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Bahá’ís plantam árvores em Lisboa, para que a liberdade religiosa floresça em todo o mundo

Em memória das "dez mulheres de Shiraz"

Bahá’ís plantam árvores em Lisboa, para que a liberdade religiosa floresça em todo o mundo

Quem passar pela pequena zona ajardinada junto ao Centro Nacional Bahá’í, na freguesia lisboeta dos Olivais, vai encontrar dez árvores novas. São jacarandás e ciprestes, mas cada um deles tem nome de mulher e uma missão concreta: mostrar – tal como fizeram as mulheres que lhes deram nome – que a liberdade religiosa é um direito fundamental. Trata-se de uma iniciativa da Junta de Freguesia local, em parceria com a Comunidade Bahá’í, para homenagear as “dez mulheres de Shiraz”, executadas há 40 anos “por se recusarem a renunciar a uma fé que promove os princípios da igualdade de género, unidade, justiça e veracidade”.

Começa o Ano Novo para os bahá’is, mas muitos estão impedidos de celebrar

Dia de Naw-Ruz

Começa o Ano Novo para os bahá’is, mas muitos estão impedidos de celebrar

“Feliz Ano Novo!” foi uma das frases mais proferidas nesta quarta-feira, 20 de março, no nosso planeta. Não, não é engano, nem brincadeira: é que este é o dia de Naw-Ruz (ou Nowruz), expressão persa que significa “novo dia”. Começou a ser celebrado há mais de três mil anos pelo Zoroastrismo – uma religião monoteísta com origem na antiga Pérsia (atual Irão) – e ainda hoje é assinalado por mais de 300 milhões de pessoas no Médio Oriente, Ásia Central, e não só. Para a comunidade Bahá’i em todo o mundo, trata-se do dia sagrado que assinala o início de cada novo ano. É a festividade mais importante de todas, apesar de muitos não poderem celebrá-la como gostariam.

E depois da Guerra? (2)

E depois da Guerra? (2)

Se olharmos para a história, percebemos que o fim dos grandes conflitos mundiais leva as nações do mundo a procurar um novo modelo de ordem internacional. Aconteceu com a Guerra dos 30 Anos (os tratados de Westfália, 1648), aconteceu com as Guerras Napoleónicas (o Congresso de Viena, 1815), aconteceu com a Primeira Guerra Mundial (a Sociedade das Nações, 1919) aconteceu com a Segunda Guerra Mundial (as Nações Unidas, 1945). [Texto de Marco Oliveira].

E depois da Guerra? (2)

E depois da Guerra? (1)

A guerra na Ucrânia já dura há mais de dois anos e tornou-se um assunto inevitável nas notícias e nas conversas de todos nós. Todos falamos de paz e de guerra. E vivemos apreensivos quanto a um possível alastramento do conflito, pois há mais de duas gerações que não víamos um conflito com estas dimensões na Europa. [Texto de Marco Oliveira]

E depois da Guerra? (2)

A propósito das eleições…

Uma das coisas boas que a revolução de 1974 nos trouxe foi a possibilidade de escolhermos os nossos representantes políticos. Para a geração dos meus pais, a revolução foi um momento intenso. Finalmente chegara a liberdade. Começaram a participar activamente na vida política, viram o fim da guerra colonial e uma descolonização tumultuosa, assistiam com interesse a debates políticos na TV, debatiam ideologias e as propostas de diferentes partidos políticos. [Texto de Marco Oliveira]

Bahá’is sofrem nova vaga de buscas domiciliárias e detenções no Irão

Repressão intensifica-se

Bahá’is sofrem nova vaga de buscas domiciliárias e detenções no Irão

As forças de segurança iranianas invadiram na semana passada, sem apresentar qualquer justificação, as casas de mais de 20 bahá’is e, após agredi-los física e verbalmente, levaram pelo menos 19 sob custódia, desconhecendo-se o seu paradeiro. Estas “detenções e buscas domiciliárias confirmam os receios crescentes de que o governo do Irão tenha redobrado a sua repressão à comunidade bahá’í perseguida” no país, denuncia a Comunidade Internacional Bahá’í.

E depois da Guerra? (2)

A Face Feminina de Deus (2)

Nas religiões abraâmicas, Deus tende a ser descrito com atributos que tradicionalmente consideramos masculinos, apesar do Criador ser considerado uma realidade transcendente, sem um corpo físico. As representações artísticas clássicas atribuíram-lhe uma figura masculina. Vivemos e moldámos as nossas culturas com essas imagens masculinas da divindade. (Marco Oliveira)

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Se olharmos para a história, percebemos que o fim dos grandes conflitos mundiais leva as nações do mundo a procurar um novo modelo de ordem internacional. Aconteceu com a Guerra dos 30 Anos (os tratados de Westfália, 1648), aconteceu com as Guerras Napoleónicas (o Congresso de Viena, 1815), aconteceu com a Primeira Guerra Mundial (a Sociedade das Nações, 1919) aconteceu com a Segunda Guerra Mundial (as Nações Unidas, 1945). [Texto de Marco Oliveira].

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A propósito das eleições…

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