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Colaboradora da Cáritas entre as 100 mulheres mais influentes do mundo

A cadeia noticiosa britânica BBC divulgou esta semana a lista das “100 mulheres mais inspiradoras e influentes de todo o mundo em 2020”. Entre elas, e lado a lado com personalidades como a atriz norte-americana Jane Fonda ou a primeira-ministra da Finlândia Sanna Marin, está Susana Raffalli, uma colaboradora da Cáritas Venezuela. Médica nutricionista, Raffali é a responsável pelo sistema de monitorização da alimentação infantil no país enquanto este atravessa uma crise humanitária sem precedentes, e que já salvou da morte milhares de crianças.

Cáritas já apoiou seis mil pessoas em dificuldades e pedidos de ajuda aumentam

Cáritas já apoiou seis mil pessoas em dificuldades e pedidos de ajuda aumentam

Desde Abril, a Cáritas Portuguesa apoiou já perto de 6.000 pessoas em dificuldades devido à covid-19, diz esta instituição católica, em comunicado. Os pedidos mais significativos são para acorrer ao pagamento de despesas de rendas para habitação (61%), despesas relacionadas com a saúde, como a aquisição de medicamentos e realização de exames médicos (17%) e ao pagamento de despesas de electricidade (11%), num valor que chegou já aos 77 mil euros.

Mais de 19 mil desalojados devido às cheias no Gan

Mais de 19 mil desalojados devido às cheias no Gan

As cheias que atingiram o Gana nas últimas semanas já deixaram mais de 19 mil pessoas sem casa, incluindo perto de seis mil crianças. A Cáritas tem estado a socorrer as populações, através da distribuição de alimentos e outros bens, e voltou a apelar para que o problema, que se arrasta há já quase duas décadas, seja resolvido “na sua origem”, avançou esta quinta-feira, 1 de outubro, o Vatican News.

E agora, União Europeia? Igrejas e instituições de solidariedade pedem responsabilidades e exigem solução imediata para refugiados de Moria

E agora, União Europeia? Igrejas e instituições de solidariedade pedem responsabilidades e exigem solução imediata para refugiados de Moria

“A Europa devia ter vergonha”, o incêndio no campo de refugiados de Moria “foi provocado pela nossa inação”. As afirmações são do cardeal Jean-Claude Hollerich, presidente da Comissão de Bispos da União Europeia (COMECE), mas refletem a opinião de muitos outros líderes religiosos, representantes de instituições de solidariedade e organizações humanitárias. Todos apelam à União Europeia para que assuma as suas responsabilidades e abra as portas aos migrantes, que agora perderam mesmo tudo.

Um SOS Líbano de todo o mundo com ajudas para a população de Beirute

Um SOS Líbano de todo o mundo com ajudas para a população de Beirute

Da União Europeia à Rússia, passando pela Turquia, Kuwait, e até pela “rival” Israel, a lista de países e instituições que já enviaram ou estão prestes a enviar ajuda para o Líbano, na sequência das violentas explosões que deixaram a capital Beirute parcialmente destruída, não para de aumentar.

Cáritas lança programa educativo para combater trabalho infantil no Congo

A Cáritas Congo, em parceria com a Cáritas Noruega, lançou na semana passada um programa de acesso à educação para crianças e jovens residentes no noroeste da República Democrática do Congo, com o objetivo de reduzir a taxa de trabalho infantil nas duas minas daquela região: Mwenga e Wamba. A iniciativa irá permitir que 7.500 jovens com idades compreendidas entre os 12 e os 19 anos tenham os seus estudos assegurados ao longo dos próximos quatro anos.

Líbano: O que acontece quando explode a capital de uma nação que já estava à beira do colapso?

Líbano: O que acontece quando explode a capital de uma nação que já estava à beira do colapso?

“Apocalíptico” será talvez o melhor adjetivo para definir o cenário que se vive atualmente em Beirute. Num país que já se encontrava devastado pela pior crise financeira de sempre desde a guerra civil de 1975-1990, exacerbada pela pandemia de coronavírus, as duas grandes explosões que arrasaram parte da capital libanesa esta terça-feira, 4 de agosto, foram um duro golpe. Os relatos que chegam das organizações católicas e de ajuda humanitária no terreno são unânimes: a crise é tão profunda, que neste momento estão a trabalhar “não para combater a pobreza, mas para salvar vidas”.

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