Na América Latina, em dois países que vivem uma crise política prolongada, os próximos caminhos parecem divergir. Na Venezuela, há uma ténue luz de diálogo no fundo do túnel, mas na Nicarágua, a resposta a quem está na oposição é a perseguição.
América Latina
Negociações na Venezuela, perseguições na NicaráguaNa América Latina, em dois países que vivem uma crise política prolongada, os próximos caminhos parecem divergir. Na Venezuela, há uma ténue luz de diálogo no fundo do túnel, mas na Nicarágua, a resposta a quem está na oposição é a perseguição.
O processo sinodal, anunciado em 24 de janeiro último, terá o ponto alto na cidade do México, em finais de novembro deste ano, sob o lema “Somos todos discípulos missionários em saída”.
Um novo relatório divulgado pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) e pelo Programa Alimentar Mundial (PAM) na semana passada revela que “as taxas de insegurança alimentar aguda estão a atingir novos máximos a nível mundial” e alerta para a necessidade de tomar medidas imediatas, caso contrário a situação irá “deteriorar-se rapidamente nos próximos meses”. Foram identificados 20 países onde o cenário é particularmente grave, dos quais quatro estão já na “iminência de fome”: o Burkina Faso, na região africana do Sahel, a Nigéria, o Sudão do Sul e o Iémen.
Por princípio sou contra todas as formas de teocracia, incluindo as cristãs. Esses ideais estribam-se em equívocos teológicos, em erros de interpretação histórica ou, em muitos casos, em inconfessáveis aspirações de poder.
A presidência do Conselho Episcopal Latino-americano (CELAM), que reúne os bispos católicos de toda a América Latina, escreveu aos líderes políticos da região apelando à integração e cooperação regional, para encontrar soluções para a crise causada pela covid-19 e alertando para as consequências sociais da pandemia: prevê-se que mais 215 milhões de pessoas fiquem em situação de pobreza nos próximos meses (ou seja, 35% da população) e esse é “um facto escandaloso que faz barulho na consciência da Igreja”.
Uma análise da Comissão Económica para a América Latina (Cepal) estima que, no final deste ano, 230 milhões de pessoas vivam em situação de pobreza naquela região e que 96 milhões não tenham rendimento suficiente para comprar comida. O estudo prevê ainda que a economia mundial sofra a sua maior queda desde a Segunda Guerra Mundial.
As comunidades indígenas, que correspondem a cerca de meio milhão de pessoas em todo o mundo, estão particularmente vulneráveis à pandemia do novo coronavírus devido às condições precárias em que vivem e à intensidade com que o vírus está a alastrar no continente americano, onde vivem na sua maioria, alertou esta segunda-feira, 20 de julho, a Organização Mundial de Saúde (OMS).
Mais de 50 milhões de pessoas correm risco de fome extrema em África, devido sobretudo a conflitos, alterações climáticas, e “fracasso dos governos” em encontrar soluções para apoiar as populações, alerta a organização não governamental Oxfam. O risco aumentou devido à pandemia de covid-19, que na América Latina pode colocar na pobreza 45 milhões de pessoas, avisa a Organização das Nações Unidas (ONU). E nem os países ricos estão livres de perigo.
América Latina
Negociações na Venezuela, perseguições na NicaráguaNa América Latina, em dois países que vivem uma crise política prolongada, os próximos caminhos parecem divergir. Na Venezuela, há uma ténue luz de diálogo no fundo do túnel, mas na Nicarágua, a resposta a quem está na oposição é a perseguição.
O processo sinodal, anunciado em 24 de janeiro último, terá o ponto alto na cidade do México, em finais de novembro deste ano, sob o lema “Somos todos discípulos missionários em saída”.
Um novo relatório divulgado pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) e pelo Programa Alimentar Mundial (PAM) na semana passada revela que “as taxas de insegurança alimentar aguda estão a atingir novos máximos a nível mundial” e alerta para a necessidade de tomar medidas imediatas, caso contrário a situação irá “deteriorar-se rapidamente nos próximos meses”. Foram identificados 20 países onde o cenário é particularmente grave, dos quais quatro estão já na “iminência de fome”: o Burkina Faso, na região africana do Sahel, a Nigéria, o Sudão do Sul e o Iémen.
Por princípio sou contra todas as formas de teocracia, incluindo as cristãs. Esses ideais estribam-se em equívocos teológicos, em erros de interpretação histórica ou, em muitos casos, em inconfessáveis aspirações de poder.
A presidência do Conselho Episcopal Latino-americano (CELAM), que reúne os bispos católicos de toda a América Latina, escreveu aos líderes políticos da região apelando à integração e cooperação regional, para encontrar soluções para a crise causada pela covid-19 e alertando para as consequências sociais da pandemia: prevê-se que mais 215 milhões de pessoas fiquem em situação de pobreza nos próximos meses (ou seja, 35% da população) e esse é “um facto escandaloso que faz barulho na consciência da Igreja”.
Uma análise da Comissão Económica para a América Latina (Cepal) estima que, no final deste ano, 230 milhões de pessoas vivam em situação de pobreza naquela região e que 96 milhões não tenham rendimento suficiente para comprar comida. O estudo prevê ainda que a economia mundial sofra a sua maior queda desde a Segunda Guerra Mundial.
As comunidades indígenas, que correspondem a cerca de meio milhão de pessoas em todo o mundo, estão particularmente vulneráveis à pandemia do novo coronavírus devido às condições precárias em que vivem e à intensidade com que o vírus está a alastrar no continente americano, onde vivem na sua maioria, alertou esta segunda-feira, 20 de julho, a Organização Mundial de Saúde (OMS).
Mais de 50 milhões de pessoas correm risco de fome extrema em África, devido sobretudo a conflitos, alterações climáticas, e “fracasso dos governos” em encontrar soluções para apoiar as populações, alerta a organização não governamental Oxfam. O risco aumentou devido à pandemia de covid-19, que na América Latina pode colocar na pobreza 45 milhões de pessoas, avisa a Organização das Nações Unidas (ONU). E nem os países ricos estão livres de perigo.
[Entre Margens]
A consciência da consciência revela-nos o saber dentro do não-saber novidadeCom efeito, o sentido do mistério absoluto que a vida é começa com a consciência da consciência. A própria filosofia, de resto, começa com a consciência da consciência. É que, com a consciência da consciência, o homem desperta, assombrado, para a realidade misteriosa e radical da sua própria existência, e da Existência enquanto tal, como um todo. [Texto de Rúben Azevedo].
Mensagem da CEP
Bispos querem uma “nova era missionária” e apontam Portugal como “terra de missão”A Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) considera que o centenário do Dia Mundial das Missões, que a Igreja celebrará no próximo dia 18 de outubro, deve ser ocasião para renovar o compromisso missionário e reconhecer que a missão não acontece apenas em terras distantes.
Esta terça-feira, 7 outubro
“Sem trabalho digno não há vida digna”: Movimento de Trabalhadores Cristãos dinamiza videoconferênciaA Liga Operária Católica/ Movimento de Trabalhadores Cristãos assinala esta terça-feira, 7 de outubro, o Dia Mundial pelo Trabalho Digno com uma videoconferência sobre “Trabalho Digno/Código Laboral”. A sessão, com início marcado para as 21h00 e de participação livre, terá como oradores Mafalda Troncho, diretora do Escritório da Organização Internacional do Trabalho em Portugal, e Ulisses Garrido, sociólogo e especialista em relações laborais.
[Entre Margens]
Um 7 de Outubro por Delphine HorvilleurNão sei se a carta de «calorosas felicitações» do Secretário-Geral da ONU ao Presidente do Irão, por ocasião da celebração do bonito Dia Nacional da Revolução Islâmica compara bem com a sua tentativa de contextualização histórica do ataque terrorista de 7 de Outubro de 2023, perpetrado pelo Hamas. Mas recorda-me um título e um autor. [Texto de João Santos].
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