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Há um grupo de mulheres judias e muçulmanas que se recusa a deixar que a guerra as separe

No Reino Unido

Há um grupo de mulheres judias e muçulmanas que se recusa a deixar que a guerra as separe

Nasceu em outubro, mas não foi do ano passado. Foi de 2015. Chama-se Nisa-Nashim (que significa “mulheres”, em árabe e hebraico) e é uma rede constituída por muçulmanas e judias a viver no Reino Unido, que tem por objetivo quebrar barreiras religiosas e culturais no seu país e em todo o mundo. Desde outubro de 2024, com o agudizar do conflito na Faixa de Gaza, estas mulheres não só não se separaram, como até ficaram mais unidas. Isso mesmo provam as múltiplas atividades que têm desenvolvido juntas.

Palestina: conversar é humano, ignorar não é

Palestina: conversar é humano, ignorar não é

Foi um serão diferente, entre diferentes: no sábado 12 de outubro, mais de meia centena de pessoas procuraram a sala, na Casa Diocesana de Vilar, onde se encontraram para conversar. A todas foi dado falar e muito se conversou acerca da Palestina durante mais de duas horas. A conversa, promovida pelo movimento Graal, contou com a participação de Micaela Miranda e de Luís Nuno Barbosa.

Acabar com a guerra… para sempre

Acabar com a guerra… para sempre

“Se parar as guerras e conseguir a paz com justiça é uma tarefa necessária e urgente, isso não é suficiente. É preciso voltar a inscrever nas agendas públicas formas de desenvolver e concretizar culturas de paz.”

Por uma paz justa e duradoura para todo o Médio Oriente

Apelo de líderes religiosos de França

Por uma paz justa e duradoura para todo o Médio Oriente

“Convidamos as forças políticas, religiosas e culturais de todo o mundo a agirem para que uma paz justa e duradoura possa ser construída em toda a região” do Médio Oriente, apelam os líderes de diferentes religiões, num comunicado distribuído em Paris esta segunda feira, dia 7. Na tomada de posição, os responsáveis religiosos dirigem-se aos líderes políticos para que “trabalhem para uma ação concertada por parte da comunidade internacional e lembrem aos beligerantes a necessidade de respeitar o direito humanitário internacional”.

Um ano depois do 7 de outubro, não haver cessar-fogo “é um fracasso coletivo da humanidade”

Amnistia Internacional denuncia

Um ano depois do 7 de outubro, não haver cessar-fogo “é um fracasso coletivo da humanidade”

No dia em que se assinalou um ano desde os ataques do Hamas no sul de Israel e o início da ofensiva das forças israelitas em Gaza, a secretária-geral da Amnistia Internacional (AI), Agnès Callamard, publicou um novo apelo ao cessar-fogo e à libertação imediata e incondicional daqueles que foram feitos reféns. Nas duras palavras da responsável, o facto de o conflito prosseguir é “um fracasso de toda a humanidade”. 

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A morte e a noite caíram sobre nós demasiado depressa com a notícia do falecimento de Pai Telmo. Os seus 100 anos foram um sopro veloz que não deixou ninguém indiferente e a sua dedicação à Igreja dos mais pobres uma brisa que suavizou muitas dores. [Texto de padre José Alfredo].

Identidade e missão do professor de EMRC na escola

Ensaio

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A identidade e a missão do professor de Educação Moral e Religiosa Católica (EMRC) na escola pode ser vista sob múltiplos pontos de vista; porém, desejo fazê-lo a partir de três palavras ou pilares que considero substanciais. Estruturo esta reflexão a partir do “habitar-se”, do “habitar com” e do “habitar o ainda não”. [Texto de Adriano Batista, intervenção no Simpósio sobre a Educação e Escola em Portugal].

As cápsulas

[Sete Partidas]

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No radio do carro tocava um CD da Rosalía e comecei a pensar no que já me disseram sobre o meu carro, pequeno e velho, dito em várias variações. Não levo a mal. É verdade, mas tem tudo o que preciso. Abrigo do sol, do frio, da chuva e da neve. Confiável. Riscado e muitas vezes sujo por fora, mas por dentro limpo e arrumado. Um pouco na ordem como valorizo as coisas na vida. Menos ostentação, mais conteúdo. [Texto de Inês Patrício, Berlim].

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