Sociedade
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Mensagem do Papa
Nenhum migrante e refugiado “deve ser excluído”
O Papa defende na sua mensagem para a próxima Jornada Mundial do Migrante e Refugiado que “ninguém deve ser excluído” da sociedade, rejeitando que sejam vistos como “invasores”.
Precisamos de nos ouvir (15) – Catarina Leal: A necessidade torna todas as coisas comuns
Em Arroios e outras freguesias de Lisboa, vizinhos e vizinhas juntaram-se para formar, voluntariamente, serviços de apoio mútuo, como cantinas, lojas, mercearias e lavandarias gratuitas. Em maio do mesmo ano, algumas destas pessoas inauguraram, num edifício devoluto, um centro de dia a que chamámos Seara.
Começou a distribuição de vacinas aos países mais pobres através da OMS
As vacinas contra a covid-19 começaram a chegar nesta quarta-feira ao Gana, que se torna o primeiro entre os 100 países mais pobres do mundo a receber doses de imunização contra a doença, fornecidas pela iniciativa Covax. Enquanto isso, o Vaticano e outras entidades relgiiosas pedem a libertação das patentes, para que as vacinas sejam produzidas em maior quantidade e cheguem mais rápido aos países mais pobres.
Precisamos de nos ouvir (14) – Vítor Rafael: O coração amoroso de Deus
Falar acerca do que temos aprendido ao longo desta pandemia fez-me pensar essencialmente naquilo que muitas vezes não consegui aprender noutras circunstâncias diferentes da atual crise que estamos a atravessar.
Como o “bicho” mexe com a prática religiosa
A verdade é que um de cada três cristãos praticantes americanos parou de frequentar a igreja com a pandemia, apesar da evidência de que a comunidade de fé exerce um efeito integrativo do ponto de vista social, de estabilização emocional e promove o encorajamento e a esperança dos indivíduos. Curiosamente, as gerações mais novas apresentaram mais dificuldades na substituição das celebrações presenciais pelas online, eventualmente devido a uma maior necessidade gregária.
Precisamos de nos ouvir (13) – Teresa Vasconcelos: Ponto Pé de Flor e confinamento
Bordar a ponto pé de flor é uma atividade muito repousante, pelo menos para mim. Sempre um ponto maior à frente e um ponto menor atrás, traçando linhas e curvas que trazem ritmo e consistência ao bordado. Tenho feito muito ponto pé de flor ao longo de um confinamento que dura há quase um ano. Fazer ponto pé de flor relaxa-me, insere as minhas mãos num movimento rítmico.
O medo da morte nas epidemias da Idade Moderna: uma aula aberta, as permanências e as mudanças
Nos meses que vão de finais do outono de 1769 a meados de 1770, a cidade de Braga foi palco de cenas dolorosas de pânico e de morte, tendo por motivo uma potente epidemia de tifo e por epicentro o Hospital de S. Marcos, metido dentro do casco da urbe.
Regresso das celebrações presenciais: bispos com posição a 9 de março
O conselho permanente da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) vai analisar a evolução da pandemia e divulgará novas orientações sobre as celebrações presenciais no próximo dia 9 de março.
Precisamos de nos ouvir (12) – Paulo Pereira de Carvalho: O ar comum
Pudéssemos nós ainda acreditar no poder redentor das pandemias e faríamos a lista do que aprendemos com esta e do que é necessário fazer politicamente a partir de agora num contexto diferente do anterior… mas sabemos, de antemão, que o tão publicitado Novo Normal nada trará de novo e que, pela parte de quem detém o poder, nos espera a tentativa desesperada de repor o Antigo Normal, segundo fórmula conhecida.
Precisamos de nos ouvir (15) – Catarina Leal: A necessidade torna todas as coisas comuns
Em Arroios e outras freguesias de Lisboa, vizinhos e vizinhas juntaram-se para formar, voluntariamente, serviços de apoio mútuo, como cantinas, lojas, mercearias e lavandarias gratuitas. Em maio do mesmo ano, algumas destas pessoas inauguraram, num edifício devoluto, um centro de dia a que chamámos Seara.
Começou a distribuição de vacinas aos países mais pobres através da OMS
As vacinas contra a covid-19 começaram a chegar nesta quarta-feira ao Gana, que se torna o primeiro entre os 100 países mais pobres do mundo a receber doses de imunização contra a doença, fornecidas pela iniciativa Covax. Enquanto isso, o Vaticano e outras entidades relgiiosas pedem a libertação das patentes, para que as vacinas sejam produzidas em maior quantidade e cheguem mais rápido aos países mais pobres.
Precisamos de nos ouvir (14) – Vítor Rafael: O coração amoroso de Deus
Falar acerca do que temos aprendido ao longo desta pandemia fez-me pensar essencialmente naquilo que muitas vezes não consegui aprender noutras circunstâncias diferentes da atual crise que estamos a atravessar.
Como o “bicho” mexe com a prática religiosa
A verdade é que um de cada três cristãos praticantes americanos parou de frequentar a igreja com a pandemia, apesar da evidência de que a comunidade de fé exerce um efeito integrativo do ponto de vista social, de estabilização emocional e promove o encorajamento e a esperança dos indivíduos. Curiosamente, as gerações mais novas apresentaram mais dificuldades na substituição das celebrações presenciais pelas online, eventualmente devido a uma maior necessidade gregária.
Precisamos de nos ouvir (13) – Teresa Vasconcelos: Ponto Pé de Flor e confinamento
Bordar a ponto pé de flor é uma atividade muito repousante, pelo menos para mim. Sempre um ponto maior à frente e um ponto menor atrás, traçando linhas e curvas que trazem ritmo e consistência ao bordado. Tenho feito muito ponto pé de flor ao longo de um confinamento que dura há quase um ano. Fazer ponto pé de flor relaxa-me, insere as minhas mãos num movimento rítmico.
O medo da morte nas epidemias da Idade Moderna: uma aula aberta, as permanências e as mudanças
Nos meses que vão de finais do outono de 1769 a meados de 1770, a cidade de Braga foi palco de cenas dolorosas de pânico e de morte, tendo por motivo uma potente epidemia de tifo e por epicentro o Hospital de S. Marcos, metido dentro do casco da urbe.
Regresso das celebrações presenciais: bispos com posição a 9 de março
O conselho permanente da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) vai analisar a evolução da pandemia e divulgará novas orientações sobre as celebrações presenciais no próximo dia 9 de março.
Precisamos de nos ouvir (12) – Paulo Pereira de Carvalho: O ar comum
Pudéssemos nós ainda acreditar no poder redentor das pandemias e faríamos a lista do que aprendemos com esta e do que é necessário fazer politicamente a partir de agora num contexto diferente do anterior… mas sabemos, de antemão, que o tão publicitado Novo Normal nada trará de novo e que, pela parte de quem detém o poder, nos espera a tentativa desesperada de repor o Antigo Normal, segundo fórmula conhecida.
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