Poder e estruturas de governo da Igreja; papel das mulheres; diálogo ecuménico; questões de moral individual; renovação da linguagem litúrgica e reconhecimento de mais ministérios – em síntese, estes são os tópicos que menos consenso oferecem e que têm de continuar a ser debatidos até Outubro de 2024, quando decorrer a segunda sessão da XVI assembleia geral do Sínodo dos Bispos.











