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A Igreja não pode voltar a dar “uma mão cheia de nada”

Igreja Católica – que caminhos de futuro? (Debate – 18)

A Igreja não pode voltar a dar “uma mão cheia de nada”

Nesta décima oitava resposta, Helena Martins Carmona, leiga, católica, professora de Educação Moral e Religiosa Católica, chama a atenção para a importância das decisões coletivas ao nível da CEP e para a necessidade de que todo o processo seja isento e transparente. Propõe ainda a participação de todos os batizados através de assembleias diocesanas.

Sinodalidade: critério processual a assumir com radicalidade e com verdade

Igreja Católica – que caminhos de futuro? (Debate – 17)

Sinodalidade: critério processual a assumir com radicalidade e com verdade

Nesta décima sétima resposta, José Veiga Torres, nascido e batizado na paróquia de Santa Maria Maior, da cidade de Viana do Castelo e residindo atualmente em Coimbra, sem a preocupação de se restringir às perguntas, centra as suas propostas na sinodalidade e suas implicações na vida da Igreja e, sobretudo, nas relações entre comunidades.

O celibato como afirmação do poder clerical

O celibato como afirmação do poder clerical

Deixemo-nos de rodeios. Não vale a pena procurar tapar o sol com a peneira. Serão tentativas inúteis de ocultação da verdade. Por mais que não o desejemos, a verdade é como o azeite, acaba sempre por flutuar sob o olhar atónito dos mais distraídos. A insistência milenar da Igreja ocidental (latina) no celibato obrigatório é uma forma de afirmação e consolidação do clericalismo. (Opinião de Jorge Paulo é católico e professor do ensino básico e secundário)

Conferência Episcopal: tudo na mesma nas eleições dos bispos

Continuidade dominou

Conferência Episcopal: tudo na mesma nas eleições dos bispos

O bispo de Leiria-Fátima, José Ornelas, foi reeleito presidente da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) para os próximos três anos, tendo sido igualmente reconduzidos nos cargos de vice-presidente e secretário da presidência deste organismo o bispo de Coimbra Virgílio Antunes e o padre dehoniano Manuel Barbosa, respetivamente. Contrariando algumas especulações das últimas semanas sobre eventuais mudanças no órgão máximo da Igreja Católica em Portugal, devido à resposta da CEP ao escândalo dos abusos, os resultados das eleições para o novo triénio na CEP, que decorreram na manhã desta terça-feira, 18 de abril, em Fátima, revelam que permanece quase tudo na mesma – uma possibilidade de que o 7MARGENS dera conta, a partir da conversa com vários bispos na semana passada. 

Bispo Ornelas reconhece: pedidos de perdão não bastam, são precisas “decisões e ações concretas”

Abusos na assembleia da CEP

Bispo Ornelas reconhece: pedidos de perdão não bastam, são precisas “decisões e ações concretas”

A 206.ª assembleia plenária da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) arrancou esta segunda-feira, 17 de abril, em Fátima, com o seu presidente, José Ornelas, a deixar claro que o tema dos abusos no seio da Igreja católica será o ponto principal da agenda dos bispos nos próximos dias. No seu discurso de abertura, o presidente da CEP sublinhou que o reconhecimento dos erros e os pedidos de perdão “só têm sentido na medida em que são acompanhados de decisões e ações concretas para transformar a realidade” e assegurou que a Igreja está empenhada nessa transformação.

Como é que se cuida sendo fiel ao Evangelho?

Igreja Católica – que caminhos de futuro? (Debate – 14)

Como é que se cuida sendo fiel ao Evangelho?

 Nesta décima quarta resposta, Margarida Ferreira, coordenadora do Centro de Espiritualidade Redentorista (CER), propõe-nos cuidar das vítimas, o que pressupõe uma Igreja que “responda a uma só voz, com honestidade e clareza, que se mostre despojada, que mostre as feridas e as assuma.” Criar contextos de diálogo com abertura e honestidade e central a vida no Evangelho, é papel no qual todos nos devemos empenhar.

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O padre Telmo Ferraz, da Obra da Rua, celebra cem anos de vida e missão. Membro do clero da Diocese de Bragança-Miranda, nasceu no Mogadouro a 25 de novembro de 1925 e começou cedo o seu sacerdócio de rebeldia e compromisso social. Denunciava a tragédia humanitária provocada pelas condições péssimas em que viviam quantos davam a vida na construção de barragens naquele Trás-os-Montes longínquo e abandonado dos anos 1950. [Texto de Tony Neves]

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Acordamos e consultamos as notícias e fica a impressão que o mundo está muito desarrumado e que somos impotentes para o modificar; que pouco podemos fazer contra a ideologia  trumpista, putinista e xijinpinguista – que mistura consumismo e força bruta: preciso de poder comprar o que quero e, se não puder comprar, posso tomá-lo à força. A propaganda alcança o seu fim quando já dispensamos o propagandista e passamos nós próprios a repeti-la. [Texto de Mendo Castro Henriques].

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