Colocar voluntários e organizações humanitárias ao nível das máfias organizadas que traficam milhares de pessoas causa-me repulsa, mas não chega a provocar-me espanto. De facto, estamos apenas perante um novo patamar na tendência que se desenha já há décadas, de securitização dos discursos e práticas de diversos governos em relação aos refugiados e migrantes.











