Imagine-se a morte de Francisco, um Papa amado e reconhecido por muitos como aquele que veio devolver a esperança num catolicismo aberto ao mundo, embora firme na defesa de princípios que expressam a sua forma particular de entender a condição humana. No filme, as bombas e os atentados lá fora vão sugerir um combate sem quartel sob as bandeiras das teocracias do Médio Oriente e as religiões seculares dos restantes despotismos, orientais e ocidentais. [Texto de João Santos]









