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Conhecido padre francês anti-gay castigado por abusar sexualmente de rapazes adultos

Foi consultor do Vaticano

Conhecido padre francês anti-gay castigado por abusar sexualmente de rapazes adultos

Cessação de qualquer atividade relacionada com a psicoterapia, fim de publicação de livros, de participação em colóquios, reuniões públicas, e conferências são algumas das medidas canónicas que a diocese católica de Paris acaba de impor a Tony Anatrella, um conhecido padre e psicoterapeuta que tem defendido teorias anti-gay e que foi acusado de vários abusos sexuais sobre jovens rapazes.

“A Igreja deixa no escuro as vítimas de abusos que ousam denunciar”

Arcebispo Charles Scicluna

“A Igreja deixa no escuro as vítimas de abusos que ousam denunciar”

O Vaticano não está num “um ponto ideal” no que diz respeito ao acompanhamento das vítimas de abusos na Igreja, o que faz com que este assunto seja “algo que precisa de ser desenvolvido”. Quem o afirma é o arcebispo de Malta, Charles Scicluna, uma figura da Igreja Católica que mais larga experiência de casos de abusos do clero tem, primeiro como funcionário da então Congregação para a Doutrina da Fé (2002-2012) e, depois, também como bispo. Desde 2018, Scicluna ocupa o cargo de secretário-adjunto do Dicastério para a Doutrina da Fé.

Nem tudo é abuso sexual (há mais)

[O flagelo que não acaba – iii]

Nem tudo é abuso sexual (há mais)

O abuso de poder, temo-lo repetido e continuaremos a insistir nisso, é a origem de todas as outras formas de abuso na Igreja. O abuso de poder é a principal fonte da maldade moral e da corrupção moral. É o uso pervertido e ilegítimo do poder para fazer dano a alguém.

Comunidade de Taizé empenhada em fazer do encontro europeu um “lugar seguro”

Portuguesa na nova "equipa de proteção"

Comunidade de Taizé empenhada em fazer do encontro europeu um “lugar seguro”

A pouco mais de uma semana do 45º Encontro Europeu de Taizé, que terá lugar em Rostock (Alemanha), de 28 de dezembro a 1 de janeiro, e para o qual são esperados cerca de cinco mil jovens, uma mulher alemã denunciou publicamente ter sido alvo de assédio sexual por parte de um dos irmãos daquela comunidade ecuménica e alertou para o facto de situações semelhantes poderem acontecer neste encontro. “Empenhada em fazer de Taizé um lugar mais seguro”, a própria comunidade havia já publicado, no início de dezembro, no seu sítio online, um relatório atualizado sobre aquilo que fez pela “proteção de pessoas” desde 2019 até novembro deste ano. Uma das medidas mais recentes consistiu em criar uma nova “equipa de proteção” composta por pessoas de fora da comunidade, e que conta com um elemento português.

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Desobediência: anátema, direito ou dever? (mea culpa, mea maxima culpa)

[Entre Margens]

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Temos assistido nestes dias à reivindicação do direito efetivo à habitação e contestação ao rumo que o governo (e os sucessivos governos a quem coube a responsabilidade pelas políticas para assegurar este direito) tem tomado ou se prepara para tomar. Contestação que desembocou em atos de desobediência às autoridades que justificaram, na ótica destas, a intervenção violenta para a reposição da “ordem pública”. [Texto de Carlos Dias].

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