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“A violência não resolve, é preciso liberdade para o povo palestiniano”, defende patriarca latino de Jerusalém

Igrejas cristãs unânimes na condenação

“A violência não resolve, é preciso liberdade para o povo palestiniano”, defende patriarca latino de Jerusalém

Os líderes religiosos cristãos são unânimes ao condenar o ataque israelita dos últimos dias na Cisjordânia e exigir o fim de toda a violência na região. Pierbattista Pizzaballa, patriarca latino de Jerusalém, adverte que haverá muito mais vítimas se o direito à autodeterminação e independência não for assegurado. “A violência não resolve, é preciso liberdade para o povo palestiniano”, defende.

Israel-Palestina: novos tempos exigem novas soluções

Israel-Palestina: novos tempos exigem novas soluções

Parece que já quase ninguém acredita, em qualquer dos dois lados, na solução de dois estados no conflito entre Israel e Palestina. A tendência, segundo se diz, é a radicalização de ambas as partes, com o perigo da extrema-direita israelita em crescendo, mercê de uma população jovem cada vez radicalizada e adepta de uma solução de força. O ódio cresce e, à falta de um horizonte de solução, resta a solução desesperada, que é a da guerra total na qual uma das partes é aniquilada.

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Joana Lopes: 88 cravos à sua memória

[Entre Margens]

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No próximo Domingo, 11 de Outubro, Joana Lopes, que nos deixou a 5 de Fevereiro deste ano, completaria 88 anos. A Joana teve um papel importante na resistência católica contra a ditadura, tendo levado a cabo lutas muito importantes em que denunciava a guerra colonial. Tinha também uma atividade cívica intensa, assumindo a defesa de lutas políticas essenciais que não são menos importantes no nosso tempo. [Texto de Filipe Moisés].

Logo ao sair da água, viu os céus rasgarem-se …

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Acordamos e consultamos as notícias e fica a impressão que o mundo está muito desarrumado e que somos impotentes para o modificar; que pouco podemos fazer contra a ideologia  trumpista, putinista e xijinpinguista – que mistura consumismo e força bruta: preciso de poder comprar o que quero e, se não puder comprar, posso tomá-lo à força. A propaganda alcança o seu fim quando já dispensamos o propagandista e passamos nós próprios a repeti-la. [Texto de Mendo Castro Henriques].

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