Dossiês
Dossiês
Precisamos de nos ouvir (39) – Helena Valentim: Entre o absurdo e a melhor viagem
Nada como ser gráfico, para que nos restem muitas dúvidas sobre a justeza da forma como estamos a viver. Há dois mil anos, também o Nazareno precisou de procurar as palavras desenhando com o dedo no chão. O que desenhava ele diante do absurdo?
Precisamos de nos ouvir (24) – Ivo Neto: O que aprendemos na saúde mental com a pandemia?
A avó estava a dias de fazer 90 anos e a mesa para juntar a família reservada, não muito longe de casa para ela não se cansar. Tinha começado há dias no Público e a Rita estava animada com a viagem aos Açores marcada para Maio. Ela foi a primeira. Veio para casa a pensar que na quarta-feira regressava ao trabalho, ao ginásio e, no fundo, à vida normal. Mas não. Na semana seguinte foi a minha vez de fazer da casa, a redacção.
Precisamos de nos ouvir (23) – Darcília Machado: Muito disto está suspenso
A minha escola tem uma horta onde se aprende com a natureza que “há tempo de nascer, e tempo de morrer; tempo de plantar, e tempo de arrancar o que se plantou”. A minha escola tem heróis que todos os dias se superam a si próprios. Muito disto está suspenso. Tenho vontade de voltar a viver tudo isto, lá.
Precisamos de nos ouvir (22) – António Durães: Talvez a arte nos possa continuar a salvar
Por força não sei de que determinação, o meu mundo, o mundo teatral, divide-se, também ele, em duas partes. Não há Tordesilhas que nos imponha o mundo assim, mas a verdade teatral determina-o: o mundo da sala e o mundo do palco. A cortina de ferro divide esses dois mundos de forma inexorável. Por razões de segurança, mas também por todas as outras razões. E esses dois mundos apenas se comunicam, quando o Encontro, como chamavam alguns antigos ao espectáculo, se dá.
Precisamos de nos ouvir (21) – Luísa Ribeiro Ferreira: Um confinamento na companhia de Espinosa
Recebi do 7MARGENS um convite para escrever sobre a minha experiência desta pandemia, partilhando a fragilidade da condição que actualmente vivemos. Respondo recorrendo a Espinosa, o filósofo com quem mais tenho dialogado e que durante o presente confinamento revisitei várias vezes, quer por obrigação (atendendo a compromissos) quer por devoção (a leitura das suas obras é sempre gratificante).
Precisamos de nos ouvir (20) – P. Luís Marinho: A quem pertences?
A liturgia daquele 2º domingo de setembro de 2020 dava-nos a ouvir breves e incisivas frases da Carta aos Romanos: “Nenhum de nós vive para si mesmo e nenhum de nós morre para si mesmo. Se vivemos, vivemos para o Senhor, e se morremos, morremos para o Senhor.” A minha memória foi tomada pela letra de uma canção que povoou o meu imaginário juvenil – um sentido grito de liberdade!
Precisamos de nos ouvir (19) – Isabel Margarida: Essencial, os outros ali bem perto
Também podemos aproveitar o que aprendemos em termos de ensino e de sessões várias online. Anseio por voltar ao presencial, que nada substitui, mas sem desperdiçar algumas lições.
Precisamos de nos ouvir (18) – Américo Monteiro: Muito terá de mudar no mundo do trabalho
Em Portugal foi oficialmente anunciado o primeiro caso de infeção da covid-19 a 2 de março de 2020 e decretado o primeiro estado de emergência a 18 do mesmo mês. Está a completar-se um ano. Nem nas horas de maiores trevas imaginava um cenário como aquele que hoje vivemos.
Precisamos de nos ouvir (17) – Maria do Céu Sousa Fernandes: As azáleas voltarão a abrir na primavera
Recentemente, num dos raros dias de sol deste inverno chuvoso, reparei que no meu pequeno jardim havia uma azálea já florida. Fiquei contente. A primavera está a chegar e com ela as flores, os frutos e tudo o mais que é necessário e que a terra nos dá.
Precisamos de nos ouvir (24) – Ivo Neto: O que aprendemos na saúde mental com a pandemia?
A avó estava a dias de fazer 90 anos e a mesa para juntar a família reservada, não muito longe de casa para ela não se cansar. Tinha começado há dias no Público e a Rita estava animada com a viagem aos Açores marcada para Maio. Ela foi a primeira. Veio para casa a pensar que na quarta-feira regressava ao trabalho, ao ginásio e, no fundo, à vida normal. Mas não. Na semana seguinte foi a minha vez de fazer da casa, a redacção.
Precisamos de nos ouvir (23) – Darcília Machado: Muito disto está suspenso
A minha escola tem uma horta onde se aprende com a natureza que “há tempo de nascer, e tempo de morrer; tempo de plantar, e tempo de arrancar o que se plantou”. A minha escola tem heróis que todos os dias se superam a si próprios. Muito disto está suspenso. Tenho vontade de voltar a viver tudo isto, lá.
Precisamos de nos ouvir (22) – António Durães: Talvez a arte nos possa continuar a salvar
Por força não sei de que determinação, o meu mundo, o mundo teatral, divide-se, também ele, em duas partes. Não há Tordesilhas que nos imponha o mundo assim, mas a verdade teatral determina-o: o mundo da sala e o mundo do palco. A cortina de ferro divide esses dois mundos de forma inexorável. Por razões de segurança, mas também por todas as outras razões. E esses dois mundos apenas se comunicam, quando o Encontro, como chamavam alguns antigos ao espectáculo, se dá.
Precisamos de nos ouvir (21) – Luísa Ribeiro Ferreira: Um confinamento na companhia de Espinosa
Recebi do 7MARGENS um convite para escrever sobre a minha experiência desta pandemia, partilhando a fragilidade da condição que actualmente vivemos. Respondo recorrendo a Espinosa, o filósofo com quem mais tenho dialogado e que durante o presente confinamento revisitei várias vezes, quer por obrigação (atendendo a compromissos) quer por devoção (a leitura das suas obras é sempre gratificante).
Precisamos de nos ouvir (20) – P. Luís Marinho: A quem pertences?
A liturgia daquele 2º domingo de setembro de 2020 dava-nos a ouvir breves e incisivas frases da Carta aos Romanos: “Nenhum de nós vive para si mesmo e nenhum de nós morre para si mesmo. Se vivemos, vivemos para o Senhor, e se morremos, morremos para o Senhor.” A minha memória foi tomada pela letra de uma canção que povoou o meu imaginário juvenil – um sentido grito de liberdade!
Precisamos de nos ouvir (19) – Isabel Margarida: Essencial, os outros ali bem perto
Também podemos aproveitar o que aprendemos em termos de ensino e de sessões várias online. Anseio por voltar ao presencial, que nada substitui, mas sem desperdiçar algumas lições.
Precisamos de nos ouvir (18) – Américo Monteiro: Muito terá de mudar no mundo do trabalho
Em Portugal foi oficialmente anunciado o primeiro caso de infeção da covid-19 a 2 de março de 2020 e decretado o primeiro estado de emergência a 18 do mesmo mês. Está a completar-se um ano. Nem nas horas de maiores trevas imaginava um cenário como aquele que hoje vivemos.
Precisamos de nos ouvir (17) – Maria do Céu Sousa Fernandes: As azáleas voltarão a abrir na primavera
Recentemente, num dos raros dias de sol deste inverno chuvoso, reparei que no meu pequeno jardim havia uma azálea já florida. Fiquei contente. A primavera está a chegar e com ela as flores, os frutos e tudo o mais que é necessário e que a terra nos dá.
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