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A importância de um sorriso

[Nas margens da filosofia (LXXI)]

A importância de um sorriso

Dirigi-me à loja do costume e verifiquei que a mesma tinha sido sujeita a obras. A grande diferença estava na ausência de colorido, pois praticamente tudo era em tons de preto, branco ou cinzento, cores pardas que pouco me seduzem. Também constatei que havia muito menos empregadas do que era habitual. [Crónica de Luísa Ribeiro Ferreira]

As prateleiras vazias

As prateleiras vazias

Teria eu uns 6 anos quando um dia o meu pai trouxe para casa uma pasta de chocolate Jubileu. Creio que a terá ganho num torneio de cartas, daqueles que se fazem nas aldeias, para angariar fundos para as festas da paróquia. Lembro-me bem disso porque não era nada normal termos acesso a essas lambarices. Na minha memória, o chocolate terá durado uns dias, ou semanas, porque o dividimos em pequenos pedaços. Para render e saborear.

O Mercado e o Templo (11): Amor às pessoas do mundo é a “arte de negociar”

O Mercado e o Templo (11): Amor às pessoas do mundo é a “arte de negociar”

Comércio virtuoso e de sucesso é o de quem trabalha por dinheiro e, simultaneamente, por vocação. As duas coisas juntas. A riqueza, como a felicidade, chega procurando (também) outra coisa. É exemplar a criação de relações que tornou grande o toscano Francesco Datini. Pessimismo, cinismo, inveja e desconfiança são os grandes vícios capitais da empresa.

O Mercado e o Templo (9): A infinita controvérsia que opõe o honesto e o útil

O Mercado e o Templo (9): A infinita controvérsia que opõe o honesto e o útil

As informações detidas por quem comercializa são a base de uma decisiva e ambígua capacidade de antecipar o futuro. Serão os mercadores enganadores e desonestos? Este é o nono dos textos da série “O Mercado e o Templo”, escritos por Luigino Bruni, que o 7MARGENS publica todas as quartas-feiras e sábados.

A importância de um sorriso

[Nas margens da filosofia (LXXI)]

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Dirigi-me à loja do costume e verifiquei que a mesma tinha sido sujeita a obras. A grande diferença estava na ausência de colorido, pois praticamente tudo era em tons de preto, branco ou cinzento, cores pardas que pouco me seduzem. Também constatei que havia muito menos empregadas do que era habitual. [Crónica de Luísa Ribeiro Ferreira]

As prateleiras vazias

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Teria eu uns 6 anos quando um dia o meu pai trouxe para casa uma pasta de chocolate Jubileu. Creio que a terá ganho num torneio de cartas, daqueles que se fazem nas aldeias, para angariar fundos para as festas da paróquia. Lembro-me bem disso porque não era nada normal termos acesso a essas lambarices. Na minha memória, o chocolate terá durado uns dias, ou semanas, porque o dividimos em pequenos pedaços. Para render e saborear.

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Das cantigas de amigo à vinha

[Metáforas vivas]

Das cantigas de amigo à vinha novidade

Este texto corresponde à homilia de domingo, 4 de outubro, [domingo xxvii do tempo comum ― a ― 2026; 1º dia da semana da educação cristã; 800 anos da morte de S. Francisco], proferida pelo padre Joaquim Félix na igreja de S. Paulo, do Seminário Conciliar de Braga.

Jesus salva-nos de nós mesmos

[Entre Margens]

Jesus salva-nos de nós mesmos novidade

Uma das mais profundas obras de salvação realizadas por Jesus consiste em libertar-nos não apenas do pecado e da morte, mas também das falsas imagens que construímos acerca de Deus. Muitas vezes, consciente ou inconscientemente, projectamos sobre Deus os nossos medos, inseguranças e formas humanas de exercer o poder. [Texto de Vítor Rafael].

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