Santuário de Nossa Senhora do Porto d’Ave, em Taíde, arciprestado da Póvoa de Lanhoso.
[Entre Margens]
Profecias apocalípticas e a esperança cristã
Com o alarme dos últimos dias, vindo dos grandes promotores da IA de fabrico americano, todos nos demos conta de que, tal como Ícaro, que queimou as asas por voar demasiado perto do sol, a mais recente criação da Humanidade, tanto poderá fazê-la voar mais alto, como poderá ser a sua perdição. [Texto de Joana Rigato].
[Arquipélago Jerusalém]
Como matar um Dragão
Começam hoje, 18 de setembro, as eleições para a Duma russa, num país onde a guerra condiciona a vida política e onde o Kremlin procura impedir que o descontentamento se transforme em alternativa. Para situarmos estas eleições, nada melhor do que repetir uma anedota dos tempos soviéticos. [Texto de Mendo Castro Henriques].
A caminho de novas “demandas”
No Movimento do Graal, tanto em Portugal como no âmbito internacional, a palavra “demanda” é estruturante para estarmos sintonizadas numa busca espiritual contínua e ativa “dos mistérios insondáveis de Deus”. Mesmo estando longe das pessoas com quem partilhei mais vivências nesta procura, sobretudo em Portugal, a dinâmica sobrevive e encontra sentido em novos contextos. [Texto de Marijke de Koning]
[Lugar (in)comum]
“Sem dor, sem ganho”
Como é que uma expressão, originalmente utilizada para transformação física, se transforma neste dogma tóxico que confunde sofrimento com eficiência? Depois de décadas a repetir “no pain, no gain” como se fosse uma lei universal, acabámos por transformar uma frase de ginásio num dogma que legitima a exaustão.
[Entre Margens]
Voz que clama no deserto: da radicalidade de João à ternura de Jesus
A figura de João Batista constitui uma das mais fascinantes portas de entrada para o Evangelho. Os textos evangélicos apresentam-no como aquele que prepara a chegada de Jesus, mas também como alguém cuja mensagem e estilo de vida evidenciam uma tensão profunda que acompanha toda a experiência cristã. [Texto de Vítor Rafael].
[Entre Margens]
Acerca do uso do “Compêndio da Doutrina Social da Igreja”
Dizem que “cantar os seus males espanta”. Comigo funciona melhor a escrita, sobretudo quando creio, como é o presente caso, que se algo que me incomoda também pode incomodar a outras pessoas, e que, assim, o meu “espantar pela escrita” disso que me incomoda,...
Trago comigo (16)
Um livro também nos pode revelar memórias
Neste décimo sexto texto, e último dessa rubrica que intitulamos “Trago comigo”, remetendo para a ideia de alguma coisa pessoalmente significativa que cada qual guarda na sua memória, José Centeio, usando como pretexto o livro de Irene Vallejo “Manifesto pela Leitura”, revela-nos as suas memórias na descoberta da leitura e a sua paixão pelos livros.
[Metáforas vivas]
Das perguntas primitivas à consolação
Este texto corresponde à homilia de domingo, 20 de setembro, [domingo xxv do tempo comum ― a ― 2026], proferida pelo padre Joaquim Félix no Santuário de Nossa Senhora do Porto d’Ave, em Taíde, arciprestado da Póvoa de Lanhoso.
[Entre Margens]
Profecias apocalípticas e a esperança cristã
Com o alarme dos últimos dias, vindo dos grandes promotores da IA de fabrico americano, todos nos demos conta de que, tal como Ícaro, que queimou as asas por voar demasiado perto do sol, a mais recente criação da Humanidade, tanto poderá fazê-la voar mais alto, como poderá ser a sua perdição. [Texto de Joana Rigato].
[Arquipélago Jerusalém]
Como matar um Dragão
Começam hoje, 18 de setembro, as eleições para a Duma russa, num país onde a guerra condiciona a vida política e onde o Kremlin procura impedir que o descontentamento se transforme em alternativa. Para situarmos estas eleições, nada melhor do que repetir uma anedota dos tempos soviéticos. [Texto de Mendo Castro Henriques].
A caminho de novas “demandas”
No Movimento do Graal, tanto em Portugal como no âmbito internacional, a palavra “demanda” é estruturante para estarmos sintonizadas numa busca espiritual contínua e ativa “dos mistérios insondáveis de Deus”. Mesmo estando longe das pessoas com quem partilhei mais vivências nesta procura, sobretudo em Portugal, a dinâmica sobrevive e encontra sentido em novos contextos. [Texto de Marijke de Koning]
[Lugar (in)comum]
“Sem dor, sem ganho”
Como é que uma expressão, originalmente utilizada para transformação física, se transforma neste dogma tóxico que confunde sofrimento com eficiência? Depois de décadas a repetir “no pain, no gain” como se fosse uma lei universal, acabámos por transformar uma frase de ginásio num dogma que legitima a exaustão.
[Entre Margens]
Voz que clama no deserto: da radicalidade de João à ternura de Jesus
A figura de João Batista constitui uma das mais fascinantes portas de entrada para o Evangelho. Os textos evangélicos apresentam-no como aquele que prepara a chegada de Jesus, mas também como alguém cuja mensagem e estilo de vida evidenciam uma tensão profunda que acompanha toda a experiência cristã. [Texto de Vítor Rafael].
[Entre Margens]
Acerca do uso do “Compêndio da Doutrina Social da Igreja”
Dizem que “cantar os seus males espanta”. Comigo funciona melhor a escrita, sobretudo quando creio, como é o presente caso, que se algo que me incomoda também pode incomodar a outras pessoas, e que, assim, o meu “espantar pela escrita” disso que me incomoda,...
Trago comigo (16)
Um livro também nos pode revelar memórias
Neste décimo sexto texto, e último dessa rubrica que intitulamos “Trago comigo”, remetendo para a ideia de alguma coisa pessoalmente significativa que cada qual guarda na sua memória, José Centeio, usando como pretexto o livro de Irene Vallejo “Manifesto pela Leitura”, revela-nos as suas memórias na descoberta da leitura e a sua paixão pelos livros.
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