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Organizações de apoio aos reclusos apelam a amnistia “de aplicação ampla e dimensão significativa”

Nas vésperas da discussão na AR

Organizações de apoio aos reclusos apelam a amnistia “de aplicação ampla e dimensão significativa”

É urgente aprovar “uma amnistia/perdão de penas, de aplicação ampla, de âmbito generalizado e de dimensão significativa que coloque Portugal, pelo menos, na média da União Europeia, nas diferentes áreas do sistema prisional e do poder judicial, sem discriminação de reclusos e de crimes”, defendem a OVAR – Obra Vicentina de Auxílio aos Reclusos e a Associação Portuguesa de Apoio ao Recluso (APAR), nas vésperas de ser discutida no plenário da Assembleia da República uma petição de amnistia.

Um sinal de esperança para os reclusos

Um sinal de esperança para os reclusos

Penso que seria bom que o apelo do Papa Francisco, no âmbito do Jubileu que este ano se celebra, a que fosse dado um sinal de esperança a pessoas que sofrem com a reclusão não deixasse de ter alguma resposta no nosso país, não “caísse em saco roto”. Sugeriu ele que esse sinal de esperança seja dado por formas de amnistia e perdão. [Texto de Pedro Vaz Patto].

“É necessário que toda a Igreja se una no pedido de amnistia para os reclusos”

Presidente da OVAR apela

“É necessário que toda a Igreja se una no pedido de amnistia para os reclusos”

O Papa não podia ter sido mais claro na sua bula de proclamação do Ano Jubilar, ao pedir “formas de amnistia ou de perdão de pena” para os reclusos. Mas, agora, “é necessário que toda a Igreja se una em torno desse ponto dez da bula”, apela o presidente da Obra Vicentina de Auxílio aos Reclusos (OVAR), Manuel Almeida dos Santos. Reconhecendo a importância do gesto do cardeal Américo Aguiar e das palavras dos bispos da Guarda e de Évora, o responsável defende “que muitos mais deveriam seguir o exemplo”.

Mais de 11 mil pessoas pedem amnistia de reclusos nas prisões portuguesas

Petição pelos 50 anos de Abril

Mais de 11 mil pessoas pedem amnistia de reclusos nas prisões portuguesas

Uma amnistia de aplicação ampla, de âmbito generalizado e de dimensão significativa. São estas as palavras usadas pelos promotores de uma petição que visa o perdão de penas a alguns reclusos nas prisões portuguesas. Esta reivindicação, encabeçada pela Obra Vicentina de Auxílio aos Reclusos (OVAR) e pela Associação Portuguesa de Apoio ao Recluso (APAR), conta já com mais de 11 mil subscritores, e foi entregue nesta terça-feira, 7 de maio, na presidência da Assembleia da República, em Lisboa.promotores de uma petição que visa o perdão de penas a alguns reclusos nas prisões portuguesas.

Nem amnistia nem multas de trânsito

[Margem 8]

Nem amnistia nem multas de trânsito

As palavras que usamos contam. E há um sonho de esperança inesgotável que a palavra “amnistia” não é capaz de contar. Por sorte, temos uma outra: jubileu. Ou redenção, se me der para puxar a brasa redentorista à minha sardinha.

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O Papa não podia ter sido mais claro na sua bula de proclamação do Ano Jubilar, ao pedir “formas de amnistia ou de perdão de pena” para os reclusos. Mas, agora, “é necessário que toda a Igreja se una em torno desse ponto dez da bula”, apela o presidente da Obra Vicentina de Auxílio aos Reclusos (OVAR), Manuel Almeida dos Santos. Reconhecendo a importância do gesto do cardeal Américo Aguiar e das palavras dos bispos da Guarda e de Évora, o responsável defende “que muitos mais deveriam seguir o exemplo”.

Mais de 11 mil pessoas pedem amnistia de reclusos nas prisões portuguesas

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Uma das mais profundas obras de salvação realizadas por Jesus consiste em libertar-nos não apenas do pecado e da morte, mas também das falsas imagens que construímos acerca de Deus. Muitas vezes, consciente ou inconscientemente, projectamos sobre Deus os nossos medos, inseguranças e formas humanas de exercer o poder. [Texto de Vítor Rafael].

Último desejo de Francisco: os bolinhos da amiga Jacoba

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O Papa Leão XIV proclamou, desde 10 de janeiro e até final deste ano, um ano jubilar assinalando os 800 anos da morte de Francisco de Assis, ocorrida em 3 de outubro de 1226 – a festa litúrgica é assinalada dia 4. Com esse pretexto, o 7MARGENS publica, até final do ano, nos dias 3 ou 4 de cada mês, uma série de dez textos da autoria de frei Isidro Lamelas, da Ordem dos Frades Menores, professor de Teologia. Este é o oitavo texto da série.

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