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“Sema” – um filme que fala das violências sexuais na guerra do Congo

“Sema” – um filme que fala das violências sexuais na guerra do Congo

Um filme sobre a tragédia das agressões sexuais no maior país de África, a República Democrática do Congo (RDC), foi apresentado domingo passado, Dia Internacional da Mulher, no festival no Festival de Cinema Independente de Washington (EUA). Sema – que significa “fala”, em swahili – é um filme “duro”, descreve o serviço de notícias das Obras Missionárias Pontifícias (OMP), protagonizado por mulheres que sobreviveram à violência sexual no Congo.

A esperança é uma coisa perigosa

A esperança é uma coisa perigosa

O título deste breve comentário ao filme 1917, de Sam Mendes, é uma frase dita, já quase no final, pelo general Mackenzie quando recebe – desiludido? – a informação para cancelar o ataque programado às linhas alemãs que, aparentemente, se tinham retirado. Afinal, tratava-se de uma cilada…

O reconhecimento de um Justo

O reconhecimento de um Justo

Passou recentemente nos cinemas o filme de Terrence Malick A Hidden Life (em português, Uma vida escondida). A tradução de hidden por “escondida” é simplista, pois a vida do personagem central do filme não é a de um homem que se esconde mas, sim, de alguém que paulatinamente vai percebendo a perversidade dos ideais nazis e a incompatibilidade dos mesmos com a fé cristã.

A grandeza do ínfimo

A grandeza do ínfimo

Há obras de arte que nos incomodam e nos comovem. Creio aliás que uma pintura, uma escultura, um poema, um romance, uma partitura ou outro meio expressivo encontrado pela espécie humana que não incomode e comova nunca passará de um artefacto, por maior que seja a perícia técnica do executante. É o caso de “Uma Vida Escondida”.

Cinema: À Porta da Eternidade

Cinema: À Porta da Eternidade

O realizador Julian Schnabel alterou, com este filme, alguns mitos acerca de Vincent van Gogh, considerado um dos maiores pintores de todos os tempos. Os cenários, a fotografia e a iluminação do filme produzem uma aproximação visual às telas do pintor, no período em que van Gogh parte para Arles, no sul de França, em busca da luz, seguindo todo o seu percurso até à morte, aos 37 anos de idade.

Que faz um homem com a sua consciência?

Que faz um homem com a sua consciência?

Nem toda a gente gosta deste filme. Muitos críticos não viram nele mais do que uma obra demasiado longa, demasiado maçadora, redundante e cabotina. Como o realizador é Terrence Malick não se atreveram a excomungá-lo. Mas cortaram nas estrelas. E no entanto… é um filme de uma força absolutamente extraordinária. Absolutamente raro. Como o melhor de Mallick [A Árvore da Vida].

Joker, o desafio da diferença

Joker, o desafio da diferença

Filmes baseados em banda desenhada não faltam, mas este Joker é diferente. Para melhor. É o único representante desta década nos vinte melhores filmes de sempre da IMDb e parece-me sério candidato aos Óscares de melhor ator, realizador e banda sonora.

“O perigo do ressurgimento da extrema-direita existe”, diz realizadora de filme sobre Steve Bannon

“O perigo do ressurgimento da extrema-direita existe”, diz realizadora de filme sobre Steve Bannon

“Eu estava ali a falar com ele sobre o Holocausto, toda arrepiada a pensar: ‘Meu Deus, o que ele me está a descrever não está longe das reuniões em que participa’”. Alison Klayman, cineasta norte-americana que teve a oportunidade de gravar o dia-a-dia de Steve Bannon, conta deste modo a forma como olhou para o antigo presidente executivo do website de notícias Breitbart e arquiteto da vitória de Donald Trump nas presidenciais norte-americanas de 2016.

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Um filme sobre a tragédia das agressões sexuais no maior país de África, a República Democrática do Congo (RDC), foi apresentado domingo passado, Dia Internacional da Mulher, no festival no Festival de Cinema Independente de Washington (EUA). Sema – que significa “fala”, em swahili – é um filme “duro”, descreve o serviço de notícias das Obras Missionárias Pontifícias (OMP), protagonizado por mulheres que sobreviveram à violência sexual no Congo.

A esperança é uma coisa perigosa

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O título deste breve comentário ao filme 1917, de Sam Mendes, é uma frase dita, já quase no final, pelo general Mackenzie quando recebe – desiludido? – a informação para cancelar o ataque programado às linhas alemãs que, aparentemente, se tinham retirado. Afinal, tratava-se de uma cilada…

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Passou recentemente nos cinemas o filme de Terrence Malick A Hidden Life (em português, Uma vida escondida). A tradução de hidden por “escondida” é simplista, pois a vida do personagem central do filme não é a de um homem que se esconde mas, sim, de alguém que paulatinamente vai percebendo a perversidade dos ideais nazis e a incompatibilidade dos mesmos com a fé cristã.

A grandeza do ínfimo

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Há obras de arte que nos incomodam e nos comovem. Creio aliás que uma pintura, uma escultura, um poema, um romance, uma partitura ou outro meio expressivo encontrado pela espécie humana que não incomode e comova nunca passará de um artefacto, por maior que seja a perícia técnica do executante. É o caso de “Uma Vida Escondida”.

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Nem toda a gente gosta deste filme. Muitos críticos não viram nele mais do que uma obra demasiado longa, demasiado maçadora, redundante e cabotina. Como o realizador é Terrence Malick não se atreveram a excomungá-lo. Mas cortaram nas estrelas. E no entanto… é um filme de uma força absolutamente extraordinária. Absolutamente raro. Como o melhor de Mallick [A Árvore da Vida].

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